quarta-feira, abril 04, 2007

Pequenas coisas que matam

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Interessante como pequeninas coisas podem magoar. Podem atuar como o veneno que vai sendo inoculado aos poucos e destruindo devagar.

Certas atitudes e palavras funcionam assim e vão minando uma relação, seja de trabalho, de pai e filho, de marido e mulher, de amigos, qualquer uma.

Percebo como é importante o diálogo, a tentativa de entender o outro, de buscar compreender o que se passa na mente e no coração dele. O que acontece, porém, é que muitas vezes termino por projetar meus próprios anseios e receios no outro e termino por brigar com ele, quando deveria resolver em mim mesma as questões que me incomodam. Em uma relação isso pode servir para me conhecer melhor, mas o ideal seria que eu evitasse um conflito para resolver o que está incomodando. É claro que às vezes conflitos são inevitáveis e o jeito é tentar minimizar os efeitos e ter humildade para reconhecer o erro e pedir perdão quando necessário. Tomar a iniciativa de fazer as pazes é muito importante, pois senão torna-se aquele joguinho infantil de “eu só faço se ele fizer”, o que pode levar a um desgaste desnecessário.

Cada um de nós deve saber o que quer num relacionamento e, então, buscar construir uma relação de acordo como o que se espera. Ninguém disse que isso é fácil, mas há que se procurar ter cuidado com as pequenas coisas e não deixar para resolver amanhã o que pode ser resolvido hoje, sob pena de destruir algo que poderia ser muito bom.