sexta-feira, abril 27, 2007

Ser é sempre mais que conhecer

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“Ser é sempre mais que conhecer. O conhecimento é o espetáculo com que nos regalamos”. (Louis Lavelle)



Ah, a ilusão do conhecimento! Alguns são iludidos por pensar que alguém que “conhece as coisas” seja também alguém bom, ou sábio. Mas há conhecimento e conhecimento. O que se busca conhecer? Há aqueles que são chamados de ilustrados, verdadeiras enciclopédias ambulantes, mas que na realidade emitem discursos vazios de sentido. Isso acontece porque eles não buscam o Ser.

A transcendência é o verdadeiro caminho a ser buscado. O que é imanente é transitório, e por mais que seja divertido discutir sobre o último livro lançado pelo ilustre-catedrático-da-universidade-cultuado-pelo-establishment ou sobre a última foto da ex-alguma-coisa-bonitinha-cultuada-pela-mídia, não é para isto que se deve viver. Viver apenas para colecionar conhecimento sem um sentido mais profundo é pura perda de tempo.

Não estou dizendo que só se deve ler e buscar as coisas sérias, até porque os momentos de diversão podem ser importantes para preparar a pessoa para os dias mais atribulados; podem ser tréguas bem-vindas nas batalhas diárias. Nem estou dizendo que não se deva buscar o conhecimento. Conhecimento é bom quando é algo que tenha sentido. É esse o ponto.

As pessoas sérias* tiram lições até mesmo de acontecimentos banais. Isso é estar conectado a busca de sentido. Ao Ser. E há os bufões que mesmo vendo a coisa mais sublime não sabem reconhecê-la. Os seus olhos estão vendados para a Verdade; colecionam conhecimento sobre quase tudo, mas não entendem nada.

A frase de Lavelle é perfeita. Ser é sempre mais que conhecer.



*Favor não confundir seriedade com sisudez ou falta de humor. Pessoas sérias são aquelas que buscam o sentido maior, que ainda tem alguns – ou todos os – dons inatos ou que buscam viver de acordo com o que Deus quer (mesmo sem saber disso). Pronto.

quinta-feira, abril 26, 2007

Gato misterioso pega ônibus regularmente

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Estava por aí a fazer minhas andanças pela Internet quando me deparei com a notícia de um gato que pega ônibus regularmente sozinho, isso mesmo, sem ajuda de ninguém. Vejam só que coisa! Esses bichos não deixam de me surpreender.

O gatinho aí da foto pega o ônibus sempre no mesmo ponto e desce sempre próximo a uma loja de peixes...que gracinha! Isso acontece na Inglaterra e os motoristas de ônibus o apelidaram de Macavity. O pessoal que anda com ele diz que ele é quietinho, faz o que tem que fazer e pronto, não perturba ninguém.

Gente, que engraçado! Como será que ele aprendeu a fazer isso? E os seus donos, onde estarão e o que pensarão a respeito?

Mistério...


quarta-feira, abril 25, 2007

Os protestantes honravam Maria

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Há um artigo interessante que demonstra como no início do protestantismo Nossa Senhora era honrada pelos protestantes. Hoje somente a Igreja Católica presta a devida homenagem a Mãe do Nosso Senhor; Rainha do Céu, pois todo rei é filho de rainha...

Para saber mais leia o artigo completo onde há também o Manifesto de Dresden - documento redigido por vários teólogos luteranos sobre a Virgem Maria, "mãe do meu senhor" (Lc. 1:43)

Vejam algumas citações de Lutero, Calvino, Zwinglio e Wesley sobre a Virgem Maria:



''Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis, monarcas da Terra comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar bastante (nunca poderemos exaltar o suficiente), a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade.''
(Martinho Lutero, ''Comentário do Magnificat'', cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ''Jesus vive e é o Senhor'').


***



''Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe [para Maria] um carro de ouro e conduzi-la com quatro mil cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: 'Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano'. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo e, apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria.''
(idem, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ''Pergunte e Responderemos'' nº 429).


***



''Ser Mãe de Deus é uma prerrogativa tão alta, coisa tão imensa, que supera todo e qualquer intelecto. Daí lhe advém toda a honra e a alegria e isso faz com que ela seja uma única pessoa em todo o mundo, superior a quantas existiam e que não tem igual na excelência de ter com o Pai Celeste um filhinho comum. Nestas palavras, portanto, está contida toda a honra de Maria. Ninguém poderia pregar em seu louvor coisas mais magníficas, mesmo que possuísse tantas línguas quantas são na terra as flores e folhas nos campos, nos céus as estrelas e no mar os grãos de areia.''
(idem, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ''Jesus vive e é o Senhor'')


***



''Peçamos a Deus que nos faça compreender bem as palavras do Magnificat... Oxalá Cristo nos conceda esta graça por intercessão de sua Santa Mãe! Amém.
(Martinho Lutero, ''Comentário do Magnificat'').


***



''O Filho de Deus fez-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o auxílio de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem.
(Martinho Lutero, ''Artigos da Doutrina Cristã'')


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''Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.''
(João Calvino, Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)


***



''Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto quanto após o parto, permaneceu virgem pura e íntegra.''
(Zwinglio, em ''Corpus Reformatorum'')



***


''Creio que [Jesus] foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.''
(John Wesley, fundadador da Igreja Metodista, em carta dirigida a um católico em 18.07.1749)











sexta-feira, abril 20, 2007

Ah, aquele tempo!

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Algumas vezes eu me volto para o passado em busca de algo que não tenho ou que penso não ter agora. Fico recordando momentos alegres, pensando em como era bom aquele tempo, amargurada porque agora tudo é diferente. O mais interessante é que se eu parar para pensar vou lembrar também que nem tudo era lindo e maravilhoso naquela época, que sentia falta de outras coisas e que ansiava por outras experiências, reclamava da situação ou das pessoas.

Existe, em muitas pessoas, uma tendência em ficarem presas, apegadas às coisas do passado, como se aquilo sim tivesse sido perfeito. Vez ou outra eu ouço alguém dizer: “ah, no meu tempo era tão bom!”. E agora? Não é mais seu tempo?

O apego a pessoas, fatos e lugares do passado não permite que se veja com clareza o presente e é justamente o presente o momento mais importante! Quero aprender a viver o agora de forma plena, aceitando o que não pode ser mudado e transformando o que deve ser transformado. Aprender a aceitar que cada coisa tem seu tempo e agradecer aos fatos, às pessoas, aos lugares transformando os laços de apego em laços de amor, de amizade, de gratidão.

Não, não é fácil, mas eu bem que venho tentando fazer isso, ficar no presente e não me voltar nem para o passado nem para conjecturas sobre o futuro. Ficar planejando o futuro – fazendo deste um tempo perfeito, onde tudo vai dar certo – é digamos, coisa de doido.

Eu tenho o presente e tenho que buscar o melhor agora. Sei que o amanhã virá, mas não sei como será, nem tenho lá muito controle sobre isso. Sei que se eu faço o bem agora, já estou fazendo muito bem. Mas se eu fico pensando em fazer o bem amanhã, e hoje faço bobagens – no estilo “os fins justificam os meios” - estou brincando de viver e arriscando algo muito mais sério.

É por isso que tenho hoje total ojeriza a utopias. Os utópicos pensam em um amanhã maravilhoso e enquanto esse amanhã não chega, vale tudo para se dar bem e para “construir um futuro magnífico”, não importa se para isso seja preciso derrubar quantos não queiram participar deste tal futuro gla-mou-ro-so (sic). Não dá. No way. Cansei.

Responsabilidade é bom e eu gosto. Bom senso também.

sábado, abril 14, 2007

O amor é a razão

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O amor é a razão de nossas existências. Amamos, somos amados, ficamos felizes se estamos amando e sendo amados e nos entristecemos se pensamos não receber amor. Tudo o que nós precisamos é amor. Do amor viemos e para o amor devemos voltar. Estamos aqui aprendendo a amar, aprendendo o caminho de volta para Deus.

Mas estou me referindo aqui ao amor que se reporta a Deus em primeiro lugar. Deus é amor. Quando amamos estamos ligados a Ele.

Amor se constrói a cada dia, aos poucos, com muita vontade de fazer o melhor, com paciência, desprendimento e respeito. Amor nasce, se desenvolve, amadurece, é algo verdadeiro, nunca morre.

Amar é saber esperar, saber respeitar o espaço do outro, saber o momento de chegar e de partir. Amar é procurar apoiar o outro, limpar suas feridas quando necessário e até mesmo se ferir no lugar dele se for possível.

Amor é entrega, é desnudamento da alma, revelação de sonhos.

O amor nos move a todo instante, quer queiramos ou não.



domingo, abril 08, 2007

É Páscoa! Ele ressuscitou!

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Hoje é um dia de muita alegria!


Ele ressuscitou!


Abriu as portas para a humanidade!



Que Ele olhe por nós!



Feliz Páscoa!


sexta-feira, abril 06, 2007

Sexta-feira da paixão

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Numa sexta-feira Ele morreu na cruz.

Sacrificou-se pela redenção dos homens.

Este é um dia de reflexão.


Olhai por nós, Pai do Céu!

Amém.

quarta-feira, abril 04, 2007

Pequenas coisas que matam

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Interessante como pequeninas coisas podem magoar. Podem atuar como o veneno que vai sendo inoculado aos poucos e destruindo devagar.

Certas atitudes e palavras funcionam assim e vão minando uma relação, seja de trabalho, de pai e filho, de marido e mulher, de amigos, qualquer uma.

Percebo como é importante o diálogo, a tentativa de entender o outro, de buscar compreender o que se passa na mente e no coração dele. O que acontece, porém, é que muitas vezes termino por projetar meus próprios anseios e receios no outro e termino por brigar com ele, quando deveria resolver em mim mesma as questões que me incomodam. Em uma relação isso pode servir para me conhecer melhor, mas o ideal seria que eu evitasse um conflito para resolver o que está incomodando. É claro que às vezes conflitos são inevitáveis e o jeito é tentar minimizar os efeitos e ter humildade para reconhecer o erro e pedir perdão quando necessário. Tomar a iniciativa de fazer as pazes é muito importante, pois senão torna-se aquele joguinho infantil de “eu só faço se ele fizer”, o que pode levar a um desgaste desnecessário.

Cada um de nós deve saber o que quer num relacionamento e, então, buscar construir uma relação de acordo como o que se espera. Ninguém disse que isso é fácil, mas há que se procurar ter cuidado com as pequenas coisas e não deixar para resolver amanhã o que pode ser resolvido hoje, sob pena de destruir algo que poderia ser muito bom.