quarta-feira, abril 02, 2008

No verdadeiro amor não há lugar para o ‘eu’ e o ‘meu’

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Convivendo com familiares, amigos, noivo, animais de estimação, obtenho valiosas lições de desprendimento e amor. Aprendo que quando existe amor, existe uma imensa vontade de fazer o outro feliz. Naturalmente eu busco então compartilhar meus bens, conhecimento e carinho. Claro que não é fácil às vezes. É sim um tremendo exercício a ser feito no cotidiano.

O verdadeiro amor não exige nada em troca e oferece ao que ama um profundo sentimento de deleite em dividir as bênçãos da vida com o ser amado. Mas eu não fico triste quando percebo que tenho que me esforçar para dividir o que tenho. Busco pedir forças aos Céus e então me prontifico a ser altruísta ou ao menos não tão egoísta por um tempo. E assim, de momento a momento, aos poucos, vou construindo um caminho mais bonito na convivência com as pessoas. Mas isso só acontece com a graça divina, pois por mim mesma nada de bom acontece.

É bom mesmo aproveitar a convivência com os mais chegados para exercitar esse desprendimento. Talvez esta seja uma forma de atingir as grandes alturas espirituais.

4 comentários:

  1. Com todo respeito, permita-me discordar.Um amor assim descrito é , no fundo, um egoista porque exige retorno e similaridade.O verdadeiro amor é aquele que existe por si só e aproveita a vida para ser feliz e a felicidade dos outros é consequência.Se o amor do outro acaba não leva à outra consequência.Cada um é feliz por si só e ninguém é responsável pela felicidade do outro, isto é, não se colcoa a felicidade nas mãos de ninguém.

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  2. Oi, aqui é Mizi (um blogueiro que gosta de blogs espirituais. Encontrei seu blog por meio do blog do Merton, o arte das artes).

    Seu blog é muito legal, muito bem construído. Está de parabéns.

    Quanto ao texto, achei muito bonito. Gostei tanto da mensagem desse texto que gostaria de colá-lo no espaço de comentários do blog "arte das artes". Será que posso?


    abraços e até mais!

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  3. Oi Mizi! Pode sim :)

    Fique com Deus!

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  4. Magui, seja bem vinda (ou bem vindo)! No meu texto não há exigência de troca. Eu disse: “O verdadeiro amor não exige nada em troca”, e que só o fato de amar e dividir com os outros esse sentimento faz bem àquele que ama. Isso é fato. A vontade de fazer o outro feliz é natural para quem ama. Deus nos criou com amor e quer que sejamos felizes. Pelo menos foi isso que aprendi com Nosso Senhor Jesus Cristo. Agora, a felicidade de Deus não é a mesma imaginada pelos homens. E Ele não pede nada em troca. Amar faz bem, mas é uma realidade que ao menos para nós humanos é (ou deve ser) dividida com o outro. E isso não é exigência de troca. Foi isso o que eu quis dizer com o texto.

    Fique com Deus!

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