sábado, março 29, 2008

Gato nasce com 'mensagem de amor' para a mãe nas costas, diz família


Muito fofa esta notícia!


Uma família da Califórnia, nos Estados Unidos, conta que um gatinho nascido em uma ninhada de seis animais no domingo de Páscoa trouxe uma 'mensagem de amor' para a mãe impressa em seu pêlo. Nas costas do animal, é possível ler a frase 'I love Dot' (em português, 'Eu amo Dot'). O 'love' é um coração, e o 'Dot', apelido de Dottie, nome da gata que pariu os bichinhos, é um ponto. Em inglês, 'dot' significa ponto.

Gato coração

"Quando limpamos o pêlo da ninhada, nos surpreendemos com a mensagem", afirma Teauri Ramirez, madrasta do menino Michael, de 4 anos, que é o dono da gata e que atualmente está cuidando da ninhada. "Vamos ficar com o gatinho com esse desenho surpreendente", conta a madrasta, que jura que o pêlo do animal não foi alterado. Os outros cinco serão doados.

extraído do G1

quinta-feira, março 27, 2008

Alegria








É gente, é com muita alegria que começo esta semana, feliz da vida porque Ele ressuscitou!

sexta-feira, março 21, 2008

Sexta-feira Santa







Meu amigo e irmão em Cristo, Merton, fez um post que eu gostaria de ter feito sobre este dia.


Tenham uma sexta-feira santa repleta da luz de Deus.


Meditem na Paixão de Cristo.

sexta-feira, março 14, 2008

A verdade sobre as células-tronco embrionárias


É com todo carinho que peço a você que se informe sobre a questão das células-tronco embrionárias. É importante buscar informação e não simplesmente aceitar o que a mídia em geral coloca.

Clique aqui e assista a apresentação "a verdade sobre as células-tronco embrionárias".

Leia com atenção. Informe-se, busque a verdade e que Deus o abençoe!

quarta-feira, março 12, 2008

Tem piedade de mim que sou pecador

Comentário ao Evangelho feito por: S. João Clímaco (c. 575 - c. 650), monge no Monte Sinai A Escada Santa, cp. 28


Que a vossa oração seja muito simples; uma só palavra bastou ao publicano e ao filho pródigo para obterem o perdão de Deus (Lc 15,21)... Não rebusquem as palavras da vossa oração; quantas vezes o balbuciar simples e monótono das crianças não dobrou a vontade dos seus pais?! Não se lancem, pois, em longos discursos para que o vosso espírito não se distraia na busca das palavras. Uma só palavra do publicano tocou a misericórdia de Deus; uma só palavra cheia de fé salvou o bom ladrão (Lc 23,42).

O palavreado na oração enche muitas vezes o espírito de imagens e distrai-o, ao passo que uma só palavra tem, muitas vezes, o efeito de o concentrar. Sentem-se consolados, agarrados por uma palavra da vossa oração? Então, detenham-se nela porque é o vosso anjo que reza convosco. Não se convençam demais, mesmo se atingiram a pureza, mas vivam em grande humildade e então hão-de sentir grande confiança. Mesmo se já subiram a escada da perfeição, rezem para pedir o perdão dos vossos pecados; escutem o que diz S. Paulo: "Sou o primeiro dos pecadores" (1Tm 1,15)... Se estiverem revestidos de mansidão e libertos de toda a cólera, já não vos custará muito para libertarem o vosso espírito do cativeiro.

Enquanto não conseguirmos uma oração verdadeira, assemelhamo-nos aos que ensinam as crianças a dar os primeiros passos. Trabalhem para elevar o vosso pensamento ou, melhor, para confiná-lo às palavras da vossa oração; se a fraqueza da infância o fizer cair, ergam-no. Porque o espírito é instável por natureza mas Aquele que pode tudo fortalecer pode estabilizar também o vosso espírito... O primeiro degrau da oração consiste, pois, em expulsar com uma palavra simples as sugestões do espírito no próprio momento em que elas se apresentam. O segundo é guardar o nosso pensamento apenas para o que dizemos e pensamos. O terceiro é a entrega da alma ao Senhor.

sexta-feira, março 07, 2008

Contrária à pesquisa que mata embriões, Igreja não é obscurantista


Contrária à pesquisa que mata embriões, Igreja não é obscurantista, diz cardeal.
Segundo Dom Odilo Scherer, procedimentos científicos devem respeitar a ética

Por Alexandre Ribeiro
SÃO PAULO, quinta-feira, 6 de março de 2008 (ZENIT.org).

A Igreja Católica não é «obscurantista» nem «contrária ao progresso da ciência» quando manifesta sua posição contra ao uso de embriões humanos na pesquisa científica, afirma o arcebispo de São Paulo.

O cardeal Odilo Scherer se manifestou sobre o assunto por meio de mensagem aos fiéis, na semana em que o Supremo Tribunal Federal do Brasil iniciou o julgamento da constitucionalidade ou não de uma lei aprovada pelo Congresso Nacional que permite o uso de embriões humanos na pesquisa científica.

Segundo Dom Odilo, «a Igreja defende a vida dos embriões humanos e considera ser contrário à ética e à lei moral o uso desses embriões na pesquisa científica, quando isso significa a danificação ou a destruição dos embriões».

Da mesma forma --prossegue o cardeal--, ela «julga ser contrária à dignidade humana a produção de embriões humanos em laboratório para estocá-los, sem ter em vista sua efetiva implantação no útero materno, para poder desenvolver-se normalmente».

O arcebispo reconhece que essa posição da Igreja «causa, por vezes, incompreensões e até acusações preconceituosas de que ela é "obscurantista" e contrária ao progresso da ciência».
«Fala-se, até mesmo, contrária ao bem de pessoas doentes, que vêem nesse tipo de pesquisa a esperança de cura para seus males.»

Mas «isso é injusto e não é verdadeiro», afirma o cardeal.

Dom Odilo explica que a Igreja tem essa posição «antes de tudo porque, baseada em sólidos dados científicos, ela afirma que a vida do ser humano começa na fecundação do óvulo, quer isso aconteça naturalmente no ventre da mulher, quer artificialmente, em laboratório».

Diante disso, segundo o arcebispo, a pesquisa com células-tronco embrionárias é reprovável porque nela é necessário matar o embrião para obter essas células.

O cardeal Scherer enfatiza que a Igreja «não é contra a ciência; nem, muito menos, contrária ao bem de pessoas doentes».

«Mas afirma, com serena firmeza, que os procedimentos científicos, sendo uma atividade humana, também devem respeitar a ética. Os fins não justificam os meios.»

Aos que precisam de cura e colocaram toda a sua esperança nas pesquisas com células tronco embrionárias humanas, o cardeal considera que, antes de tudo, é preciso dizer a eles «que a busca da cura é um desejo legítimo e a ciência deve ser apoiada e encorajada a encontrar soluções para as doenças e deficiências humanas».

«Mas não a qualquer custo», explica o arcebispo de São Paulo, «e sempre com métodos adequados e eticamente aceitáveis. De toda forma, não mediante a supressão da vida de outros seres humanos».