segunda-feira, agosto 02, 2010

Quando o parque de diversões ajuda a transcender


As cores alegres de uma tarde no parque de diversões* elevam a minha mente até o Paraíso. As belezas das cores e das luzes, da alegria e do riso das crianças, a doçura experimentada na maçã do amor ou no algodão doce, tudo isso faz lembrar o que há mais além.



O que poderia ser uma simples imagem, um simples dia de diversão torna-se um meio de contemplar as belezas da criação e de transcender. Quando há alegria, riso, amor e diversão há que se pensar de onde veio tudo isso. Veio de algum lugar, brota de uma fonte onde toda a luz, todo o bom perfume, todo o sabor doce está presente em grau máximo.




A roda gigante que nos leva até o alto dá apenas um gostinho do que pode ser chegar lá em cima. O azul do céu em seus mais variados matizes é uma pálida amostra do azul perfeitíssimo. O branco das nuvens, uma singela lembrança da pureza infinita. O colorido dos brinquedos, um pequeno pedaço da harmonia existente no Ser que É.


Como não se alegrar numa bela tarde como a que aparece nas imagens? Como não pensar que tudo de bom que vivemos é apenas um reflexo mínimo da Perfeição Celeste? Contemplar com retidão as belezas deste mundo faz com que aspiremos por chegar ao lugar da suprema beleza: o Paraíso!




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*Aqui eu me remeto apenas aos parques de diversões mais simples, onde a maior emoção é andar na roda gigante, só isso. Sem aqueles brinquedos ruins que deixam a alma agitada, que embrulham o estômago.