terça-feira, maio 17, 2011

Palavras sobre Nossa Senhora



«Que se preservem de opiniões privadas de fundamento, cujas expressões exageradas ultrapassam os limites do genuíno, e duma estreiteza de espírito excessiva quando se trata da dignidade única, sublime e até quase divina da Mãe de Deus, que o Doutor Angélico nos ensina a atribuir-lhe...» (Pio XII, Ad coeli Reginam, 11.10.1954).

«A Bem-aventurada Virgem, pelo fato da sua Maternidade divina, possui uma certa dignidade infinita» (S. Tomás d’Aquino, Suma Teológica, III, q. 25, a. 6).

«Dizer que ela é a Mãe de Deus excede toda a grandeza que se possa pensar ou dizer a seguir à de Deus» (S. Anselmo).

«A diferença entre os servidores de Deus e a Mãe de Deus é infinita» (S. João Damasceno).

«Os mistérios da graça operados por Deus na Virgem não devem medir-se pelas normas ordinárias, mas pelo poder divino...» (Pio XII, Munificentissimus Deus, 1.11.1950).

«Tudo o que convém a Deus pela natureza, convém a Maria pela graça» (S. Luis Maria G. de Montfort, Verdadeira Devoção, nº 74).

«Digamos então corajosamente, com São Bernardo, que temos necessidade de um mediador junto do Mediador, e que Maria divina é a mais capaz de preencher este caritativo encargo; é por ela que Jesus Cristo veio até nós, e é por ela que nós a Ele devemos ir» (São Luis Maria G. de Montfort, Verdadeira Devoção, nº 85).

«... assim, tal como não se pode ir ao Pai Supremo senão pelo Filho, não se pode chegar a Cristo senão por Sua Mãe» (Leão XIII, Octobri mense, 22.9.1891).

«Ela dá-nos o seu Filho e com Ele dá-nos todos os socorros de que necessitamos, porque Deus quis que tenhamos tudo por Maria» (Pio XII, Mediator Deis, 20.11.1947).

«Deus Filho comunicou a Sua Mãe tudo o que adquiriu pela Sua vida e pela Sua morte, os Seus méritos infinitos e as Suas virtudes admiráveis, e fê-la tesoureira de tudo o que o Pai lhe deu em herança; é por ela que Ele aplica os Seus méritos aos Seus membros, que comunica as Suas virtudes e distribui as Suas graças; é o Seu misterioso canal, o Seu aqueduto, por onde faz passar docemente e abundantemente as Suas misericórdias» (S. Luis Maria G. de Montfort, Verdadeira Devoção, nº 24).