quarta-feira, dezembro 21, 2011

O Consolador prometido veio há dois mil anos atrás



Uma das coisas que prende os espíritas à sua crença é a invenção sobre o Consolador ser o próprio espiritismo, de que esta [falsa] doutrina seria O Consolador prometido por Jesus Cristo, que não poderia ter vindo na época dos apóstolos porque eles não estariam preparados. Então Deus teria enviado o Espírito Santo 1.800 anos depois, e seria esta a terceira revelação, a de que o Espírito Santo seria o conjunto de "espíritos superiores" que consolaria os homens na terra através de mensagens vindas do além.

Ora, para crer que o Consolador é o espiritismo vindo 1.800 anos depois de Cristo, é preciso desconhecer a Bíblia ou não querer enxergar a realidade. Pois o Paráclito que Nosso Senhor prometeu veio naquela época mesmo, pouco depois de sua morte e ressurreição. Não acredita? Pois basta ler em Atos dos Apóstolos 1,4 quando Jesus afirma que cumprirá a promessa em breve e em Atos 2 sobre a vinda do Espírito Santo. Veio o Consolador e iluminou os discípulos de Nosso Senhor, tirando-lhes o medo, ensinando-lhes a serem testemunhas de Cristo na terra, consolando-lhes nas atribulações que sofreram, pois foram todos martirizados (presos, torturados e mortos por amor a Deus).

Veja o que diz a Bíblia: [Jesus] "ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa de seu Pai, que ouvistes, disse ele, da minha boca". (Atos dos Apóstolos 1,4). Ora, Jesus prometeu e mandou que eles esperassem em Jerusalém pelo Consolador. Eles esperaram até o século XIX pelo espiritismo? Não, eles esperaram em Jerusalém e há dois mil anos atrás o Consolador foi enviado a todos eles, conforme Jesus Cristo prometera, claro, porque Ele não mente, nem se engana, pois é a própria Verdade.

Então sim, o Consolador veio no Pentecostes e os encheu com os dons de Deus para que seguissem adiante na pregação do Evangelho. E foi isso que fizeram. Eles que estavam tão medrosos, depois do Pentecostes se transformaram em leões no combate pela fé, sem medo, cheios de ardor e amor a Deus e ao próximo.
Os espíritas dizem que nada foi ensinado no Pentecostes. De onde tirararam isso? Se foi justamente nesta data que o Espírito Santo derramou seus dons sobre os que estavam no Cenáculo? Os sete dons são: Temor, Fortaleza, Piedade, Conselho, Inteligência, Ciência, Sabedoria. Eles receberam tudo isso e os espíritas dizem que eles não aprenderam nada? Eles mudaram totalmente de disposição, deixando o medo que sentiam e se "jogaram às feras" na defesa da Fé, convertendo milhares de pessoas, e ainda dizem que nada lhes foi ensinado no Pentecostes? Pare e reflita.

Veja nesse texto a promessa de Jesus Cristo e o cumprimento desta há dois mil anos atrás (os grifos são meus): 

"Era a noite de Quinta-feira Santa. Os apóstolos tinham acabado de receber a sua Primeira Comunhão das mãos do próprio Jesus. Este, como sabia que no dia seguinte ia morrer na cruz, começou a falar com tanta ternura, que aqueles homens, que o seguiam havia três anos, se comoveram muito. 

Eis o que Jesus lhes dizia: - Meus filhinhos, tenho de deixar-vos... vou partir. Sei que isto que vos digo é muito triste. Mas é preciso. É para o vosso bem. É porque vos amo que vou morrer por vós. Depois, voltarei para o meu Pai, que é também o vosso Pai. E vós já o conheceis, pois é a ele que falais quando dizeis, na oração que vos ensinei: Pai Nosso, que estais nos céus... 

- Mas não quero que fiqueis tristes. Escutai bem o que vos digo: quando eu tiver voltado para junto de meu Pai, eu vos enviarei o grande Consolador, o Espírito Santo. Ele virá a vós. E, se souberdes recebê-lo, ele virá habitar em vossa alma.
- Enquanto estivestes comigo, eu vos ensinei muitas coisas. Mas, apesar de vossa boa vontade, não pudestes compreender tudo... O Espírito Santo virá, e ele vos explicará tudo quanto não entendestes. Se fordes fiéis, ele vos fará compreender tudo o que eu vos disse... 

No dia seguinte, Jesus estava morto: pregado na Cruz. Foi uma coisa terrível! Todos os apóstolos fugiram. Por três vezes Pedro dissera que não conhecia Jesus, que nunca tinha estado com ele, tão grande era seu medo de ser também preso e morto pelos Judeus. Só à tarde é que João voltou ao Calvário e ficou perto de Nossa Senhora, que estava de pé junto à Cruz, enquanto Jesus morria. Os outros apóstolos sumiram; com certeza, estavam escondidos em algum lugar... 

Depois, foi o domingo de Páscoa. De manhã bem cedinho, Pedro e João encontraram o túmulo vazio... Ficaram muito assustados! Não entendiam mais nada. Na tarde desse dia, Jesus apareceu no meio deles. Como não precisou abrir a porta, pois o seu corpo glorioso podia passar através das paredes, os apóstolos começaram a gritar: 

- É um fantasma! 

E Jesus teve de sossegá-los e acalmá-los. Tomé estava ausente. À noite, quando voltou, os outros lhe disseram:

- Sabes, Tomé, nós vimos o Senhor! Ele está vivo! Ressuscitou! Mas Tomé não quis acreditar e disse: - Pois se eu não puser o dedo nas feridas de suas mãos, e a mão na chaga do seu lado, não acreditarei! 

Não, na verdade, não podemos dizer que os apóstolos tivessem fé viva nem grande coragem! Eles precisavam muito receber o Espírito Santo! 

Depois de sua ressurreição, durante um mês mais ou menos, Jesus continuou a aparecer-lhes, de vez em quando. Uma vez, foi no Cenáculo; outra, na praia, junto ao mar, onde os apóstolos tinham recomeçado a pescar, como antigamente, pois já não tinham outra coisa a fazer! Quando Jesus vinha visitá-los, ficavam radiantes, e sentiam o mesmo entusiasmo dos primeiros tempos. Mas logo que os deixava de novo, sentiam-se muito sós e terrivelmente tristes. 

No fim de quarenta dias, Jesus disse-lhes que agora ia partir para sempre. Que triste notícia para os apóstolos! Jesus tinha vindo ainda uma vez tomar a refeição com eles, só para alegrá-los, pois o seu corpo glorioso já não precisava de alimento. E lembrou-lhes então a sua promessa: 

- Não vos afasteis de Jerusalém, pois daqui a poucos dias eu vos enviarei o Espírito Santo. Quando ele tiver descido às vossas almas, ele vos dará a sua força. E todos vós sereis as minhas testemunhas... 

Nessa mesma tarde, os apóstolos viram Jesus elevar-se ao céu. Estava tudo acabado! Nunca mais veriam Jesus na terra. 

Para obedecer à sua última vontade, os apóstolos reuniram-se no Cenáculo. Mas estavam muito tristes: Jesus tinha-os deixado para sempre! Felizmente, a Santíssima Virgem estava com eles. E, com todo o carinho, como só as mães sabem fazer, ela os consolou e tranqüilizou. Assim, calmos e sossegados, eles puseram-se a rezar com ela, enquanto esperavam o grande Consolador que Jesus lhes prometera. 

Ao fim de dez dias, quando estavam todos reunidos em volta de Nossa Senhora, um vento muito forte começou a soprar sobre a casa. Um verdadeiro tufão sacudia o telhado, as paredes, as portas. Todos olhavam assustados... E, de repente, viram aparecer, na sala onde se encontravam, chamas luminosas com a forma de línguas de fogo, que vieram pousar sobre cada um deles. 

E eis que já não sentiam medo! Alguma coisa acontecera em suas almas. Uma coisa maravilhosa, espantosa, incrível! Parecia que as línguas de fogo que tinham visto por alguns instantes haviam-lhes penetrado nos corações, aquecendo, abrasando, transformando-os. Sentiam agora uma alegria imensa, e ao mesmo tempo muita calma. Experimentavam a certeza absoluta de que Jesus é realmente o Filho de Deus, que ele tinha verdadeiramente ressuscitado, e que os escolhera - embora fossem pobres homens, medrosos e covardes - para levar, pelo mundo todo, a boa nova do Evangelho. A feliz notícia da Redenção! 

Imediatamente, Pedro, que era o chefe dos apóstolos, saiu à rua e começou a explicar a todos que passavam que Jesus tinha morrido para nos salvar, que ele tinha ressuscitado, e que todos deviam crer no seu amor. 

O medo que antes sentiam, desaparecera completamente! 

Algum tempo depois, Pedro e João foram presos e levados para a cadeia.

- Nós vos proibimos falar no Senhor Jesus - disse-lhes o juiz.
- Isso é impossível! - respondeu São Pedro. Somos suas testemunhas; ainda que nos ameacem de morte, falaremos de Nosso Senhor. Não podemos deixar de obedecer a Deus! 

De fato, anos mais tarde, todos os apóstolos foram martirizados: cada um no país onde o Espírito Santo lhe ordenara pregar o Evangelho. 

Mártires. Santos. Testemunhas de Jesus. Eis o que o Espírito Santo fez daqueles pobres homens que, na noite da Paixão de Jesus, tinham fugido, escondendo-se como uns poltrões e covardes. 

Trecho extraído do livro "As Sete Velas de Meu Barco", de M.D. Poinsenet. Pgs 3 a 6.

15 comentários:

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    1. Angelo, Nosso Senhor prometeu que ficaria conosco até o fim dos tempos, e está cumprindo Sua promessa, pois nos deu o Espírito Santo (no Pentecostes) que nos guia ainda hoje na Igreja. A Revelação terminou com a morte do último apóstolo, mas o depósito da Fé ficou a cargo da Igreja. Então Ele nos deixou o Espirito Santo para nos guiar, do Pentecostes até o fim dos tempos. A citação que você colocou aí fala sobre isso mesmo. No Pentecostes foi ensinado muita coisa, o essencial para espalhar a Boa Nova, mas o trabalho do Espirito Santo não terminou ali, Ele continua nos guiando.

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    2. Cara Andrea Patricia,

      Existe um relativismo em torno destas passagens do Evangelho porque é tanto o Espiritismo quanto o catolicismo tentando "puxar para si" a interpretação correta daquelas palavras apoiando-se nos conceitos formados a partir do contexto em que ambas se desenvolveram.

      Senão vejamos.

      Pesquisando na Internet sobre “O Evangelho segundo o Espiritismo”, lemos a passagem em apreço sob a ótica espírita seguida do seguinte comentário atribuído a Kardec, logo após a citação de João cap. 14, v.15, 16, 17 e 26:

      “Jesus promete outro consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito. Se, portanto, o Espírito de Verdade tinha de vir mais tarde ensinar todas as coisas, é que o Cristo não dissera tudo; se ele vem relembrar o que o Cristo disse, é que o que este disse foi esquecido ou mal compreendido.

      O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei; ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas. Advertiu o Cristo: "Ouçam os que têm ouvidos para ouvir." O Espiritismo vem abrir os olhos e os ouvidos, porquanto fala sem figuras, nem alegorias; levanta o véu intencionalmente lançado sobre certos mistérios. Vem, finalmente, trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra e a todos os que sofrem, atribuindo causa justa e fim útil a todas as dores.

      Disse o Cristo: "Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados." Mas, como há de alguém sentir-se ditoso por sofrer, se não sabe por que sofre? O Espiritismo mostra a causa dos sofrimentos nas existências anteriores e na destinação da Terra, onde o homem expia o seu passado. Mostra o objetivo dos sofrimentos, apontando-os como crises salutares que produzem a cura e como meio de depuração que garante a felicidade nas existências futuras. O homem compreende que mereceu sofrer e acha justo o sofrimento. Sabe que este lhe auxilia o adiantamento e o aceita sem murmurar, como o obreiro aceita o trabalho que lhe assegurará o salário. O Espiritismo lhe dá fé inabalável no futuro e a dúvida pungente não mais se lhe apossa da alma. Dando-lhe a ver do alto as coisas, a importância das vicissitudes terrenas some-se no vasto e esplêndido horizonte que ele o faz descortinar, e a perspectiva da felicidade que o espera lhe dá a paciência, a resignação e a coragem de ir até ao termo do caminho.

      Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança.”

      E tudo indica que a razão desta identificação com aquela passagem do Evangelho de João se justifica pelo fato de haver uma entidade que se autotitulava “Espírito de Verdade” ter transmitido comunicações a médiuns com os quais o próprio Kardec houve de ter contato na época em que iniciou suas investigações em torno dos fenômenos mediúnicos de psicografia. (Tais médiuns de psicografia eram desconhecidos do professor Rivail e aqueles que serviram de intermediários ao suposto “Espírito de Verdade”, recebiam comunicações que quando cruzadas coincidiam com as mesmas ideias quanto à revelação que estava se fazendo)

      Inclusive, lemos logo em seguida na seção “instruções dos Espíritos”, uma mensagem atribuída ao tal Espírito de Verdade, transmitida por via mediúnica que inicia com termos “flagrantes” e com o mesmo “teor” daqueles utilizados por Jesus: “Venho, como outrora aos transviados filhos de Israel, trazer-vos a verdade e dissipar as trevas. Escutai-me. O Espiritismo, como o fez antigamente a minha palavra (...)”

      Quer dizer, que em sua opinião, não existe nenhuma possibilidade de esse Ser, esse Espírito, ser o mesmo de que trata Jesus no Evangelho ao ser referir ao Consolador?

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  2. Miguel Angelo, obrigada pelo comentário. Um problema sério que é tanto dos protestantes quanto dos espíritas é tomar a Bíblia como alguma espécie de regra única (no caso dos espíritas terminaram dizendo que só vale a parte moral da Sagrada Escritura). Mas o Cristianismo não é somente Bíblia, é Tradição. Então as interpretações da Escritura não cabem a nós leigos, mas sim a Igreja, que foi deixada por Cristo. O que vale é Bíblia junto com a Tradição.

    Esse método dos médiuns não foi assim como os espiritas contam, não. No fim das contas as mensagens que Kardec utilizou foram de poucas médiuns que ele conhecia.

    Então, essa passagem que você citou é bem interessante para mostrar como que o espiritismo é falho, pois é muita pretensão achar que somente 1800 anos depois de Cristo que veio surgir a interpretação correta, o ensinamento verdadeiro sobre Cristo, sobre o cristianismo.

    Nosso Senhor disse que não nos abandonaria, que mandaria o Consolador e que a Igreja Dele nunca seria vencida (“as portas do Inferno não prevalecerão”). Então como Ele promete que não nos abandonaria e depois passa 1800 anos para nos dar o Consolador, deixando os cristãos todos soltos no mundo? Isso não faz o menor sentido. Vendo somente a vida dos santos canonizados (os reconhecidos pela Igreja, os conhecidos pelas pessoas) podemos perceber que algo grandioso aconteceu, pois as vidas deles são o testemunho vivo da ação do Espírito Santo sobre a Igreja.

    Esse tal “Espírito da Verdade” do qual fala o espiritismo, é das duas uma: invenção de alguém aqui da Terra, ou criação diabólica.

    Veja que na própria Bíblia, como indiquei no texto, o Senhor fala que o Consolador virá e que os apóstolos e discípulos devem esperar em Jerusalém. Eles deveriam ficar em Jerusalém esperando o Paráclito. Ficariam 1800 anos esperando?

    Aviso que não publicarei comentários com proselitismo espírita.

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    2. Não há problema em fazer proselitismo, contanto que seja da verdade. Todo aquele que tenta convencer o outro daquilo em que acredita, está fazendo proselitismo. Vocês espíritas vivem fazendo isso, por isso eu aviso logo que não aceito propaganda espírita aqui.

      Angelo, o católico verdadeiro não procura desesperadamente a salvação dos outros, ele busca se salvar e ajudar na salvação dos outros, mas sem desespero, sem “forçar a barra”. Deus tem o tempo Dele, e se a pessoa não foi tocada pelo Espírito Santo, não adianta insistir. Mostramos a verdade, quem quiser seguir, siga.
      Se você pensa que me enfureci com o que você comentou, engana-se. Não me enfureço com nada disso. Compreendo você, já passei por isso, só não vou aceitar mais esse tipo de comentário “metralhadora giratória”, atirando coisas falsas para todos os lados. Nem tenho como responder a isso tudo, então se tiver coisas assim, não publico mais.

      A Verdade é Cristo. Ele mesmo disse: “Eu Sou O Caminho, A Verdade e A Vida”. Se não ouvirmos a voz Dele, se não buscarmos fazer parte da Igreja que Ele deixou para nós, não encontraremos a Verdade, nem seremos salvos.

      Cristão é quem aceita aquilo que Nosso Senhor Jesus Cristo ensinou, é quem aceita Sua Igreja.

      Um católico tem que buscar cumprir os Mandamentos de Deus, frequentar os sacramentos e fazer as obras de misericórdia, pedindo sempre por sua alma e as dos outros, viver de acordo com seu estado (casado ou religioso). Esse é o ensino da Igreja.
      O que escraviza é a mentira. A religião verdadeira liberta porque religa (religião vem de religare) o homem a Deus.

      Sim, o santo apóstolo diz, inspirado pelo Espírito Santo, para guardarmos o que é bom e também diz “Guardai-vos de toda a espécie de mal”. Bom é aquilo que Deus quer, e o mal é aquilo que vai contra a vontade de Deus. Como examinar e decidir o que é bom? Se não tivermos instruções sobre isso, se não seguirmos o que Deus quer, buscaremos fazer aquilo que achamos que é bom, não o que é bom de verdade.

      Angelo, será que sou eu quem dorme?

      Busque rezar pedindo a Deus iluminação para ver a Verdade. Digo isso de coração.

      Você será sempre bem vindo aqui se comentar com respeito, atendo-se ao tema da postagem.

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    1. Angelo, eu não acredito em liberdade de expressão irrestrita. Por exemplo: um serial killer não tem o direito de expor seus pensamentos macabros por aí, de jeito nenhum. Gente assim tem que estar presa e quieta para não perturbar a sociedade. Então essa frase do iluminista é falha. Eu não defendo o direito de um doente mental, de um tirano, sociopata, dizer todo tipo de bobagem criminosa que passe pela cabeça dele. Não defendo o direito de dizer mentiras, bobagens, etc. Somente a verdade possui direitos, o erro não.

      Seria bom que os espíritas criticassem também seus próprios “dogmas”, como a reencanação, por exemplo. Dogma é uma verdade de fé defendida pela Igreja, e aqui eu estou usando esse termo como comparação àquilo que os espíritas julgam serem suas verdades: comunicação com “o mundo dos espíritos”, reencarnação, etc. Tudo isso é uma espécie de dogma para os espíritas, mas não vi nenhum até hoje admitir isso.

      Aponte uma descoberta científica rejeitada pela Igreja. Umazinha só. Isso que você escreveu não existe, Angelo. Como pode a Igreja ser contra a Ciência, quando tantos de seus clérigos são cientistas e até foram cientistas muito importantes? Você sabia disso? Dá uma olhada nessa lista: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_cl%C3%A9rigos-cientistas_cat%C3%B3licos

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  4. Interessante notar que atualmente dificilmente encontramos um cristão/católico envolvido em práticas ligadas ao fanatismo religioso. A maioria dos absurdos que leio atualmente estão ligados aos segmentos extremistas da religião Islâmica que ao meu ver estão muito longe de respeitar a dignidade humana, principalmente as mulheres que são tratadas como objeto. Não dá pra generalizar, mas é só se ater ao que é divulgado pela mídia.

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    1. Agatha, não conheço, nem nunca ouvi falar de nenhum católico fanático. Fanatismo eu vejo muito entre muçulmanos e entre alguns protestantes, mas nem todos.

      Os muçulmanos são os que mais perseguem os cristãos. Pobres das mulheres que vivem sob o jugo deles :(

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    2. Também não conheço, mas a nível mundial eu penso que devem existir fanáticos de todo tipo de religião e seita. Até mesmo por filosofias e motivações culturais, muitos indivíduos acabam promovendo ações extremistas.

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    3. Agatha, não pode haver verdadeiro catolico fanatico, porque o fanatismo quer empurrar, forçar as pessoas a fazer ou aceitar algo, e isso é o contrário do catolicismo, pois Nosso Senhor disse "ide e ensinai" e não disse 'ide e obrigai'. Entao se aparecer algum catolico fanatico, pode ter certeza de que esse pobre coitado nem sabe o que é ser católico ;)

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  5. Angelo, isso é realmente cansativo. Não vou publicar mais comentários desse tipo. O blog é meu espaço e quem entrar aqui deve ter educação. Eu publico argumentos contrários, comentários de ateus, protestantes, espíritas, o que for, contanto que sejam feitos com educação e sejam pertinentes ao tema. Isso é regra básica de convivência na sociedade.

    Quer a verdade? Busque com sinceridade. Enquanto você quiser confirmar suas próprias ideias, irá ficar desse jeito, esbravejando cheio de ódio em cima de pessoas que só buscam viver a Fé.

    A Bíblia já possuía traduções muito antes da dita Reforma e só pode se espalhar depois da invenção da Imprensa, claro, porque antes disso as pessoas copiavam à mão, era trabalhoso e caro demais! Como todos poderiam ter um livro desses?

    As coisas que você repete são mentiras inventadas por gente que odeia a Igreja, pare e reflita! Eu passei links para que você pesquise. Busque enquanto é tempo!

    Para começar: http://caiafarsa.wordpress.com/

    Para terminar, deixo aqui uma frase do seu amado Voltaire:
    “minta, minta sempre, alguma coisa ficará”.

    Essa era a arma que ele usava para denegrir a Igreja Católica. Dá para acreditar em quem diz algo assim? É nessa gente que você acredita, Angelo. Repense.

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    2. E lá vem você novamente ofendendo a dona do espaço...

      Meu blog não é para debates, é para colocar minhas ideias e para ajudar os católicos, trocar ideias com meus leitores. Quem quiser aparecer e aprender, é bem vindo, seja de que religião for, ou sem religião também. Contanto que compreenda para quê é feito o blog.

      Não sou a favor de livre manifestação de opiniões, porque não devemos dar espaço a mentira. Pensei que já tivesse deixado isso claro.

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