sábado, agosto 04, 2012

Não doe seu coração

Conheça os fatos sobre transplante de órgãos vitais
Por Randy Engel
Traduzido por Andrea Patrícia



Uma admissão de ignorância
Muitos leitores da Renew America, penso eu, estão familiarizados com as minhas credenciais pró-vida.
Tive o privilégio de ter vindo para o Movimento Pró-vida, no início dos anos 1960. Meu interesse inicial foi em programas federais de controle interno e externo de população e o aborto eugênico mais tarde, os programas de iniciação sexual em escolas públicas e paroquiais, embrião humano e experimentação fetal, e eutanásia.
Em 1972, fundei a U.S. Coalition for Life [Coligação dos EUA Pela Vida] como uma agência internacional de pesquisa pró-vida, e seis anos mais tarde, com a assistência do Dr. Jerome Lejeune, da Universidade de Paris, eu criei a Fundação Internacional para a Pesquisa Genética, popularmente conhecida como Michael Fund, como a alternativa pró-vida para o March of Dimes. Eu escrevi três livros que lidam com questões pró-vida.
Perante este cenário, alguém poderia pensar que eu deveria ter conhecido a verdade sobre transplantes de órgãos vitais não pareados como uma forma de eutanásia, uma forma de assassinato, mas a triste verdade é que, enquanto eu deveria saber, eu não sabia. E eu teria permanecido em meu estado de ignorância se não fosse pelo Dr. Paul Byrne, um neonatologista de Ohio e co-fundador do Life Guardian Foundation, que removeu as escamas dos meus olhos e me permitiu ver o quanto é maligno o transplante de órgãos vitais. [1]

A indústria de doação de órgãos
Como a indústria do aborto, a indústria de transplante de órgão vital repousa sobre o princípio utilitarista de que o fim justifica os meios. Como a indústria do aborto, seu nexo é dinheiro, duro e frio - bilhões de dólares em dinheiro duro e frio. A única coisa mais difícil e mais fria que o dinheiro, é o coração dos cirurgiões e funcionários que, tendo chegado ao conhecimento de que eles têm que matar um doador vivo a fim de recuperar um órgão saudável para um destinatário companheiro ser humano, continuam a exercer essa carnificina médica e racionalizam justificando a morte pelo fato de que os órgãos extirpados serão usados para salvar a vida de outro ser humano vivo.
Aqueles que são Pró-vida precisam fazer uma ligação direta do transplante de órgãos vitais com a questão da vida, porque é uma violação da lei moral natural e do Mandamento de Deus - Não matarás.

Transplante de órgãos não pareado X pareado
Desde o início, é importante distinguir entre doação de órgãos não pareados e pareados. O transplante de órgãos pareados, tal como um dos dois rins, um pedaço de um fígado, ou um pedaço de um pulmão é geralmente permitido desde que seja obtido o consentimento verdadeiro do doador e que ele compreenda que a remoção destes órgãos e pedaços de órgãos diminui suas próprias funções corporais. Mas o caso dos não pareados, isto é, órgãos vitais únicos, tais como o coração e o fígado, é uma questão completamente diferente.

Em meados dos anos 1960, após inúmeras tentativas fracassadas de obter órgãos não pareados viáveis como o coração de cadáveres “frescos” ou cadáveres, ficou claro para os cirurgiões de transplante que órgãos vitais saudáveis para transplante só poderiam ser obtidos a partir de um doador vivo - um coração batendo só poderia ser obtido a partir de um ser humano vivo.

O segredo obscuro de Christian Barnard
O cirurgião Sul Africano Christian Barnard cumpriu parte de seus estudos de pós-graduação de medicina nos Estados Unidos na Universidade de Minnesota. Foi lá que ele conheceu o Dr. Norman Shumway, que fez grande parte da pesquisa pioneira que conduziu ao primeiro transplante de coração humano. Barnard realizou o primeiro transplante renal na África do Sul em outubro de 1967, mas seu principal interesse era a cirurgia cardíaca. Ele queria fazer um transplante de coração humano.
Em Novembro de 1967, Barnard encontrou um paciente de 54 anos com o nome de Louis Washkansky que concordou em participar do experimento médico como destinatário de um coração.
Um mês depois, em 03 de dezembro de 1967, o pai de Denise Darvall, uma jovem que ficou gravemente ferida em um acidente de carro que matou sua mãe, deu a sua permissão para ter o coração de sua filha extraído e transplantado para o Sr. Washkansky. Nesse mesmo dia, a primeira operação de transplante de coração humano ocorreu. Bernard foi ajudado por seu irmão, Marius. A operação durou 9 horas e empregou uma equipe médica de trinta pessoas.
O problema imediato que Barnard teve que enfrentar foi que, embora o cérebro de Denise estivesse danificado, seu coração estava batendo e saudável, indicando que ela ainda estava viva pelos tradicionais padrões corporais. Então, o que faria seu coração parar de modo que pudesse ser legalmente retirado? Barnard mais tarde disse aos repórteres que ele tinha esperado seu coração parar naturalmente antes de cortá-lo fora, mas isso era uma mentira. O público só soube a verdade quarenta anos depois.
Na insistência de Marius, depois que seu irmão tinha aberto a cavidade torácica, Christian havia injetado uma dose concentrada de potássio para paralisar o coração de Denise, tornando-o assim "tecnicamente" morto. [2] Tudo já tinha sido preparado de modo que Bernard rapidamente procedeu ao corte dos grandes vasos, esfriou o coração e costurou-o para o receptor. Denise estava viva antes de seu coração ter sido retirado. Ela estava realmente morta depois de ter sido cortado de seu corpo.
Três dias após o assassinato [cometido por] Barnard, para não ficar para trás, um médico na África do Sul, o Dr. Adrian Kantrowitz, cirurgião do Maimonides Medical Center no Brooklyn, extraiu um coração batendo de um bebê vivo com três dias de idade, e transplantou em um com dezoito dias de idade com doença cardíaca. No final do dia, ambos os bebês estavam mortos.

O Comitê Ad Hoc de Harvard sobre morte encefálica
A controvérsia após os assassinatos [cometidos por] Kantrowitz foi fundamental para a formação do Comitê Ad Hoc da Escola Médica de Harvard para estudar a "morte cerebral", de acordo com os novos critérios para a morte.
O enigma óbvio enfrentando pelos cirurgiões de transplante era o de que os órgãos retirados de cadáveres não se recuperavam do período de isquemia (perda de suprimento sanguíneo para órgãos) após a morte real. Depois que a circulação e a respiração tenham parado, dentro de 4 a 5 minutos o coração e o fígado não são mais adequados para o transplante. Para os rins o tempo é de cerca de 30 minutos.
Igualmente clara foi a constatação de que, a fim de continuar a transplantação de órgãos vitais não pareados, seria necessário redefinir a morte, isto é, estabelecer um novo critério para a morte que legalmente permitisse a extração de órgãos vitais de seres humanos vivos. Tal redefinição permitiria que os cirurgiões de transplante matassem com imunidade legal.
Em agosto de 1968, o Journal of the American Medical Association publicou "A Definition of Irreversible Coma: Report of the Ad Hoc Committee of the Harvard Medical School to Examine the Definition of Brain Death" ["Uma Definição de Coma Irreversível: Relatório do Comitê Ad Hoc da Faculdade de Medicina de Harvard para Examinar a Definição de Morte Cerebral"] [3]. Os autores não foram listados. [4]
O Comitê de Harvard citou dois motivos para o estabelecimento da "morte cerebral", como os novos critérios para a morte. O primeiro foi o problema que envolvia o uso de reanimação e outras medidas de suporte para estender a vida das pessoas gravemente feridas. A segunda razão foram os "Critérios obsoletos para a definição de morte [que] podem levar à controvérsia na obtenção de órgãos para transplante”.
Também deve ser notado que os critérios de "morte cerebral" não se originaram ou desenvolveram, através da aplicação do método científico de observação e hipótese seguido de verificação. A Comissão não apresentou dados comprobatórios ou de investigação científica ou estudos de caso de cada paciente. O Comitê não determinou se coma irreversível era um critério adequado para a morte. Ao contrário, sua missão foi a de ver que isso foi estabelecido como um novo critério para a morte. Em suma, o relatório foi feito para caber as conclusões já prontas.

O mito da morte encefálica
Biologicamente falando, o corpo é composto de células, tecidos, órgãos e onze sistemas, incluindo três principais sistemas vitais. Nenhum órgão ou sistema controla todos os outros órgãos e sistemas. O funcionamento interdependente de órgãos e sistemas mantém a unidade, a homeostase, as defesas imunológicas, cura, crescimento e troca com o meio ambiente, por exemplo, de oxigênio e dióxido de carbono. Seria bom lembrar a esse respeito, que o embrião humano não desenvolve um cérebro até que ele tenha seis semanas de idade, mas ele é um ser humano vivo desde o momento da concepção.
Todos nós reconhecemos os sinais de vida em um ser humano, incluindo temperatura, freqüência cardíaca, pressão arterial, respiração e reflexos. Nós também reconhecemos os sinais de morte, incluindo a ausência de respiração, batimentos cardíacos, pulso e pressão sanguínea. Uma vez que a alma se afastou do corpo, o que resta é um cadáver - vazio, frio, azul, rígido e que não responde a todos os estímulos. A ventilação não irá restaurar a respiração em um cadáver. Um marca-passo pode enviar um sinal, mas não pode iniciar o batimento cardíaco no cadáver. A cura nunca ocorre em um paciente que está realmente morto. A certeza é a putrefação geral do corpo.
Usando esses critérios tradicionais para a morte, é claro que o paciente com "morte cerebral" está realmente vivo. Seu corpo é quente e flexível. Ele tem batimento cardíaco, cor normal, temperatura e pressão sanguínea. A maioria das funções continua, incluindo a digestão, a excreção e a manutenção do equilíbrio de fluidos com a saída de urina normal. Ele recebe alimentação intravenosa, transfusões de sangue, antibióticos e outros medicamentos necessários para mantê-lo em plena forma para a operação de transplante. Muitas vezes ele dará uma resposta a incisões cirúrgicas. Dado um período suficientemente longo de observação, ele irá mostrar sinais de cura e crescimento. Se for criança, ele começará a percorrer as etapas da puberdade.
As companhias de seguros cobrem os custos de UTI ou Emergência para a "morte cerebral" do paciente, bem como todas as suas despesas médicas, do mesmo jeito que fazem para pacientes vivos. Quaisquer custos que envolvam a transferência de um doador de órgão para outro hospital estão cobertos pelo seguro. Será que eles fazem isso por um cadáver?
Pouco depois que o relatório do Comitê de Harvard foi publicado no JAMA, a "morte cerebral" foi adotada como o novo padrão de morte na maioria dos hospitais nos EUA, incluindo os hospitais católicos. Em 1978, trinta conjuntos diferentes de critérios de "morte cerebral" foram publicados - cada conjunto de critérios tendia a ser menos rigoroso do que os conjuntos anteriores. Os meios de comunicação esquerdistas começaram a ajustar sua linguagem para acomodar a nova "realidade", referindo-se aos doadores com "morte cerebral" como "cadáveres com coração batendo", "cadáveres ventilados", ou "mortos vivos", implicando que uma pessoa poderia estar viva e morta ao mesmo tempo. [5]
Uma dessas novas definições de morte é a "morte cardíaca", que é usada quando um potencial doador de órgãos não satisfaz os critérios de "morte cerebral", mas ele sofreu algumas lesões ou tem uma doença, sugerindo que a morte ocorrerá em breve. Segundo os critérios cardíacos, o paciente pode ser declarado morto na base de "cessação irreversível da função cardíaca", tendo seus órgãos retirados para transplante. A questão sem resposta é: como é possível afirmar que os danos ao coração do doador eram irreversíveis, e que o coração tinha perdido toda a sua função, mas depois passou a funcionar perfeitamente bem depois de ter sido transplantado para um destinatário? A resposta aponta na direção da eutanásia paga. Programas de transplantação são altamente desejáveis para hospitais, pois são programas de lucros elevados. Fazer uma reanimação cardiorrespiratória vigorosa no "morto-vivo" não é tão rentável como extrair e vender seus órgãos.

O doador de órgãos ideal
Embora os órgãos possam ser tomados a partir de pessoas vivas de todas as idades, os candidatos mais desejáveis para transplante de órgão vital são jovens adultos com idades entre 16 e 30 anos, simplesmente porque eles têm, geralmente, os órgãos mais saudáveis. Os adolescentes são especialmente propensos a assumir comportamentos de risco, e a indústria de doação de órgãos reconheceu este fato, orientando-os como potenciais doadores de órgãos através de programas especiais em escolas e secretarias de auto licenças estaduais para incentivar os jovens a "dar o dom da vida", sem proporcionar-lhes a chance de  consentir de posse das informações sobre a verdadeira natureza do transplante de órgãos. Um coração saudável batendo, ou outro órgão vital, vale em média 24.000 dólares, e o corpo de um doador com "morte cerebral" vale uma média de 70.000 dólares. Em um único ano, receptores de órgãos vitais ou as suas empresas de seguros pagam mais de 3 bilhões de dólares para a indústria de doação de órgãos. Deve-se notar que, além de órgãos principais, há um grande mercado internacional, além do mercado negro para outras partes de reposição do corpo fornecidas por hospitais, funerárias, necrotérios e crematórios. Um único corpo pode fornecer a várias centenas de pessoas com órgãos, tecidos, córneas, ligamentos, etc. Uma coisa, porém, é clara: as famílias dos doadores não recebem qualquer benefício monetário de seu "dom da vida.”.

O papel do solicitador designado
O governo federal tem estado profundamente envolvido na promoção da doação de órgãos e atualmente existem pelo menos 63 agências doadoras que foram aprovadas por ele para obter órgãos vitais para transplante. Essas agências doadoras, por sua vez, geraram uma rede burocrática enorme que impulsiona a indústria da doação de órgãos. Entre os principais atores nessa burocracia está o "solicitante designado.”.
Em 1998, o governo federal aprovou uma disposição exigindo que os médicos, enfermeiros, capelães e outros profissionais de saúde não podem falar com um familiar de um potencial doador de órgãos sem antes obter a aprovação do Sistema de Recuperação Regional de órgãos. Se o potencial para o transplante existe, um treinado "solicitante designado" visita a família do primeiro paciente, incluindo as famílias que se opõem veementemente a doação de órgãos.
Estudos têm demonstrado que esses profissionais "solicitantes designados" têm uma alta taxa de sucesso para a obtenção de permissão para a doação de órgãos de membros da família de luto. Isso é porque eles são treinados para "vender" o conceito de doação de órgãos, usando frases emocionalmente carregadas, como "dar o dom da vida", "o coração da pessoa amada vai viver em outra pessoa", e outros chavões semelhantes, todos vazio de significado verdadeiro.
De acordo com Bernice Jones da Life Guardian Foundation:
O roteiro entregue à família do "doador" tem sido muito bem orquestrado e ensaiado. ... O "pedido"... foi cuidadosamente desenvolvido através de um processo em que os atores /atrizes têm sido utilizados para simular o choque, angústia e desespero dos entes queridos do paciente! ...
Entenda, no meio de um acidente súbito e trágico, quando os entes queridos do paciente estão severamente estressados e traumatizados, [eles] são abordados e o "pedido" é feito! Nenhuma outra circunstância é considerada um "momento adequado" para um ente querido de um paciente ser forçado a tomar uma decisão sob tal coação! ...
Sob o exterior estéril, polido e brilhante do "dom da vida" existe uma verdade feia, horrível!
Sem o "conhecimento e consentimento" do paciente ou membros da família do paciente e entes queridos, a UTI tem sido transformada em um guardador de órgãos! O "paciente", sem que tenha cometido nenhum crime, é condenado à morte! A ala da UTI é, na verdade, o corredor da morte na qual o "doador de órgãos" passa horas, às vezes dias de tratamento torturante utilizado como um recipiente de "peças de reposição!"... até ao momento em que uma morte conveniente tenha sido orquestrada e designada! [6]
A Sra. Jones pode falar com autoridade porque seu filho, Brandon, sofreu um ferimento de bala acidental na cabeça e foi declarado com "morte cerebral" à chegada ao hospital; e porque ele havia assinado como um doador de órgãos na carteira de motorista, foi preparado imediatamente para a remoção dos seus órgãos, a qual foi realizada entre 19 a 20 horas mais tarde. [7] Neste ponto, Brandon Jones estava realmente morto.

Você carrega um cartão de doador de órgãos opt-out*?
Nenhum ser humano deve ter de enfrentar a morte ignominiosa que Brandon Jones experimentou, ou o inferno que a família Jones foi forçada a suportar, uma vez que os registros hospitalares oficiais revelaram a verdade - que Brandon estava realmente vivo e não morto após o acidente, e de fato, lutou para viver, até o momento em que ele foi dissecado na mesa de operação.
Como mais e mais americanos aprendem a verdade sobre o mal do transplante de órgãos vitais e os números de doadores "voluntários" declina, é provável que as legislaturas estatais sejam pressionadas à implementação de um "consentimento presumido", legislação que vai tornar o transplante de órgãos obrigatório, a menos que o indivíduo tenha declarado sua oposição à transplantação de órgãos através de um cartão de opt-out. [8]

Ser avisado é estar preparado.
Todos os americanos, especialmente os jovens e adultos, precisam carregar um cartão de opt-out assinado por duas testemunhas em sua carteira ou bolsa... E, como diz o anúncio familiar... Não saia de casa sem ele. Sua vida ou a de seu amado pode depender disso.

NOTAS:
[2] Donald McRae, Every Second Counts: The Race to Transplant the First Human Heart, New York, Putnam, 2006, p. 335.
[4] O Comitê Ad Hoc incluía Henry K. Beecher, MD, presidente; Raymond D. Adams, MD; A. Clifford Barger, MD, William J. Curran, LLM, SMHyg; Derek Denny-Brown, MD; Dana L. Farnsworth, MD; Jordi Folch-Pi, MD; Everett I. Mendelsohn, PhD; John P. Merrill, MD; Joseph Murray, MD; Ralph Potter, THD; Robert Schwab, MD, e William Sweet, MD.
[5] Em “A Cidade de Deus”, Livro XIII, cap. 11, Santo Agostinho aborda a questão: uma pessoa pode estar tanto viva quanto morta, ao mesmo tempo? Ele responde pela negativa, que não há terceiro estado - ou se é vivo ou morto. Um homem pode estar morrendo, mas ele ainda está vivo até que ele esteja morto e sua alma seja separada de seu corpo.
[6] O texto completo da declaração de Bernice Jones em defesa da crítica de Randy Engel ao transplante de órgãos vitais está disponível a partir do autor em rrvte61@comcast.net.
[7] "A História de Bernice: Na Presença do Mal" no http://lifeguardianfoundation.org/~~V
[8] Cartões Opt-out médicos estão disponíveis por US $ 2,00 cada a partir do USCL, Box 315, Export, PA 15632. Por favor, indique qual o formato, católico ou protestante, você gostaria.

Original aqui.
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Nota da tradutora:
 *Carregar um cartão Opt-out serve para avisar que a pessoa optou por não doar os seus órgãos.