quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Entre Papas e liberais- dois textos

Indico hoje dois textos para leitura:
SI VIS PACEM, PARA BELLUM de Wellington Costa

Trechinho:
O que dá para perceber logo de início nesta manifestação liberal dentro das famílias tradicionalistas, é a mesma sensação que temos com relação aos que se dizem cristão sem na verdade sê-lo: estes se escondem por detrás de um livro amputado, que dizem ser a bíblia, para dizerem-se cristãos. Aqueles, os liberais, esconder-se-ão por detrás da Santa Missa Tridentina para dizerem-se tradicionalistas, podendo assim induzir uma multidão ao erro. Porém, não é muito difícil de identificá-los em meio aos fiéis, basta-nos observarmos alguns pontos cruciais. Por exemplo: À Santa comunhão. Apesar de os padres honestos e zelosos insistirem no ponto moral da modéstia e alertar sobre o grande dano à alma a não observância deste ponto e ainda mais, implorar às jovens e senhoras para que não se aproximem de tão augusto sacramento indignamente vestidas para recebê-Lo, parece que são surdas aos apelos dos padres. É um verdadeiro show de blusas decotadas e saias tendo o comprimento sendo ajustado pela libertina na fila da comunhão para que chague à Sagrada Mesa pelo menos na altura dos joelhos. Sem contar que, além de “preferirem” não usar o véu durante a santa missa, momentos depois não será difícil encontrá-las sem o “uniforme da missa” e usando uma calça ou até mesmo um “shortinho”. Lembremo-nos: O liberal age soberanamente ante de Deus, “a liberdade liberal destrói-se fazendo-se Deus”.”

QUO VADIS, PETRE? - de Arnaldo Xavier da Silveira

Trechinho:
 “1] Em manifestações de católicos nos meios de comunicação após o anúncio da demissão de Bento XVI, vê-se com preocupação um erro grave e frequente: a noção de que, gozando o Conclave da assistência do Espírito Santo, podem todos estar tranquilos, porque será seguramente escolhido um Pontífice fiel, que bem conduzirá as almas à salvação eterna. Existe uma tendência a crer que o Espírito Santo comanda a assembleia a ponto de escolher diretamente o novo Papa. Mesmo Cardeais têm usado de expressões que dão essa ideia, como se a eleição fosse obra exclusiva, ou praticamente exclusiva, do Espírito Santo.  
Da assistência do Espírito Santo ao Conclave 
2] Tal concepção se opõe à reta doutrina, e deixa perplexo quem, com algum conhecimento das coisas católicas, sabe quão absurdo seria dizer que o Espírito Santo escolheu Rodrigo de Borja, cardeal escandaloso, com filhos bastardos, para dele fazer o Papa Alexandre VI. E esse não é o único caso do gênero na História da Igreja.”

Leia!