quarta-feira, março 20, 2013

Pelosi e Binden fizeram Comunhão sacrílega na Missa Papal

Por Mary Ann Kreitzer
Traduzido por Andrea Patrícia

Cardeal Wuerl

A Casa Branca confirmou: Pelosi e Binden fizeram Comunhão sacrílega na Missa Papal (artigo do Huffington Post). O que achei especialmente hipócrita, porém, foi a afirmação do Cardeal Wuerl:
"O Cardeal Donald Wuerl, de Washington, que fez parte do conclave que elegeu Francisco, disse que ele ofereceria a comunhão para Pelosi apesar de sua visão sobre o aborto porque ele não acredita que a comunhão deve ser usada como arma. “Nós nunca- a Igreja simplesmente não usa a Comunhão desse jeito. Isso não é parte do modo como fazemos as coisas, e não foi dessa maneira que convencemos políticos católicos a se apropriarem da fé e vivê-la e aplicá-la; o desafio foi sempre convencer as pessoas”, disse Wuerl numa entrevista em 2010. Sua posição se estenderia logicamente a Binden. O bispo do vice-presidente, Francis Malooly de Wilmington, também disse que ele não negaria comunhão a Binden."
Negar a comunhão a uma pessoa herética (uma pessoa que nega ao menos uma doutrina da Igreja) não é usar a Eucaristia “como arma”. É exercer a Lei da Igreja articulada no Código Canônico 915. Isso mostra preocupação pela alma da pessoa que está acumulando pecado mortal sobre pecado mortal, que faz várias coisas à alma infeliz, isto é, torna mais difícil o arrependimento, aumenta o débito moral da alma por assim dizer, cria grave escândalo quando uma figura pública herética que merece um "fardo", etc. Biden e Pelosi desfilam suas credenciais de "católicos" enquanto eles mostram o dedo para a doutrina católica.
O Cardeal Wuerl mostra pouco interesse pelo seu rebanho político de Washington D.C. quando ele anuncia que nunca irá recusar-se a deixá-los crucificar Cristo por uma indigna recepção de Seu corpo e sangue. Cristo morreu por políticos pró-aborto? Claro. Será que Ele quer que eles acumulem um pecado mortal de sacrilégio após o outro? Dificilmente!
Francamente, estou dolorosamente triste com a falta de cuidados pastorais por parte de bispos como Wuerl para com esses pecadores escandalosos públicos. Ele parece se importar mais com o respeito humano e seu lugar nos salões do poder do que com a sua salvação eterna. Ele é como um pai que resolve os problemas do seu filho viciado em drogas em vez de amá-lo o suficiente para dizer não, porque ele não quer se indispor com seu filho.
Quando vejo a covardia do Cardeal Wuerl (o que mais pode ser?) eu penso em seus opostos, em bispos como Rene Gracida (Bispo emérito de Corpus Christi), que é um modelo de solicitude pastoral e de coragem quando se trata de avisar "obstinados pecadores públicos" que devem abster-se de Comunhão. (Veja um estudo de caso descrevendo como o Bispo Gracida colocou um político católico sob interdito). Por que Biden e Pelosi e outros de sua laia iriam se arrepender? Por que eles ainda acreditariam que Cristo está presente na Eucaristia? Com certeza não parece haver muitas evidências de que os seus bispos acreditem. Se eles acreditassem, estariam eles, como Judas, entregando Cristo para ser crucificado de novo? Isso é exatamente o que eles fazem quando dão Jesus a hereges.
O Cardeal Wuerl e outros bispos da sua laia ilustram claramente que a Igreja, nos EUA está uma bagunça. Eles se preocupam menos com escandalizar a plebe nos bancos do que com o ficar ombro a ombro com os ricos e poderosos. É de se admirar que os santos tenham lamentado que o chão do inferno esteja cheio de caveiras e mitras dos bispos? Triste!
Original aqui.

Nota: perdoem qualquer erro, fiz a tradução mas não pude revisar.