quinta-feira, abril 11, 2013

Holocausto & Holodomor

Contradição ou hipocrisia?
Por Dr. Robert Banaugh
Traduzido por Andrea Patrícia


Holodomor é o nome dado ao extermínio, principalmente pela fome, de mais de 7 milhões de pessoas na Ucrânia, uma área do tamanho da França e controlada pela Rússia. Centenas de milhares, possivelmente, mais de um milhão de líderes intelectuais da Ucrânia - escritores, professores universitários, cientistas e jornalistas - foram liquidados em expurgos ordenados por Stalin. Bispos ucranianos, sacerdotes e milhares de líderes cristãos leigos foram enviados para campos siberianos de trabalho forçado, o chamado "Gulag" (Soviet Policy and the Ukrainian Genocide of 1923-1933). O número total de pessoas brutalmente assassinadas por ordem de Stalin é muito maior do os que foram mortos no terrível Holocausto nazista em que cerca de 6 milhões [1] de judeus foram mortos, e a maior percentagem de pessoas mortas na Ucrânia era de cristãos.
Um contraste brutal e insensível
A Igreja conciliar tem sido muito pública e enérgica em expressar a sua grande preocupação com a matança injustificada pelos nazistas dos 6 milhões de judeus. Na verdade tão enérgica tem sido a Igreja conciliar em sua preocupação com a matança injustificada dos judeus que até mudou fundamentais princípios De fide da Fé católica tradicional para acomodar esse interesse. Por exemplo, as autoridades da Igreja conciliar declararam que Jesus Cristo não é o Messias para os judeus, negando assim o ensino De fide que Cristo é realmente o Messias para todos (ver item 840, p. 223 do Catecismo da Igreja Católica, do Papa João Paulo II,).
As mesmas autoridades também afirmaram que o judaísmo é salvífico em si na negação direta do três vezes definido dogma ex-cathedra "Fora da Igreja Católica não há salvação." (Ver “Reflections on Covenant and Mission, publicado em 12 de agosto de 2002 conjuntamente pela Comissão Episcopal para Assuntos Ecumênicos e Inter-religiosos, SCC e do Conselho Nacional de Sinagogas). Como os judeus negam abertamente a divindade de Cristo, esta declaração é também um desafio direto das palavras de Cristo: "Ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14,6) e que rejeitá-lo é rejeitar Aquele que me enviou" (Lucas 10,16).
Em contraste brutal e insensível, os Papas e as autoridades conciliares têm mantido um silêncio quase total, expressando praticamente nenhuma preocupação sobre o massacre muito mais horrível dos mais de 7 milhões de pessoas, na maioria cristãos inocentes que morreram de fome e foram assassinados na Ucrânia. À luz do fato de que os Papas conciliares se consideram defensores do cristianismo e estão continuamente expressando preocupação por aqueles que sofreram a morte por tiranos, tal dicotomia em preocupações é inexplicável, se não cruelmente hipócrita.
Declarações de Fellay sobre os judeus
A preocupação primordial para a matança injustificada dos judeus pelos nazistas levou inclusive Dom Fellay, o chefe nominal da FSSPX, um grupo de católicos dedicados a restaurar a fé católica tradicional, também a confundir um princípio fundamental da fé católica. O bispo afirmou:
"Nós evidentemente condenamos todo ato de assassinato de um inocente. É um crime que clama aos céus! Ainda mais quando está relacionado a um povo. Rejeitamos toda acusação de antissemitismo. Completa e absolutamente. Repudiamos toda forma de aprovação do que aconteceu sob [o governo de] Hitler. Isso é algo abominável. O Cristianismo coloca a Caridade em um nível supremo. São Paulo, falando dos judeus, proclama: "Eu desejei ser eu mesmo um anátema [de Cristo] para meus irmãos!" (Romanos 9, 3). Os judeus são "nossos irmãos mais velhos" no sentido de que temos algo em comum, ou seja, a antiga aliança. É verdade que o reconhecimento da vinda do Messias nos separa." [Confira aqui].
As declarações do Bispo contradizem o ensino católico de Fide de que a antiga aliança foi substituída pela vinda de Cristo na terra e Seu estabelecimento da Igreja Católica. Além disso, o bom Bispo está bem ciente do Talmud [2], que é a obra que contém as doutrinas, leis e comentários sobre o judaísmo feitas pelos rabinos mais prestigiados ao longo da história, que contém ensinamentos tais como:
• "Quem amasse um cristão odiaria seu próprio criador;
• "Aqueles que negam o ensino de Israel, especialmente os seguidores do Nazareno, devem ser mortos;
• "É sempre um bom trabalho executá-los, se isso não for possível, devemos tentar causar suas mortes;
• "É proibido para os judeus louvar a aprendizagem ou virtude de um cristão", etc.
Além disso, assim como a Igreja conciliar não demonstrou publicamente uma preocupação com o Holodomor ucraniano, também o bom Bispo publicamente não destacou qualquer preocupação deste tipo.
A disparidade na preocupação das autoridades da Igreja Católica sobre a matança dos judeus pelos nazistas em relação à sua quase total falta de preocupação com a morte de muitos, se não mais, cristãos inocentes pelos comunistas é tão grande que é difícil pensar que não é deliberada. É certamente injustificada e, no mínimo, questionável.
Zero preocupação com a salvação das almas
Além disso, as declarações anteriores de autoridades da Igreja conciliar revelam um desrespeito muito insensível pelo bem-estar eterno das almas dos judeus, porque as declarações encorajam os judeus a negar a divindade de Cristo e a não se converter à Igreja Católica fora da qual não há salvação.
As declarações são apenas mais um exemplo dos muitos ensinamentos e ações da Igreja conciliar que contradizem a medida fundamental para avaliar todos os ensinamentos e ações de autoridades da Igreja Católica. A medida é o grau em que um ensinamento ou ação cumpre o propósito de Cristo para o estabelecimento da Igreja Católica, que é dar honra e glória a Deus e a salvação das almas.  
Para mais dados sobre o Holodomor verificar aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Original aqui.
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Notas da tradução,
[1] Número contestado por vários pesquisadores, dentre eles vários judeus. Contestado também pela Cruz Vermelha. Quanto mais se estuda, e lê sobre o holocausto nazista (que matou católicos, comunistas e ciganos, não somente judeus) mais se duvida desse número de 6 milhões. Até mesmo judeus sionistas reconhecem que o número é uma estimativa e não algo exato. Mas hoje em dia dizer isso em certos países é “negar o holocausto”. Absurdo!
O número 6 milhões já aparecia no imaginário judaico mesmo antes da Guerra. Não é interessante? Mas você pode se perguntar: porque exatamente esse número de 6 milhões? Por causa de um mito cabalista da Torah que conta que o retorno dos judeus à sua “terra santa” (Israel) só aconteceria depois que ocorresse uma purificação das almas. Interpreta-se essa purificação ou limpeza como a morte de 6 milhões de judeus. Disse Robert B. Goldmann: “sem o Holocausto, não haveria nenhum Estado judeu”. Israel se justifica então por causa do tal holocausto nazista. Liguem os pontos.
Cito o blog Judaísmo e Maçonaria:
Os sionistas têm continuamente e histericamente tentado reivindicar que seis milhões de judeus foram mortos, morrendo ou em grave perigo na Europa e Rússia desde o final dos anos de 1800. A qualquer hora que houve confusão na Europa, importantes figures sionistas e organizações mundiais da mídia continuamente estimularam um frenesi com falsas choradeiras para conseguir que as pessoas se sentissem pena dos judeus europeus e doassem dinheiro para organizações judaicas de caridade. Acontece que esse lendário número de seis milhões, há muito tempo desacreditado até pelas correntes principais dos historiadores do holocausto, provém de um mito religioso judaico-talmúdico que diz "Tu retornarás com seis milhões a menos" ou "Tu retornarás à terra de Israel com menos seis milhões", e, obviamente, a Segunda Grande Guerra pariu o moderno estado de Israel que foi estabelecido em 1948. Judeus israelenses freqüentemente desculpam-se pelo seu sistemático genocídio de Palestintos e assalto das terras Palestinas educando o assim-chamado Holocausto da Segunda Grande Guerra. Os sionistas têm tanta influência que transformaram uma profecia religiosa judaica num "fato histórico ".
As profecias judacias na Torah requerem que 6 milhões de Judeus devam "desaparecer" antes que o Estado de Israel possa ser formado. "Você deverá retornar com menos 6 milhões." Isso é o motivo pelo qual Tom Segev, um historiador israelense, declarou que "6 milhões" é uma tentativa de transformar a história do holocausto em uma religião de Estado. Aqueles seis milhões, de acordo com a profecia, tinham que desaparecer em "fornalhas", as quais a versão judicial do holocausto hoje autentica. Como uma matéria de fato, Robert B. Goldmann escreve: "... sem o holocausto não haveria Estado Judeu." Uma simples consequência: Devido aos seis milhões de Judeus gaseados em Auschwitz que terminaram em "fornalhas" (a palavra grega holocausto significa ofertas ao fogo), portanto, as profecias foram agora "cumpridas" e Israel pode se tornar um "estado legítimo".
A respeito do número dos 'seis milhões' você deveria saber o que se segue: No texto hebraico das profecias da Torah, pode-se ler "você deverá retornar". No texto, a letra "V" ou "VAU" está susente, conforme o hebraico não tenha quaisquer números; a letra V significa o número 6. Ben Weintraub, um cientista religioso, aprendeu com os rabis que o significado da letra faltante significa o número de '6 milhões'. A profecia então se lê: Você retornará, mas com 6 milhões a menos. Veja Ben Weintraub: "O Dogma do Holocausto do Judaísmo", Cosmo Publishing, Washington 1995, página 3. Os faltantes 6 milhões devem estar desta forma antes dos judeus retornarem à Terra Prometida. Javé vê isso como uma limpeza das almas do povo pecador. Os judeus devem, no retorno à Terra Prometida, estar limpos – a limpeza deverá ser feita em fornalhas.”
Leia mais aqui.
Quantos morreram nessa guerra terrível? Não sabemos exatamente, mas sabemos que foi algo horrível, desumano, muito cruel. Não morreram somente pessoas em campos de concentração, morreram civis bombardeados dentro de suas cidades. Eu vi imagens horrendas de gente morta na Alemanha devido a um bombardeio dos ingleses. Que culpa tinham aqueles civis? E os poloneses que tanto sofreram? Quem fala neles? Por que somente um lado das vítimas é alardeado? E os outros perseguidos não contam? Absurdo!
[2] Mais citações do Talmud podem ser lidas aqui. Leia também: O Talmud Desmascarado