quinta-feira, maio 09, 2013

Bispo Williamson contra os devotos do Holocaustianismo

Elias contra os sacerdotes de Baal
Por Michael Hoffman
Traduzido por Andrea Patrícia




Abaixo está a publicação[1] pela primeira vez de uma obtusa e ignorante carta de oito páginas enviada ao bispo Richard Williamson, em dezembro de 2010, por seu subordinado, o padre Niklaus Pfluger, "Primeiro Assistente" do Superior Geral da Fraternidade São Pio X (FSSPX), Bernard Fellay. Pfluger é um sacerdote católico alemão formado pelo ex-FSSPX bispo Richard Williamson. O Bispo Williamson, você pode recordar, foi manchete internacional por se recusar a negar sua declaração a uma emissora de televisão sueca de que a perseguição de pessoas judaicas tinha sido exagerada, que ninguém foi gaseado em câmaras homicidas, e que o número de Seis Milhões de mortos era um injusto exagero. Por suas declarações, ele foi expulso por Fellay do seminário da FSSPX na Argentina, onde era reitor, e expulso da Argentina pelo governo. Ele enfrenta contínua acusação no tribunal penal na Alemanha (onde deu a entrevista à TV sueca).

Sem a coragem dos padres católicos não-conformistas que foram torturados, esquartejados e decapitados na Inglaterra elisabetana por conservar a verdade de que a regra de Deus é maior do que a regra dos monarcas, a FSSPX alemã tem sujado as calças de medo em relação à perspectiva de que, se eles abraçassem o direito de seu próprio Bispo Williamson de ter uma opinião, como um Pastor, sobre o que São Paulo chamou de "fábulas judaicas" (Tito 1,14), eles teriam que sofrer a fúria do governo da Alemanha, com o fechamento de suas escolas e aprisionamento. Qualquer Amish ou Menonita Velha Ordem do meu conhecimento, e eu tenho conhecido cerca de uma centena ou mais deles estes últimos 25 anos, estaria disposto a sofrer prisão, ou fugir com as crianças da escola, se necessário, a fim de desafiar o estado em um ponto da verdade contra mentiras, mas não a FSSPX alemã ou a FSSPX, em geral, sob o Bispo Bernard Fellay.

Em sua timidez, a liderança da FSSPX adotou a teologia rabínica do Holocaustianismo dos papas João Paulo II e Bento XVI, enquanto reivindicam defender o "catolicismo tradicional". Onde estava o Holocaustianismo no pontificado do Papa Pio XII? Robert Faurisson da França escreveu longamente sobre o assunto do Papa Pio XII se recusar a defender a mentira das lendas das câmaras de extermínio a gás.

Na intimidadora missiva do Rev. Pfluger ao bispo Williamson, será vista referência a certas infalíveis fontes do "Holocausto" com as quais ele repreende o Bispo Williamson, tais como (Jean-Claude) Pressac, que caiu em desespero e admitiu a derrota em seu objetivo de provar a existência de câmaras de gás em Auschwitz-Birkenau, e o mais divertido de todos, Dr. Raul Hilberg. Bispo Williamson não pode acreditar em Hilberg ou pensar que ele é credível, porque Williamson se deu ao trabalho de ler o livro deste escritor, The Great Holocaust Trial, que documenta a resposta de Hilberg às perguntas que lhe foram colocadas durante o julgamento de Ernst Zundel em 1985, Toronto, pelo tardio tradicional católico advogado de defesa Doug Christie. No tribunal, o Sr. Christie desafiou Hilberg a fornecer um relatório científico de gaseamento em Auschwitz. A resposta de Hilberg: "Eu estou perdido." Ele não podia fazer isso! No segundo julgamento de Zundel em 1988, Hilberg foi convidado pela acusação a depor e enfrentar o interrogatório mais uma vez por Christie (apoiado novamente pela pesquisa de Faurisson). Hilberg recusou, por razões óbvias.

Defensores "católicos tradicionais" da FSSPX de Fellay que são caluniadores do bispo Williamson, disseram a este escritor que a história secular não tem nada a ver com a missão da FSSPX. Se for esse o caso, por que o Bispo Williamson vinha sendo forçado tanto pela Secretaria de Estado do Vaticano do Papa quanto por Dom Fellay a renegar suas dúvidas sobre as alegações das câmaras de gás homicidas? Se o Bispo Williamson houvesse duvidado do número de pessoas que morreram no Buraco Negro de Calcutá, na Índia britânica, ou no Elmira Prison Camp em Nova York, durante a Guerra Civil, ou sob o tapete de bombas de Ariel Sharon no centro de Beirute, no Líbano, em agosto de 1982 , nem o Vaticano nem Fellay teriam proferido uma palavra de censura ou reprovação. No entanto, quando se trata de que J.-M. LePen justamente denominou "um detalhe da história" – diante das reivindicações das "câmaras de extermínio a gás"de Auschwitz, Williamson deveria curvar-se ao consenso secular, ou ter negado o exercício do seu cargo episcopal (de acordo com a Secretaria do Papa) e enfrentar a expulsão da FSSPX (por ordem de Fellay).

Por que a solicitação especial por um detalhe da história secular acima de todos os outros? O único "Holocausto" do mundo (ou "Shoah", como o Papa João Paulo II começou a denominá-lo de acordo com a mistificação talmúdica) tornou-se uma falsa religião, a religião do Judaísmo para os gentios. É uma estratégia de marketing diabolicamente astuta para judaizar o Ocidente e transformar a Igreja de Cristo militante em uma pilha de gelatina trêmula.

Não ouvimos nada do bispo Fellay ou do padre Pfluger comparável ao windage [2] que eles têm exalado sobre o shoah-bizness [3], sobre o movimento concertado liderado pelo multimilionário diretor de filmes de Hollywood James Cameron para negar a ressurreição de Jesus Cristo. O movimento mundial organizado da negação da Ressurreição, com suas origens no Estado de Israel, não é um assunto de preocupação ansiosa para os modernos papas católicos ou o “católico tradicional” Dom Fellay. O que apaixonadamente os preocupa e os engaja é o surgimento de qualquer movimento que impeça a marcha para substituir o Calvário por Auschwitz como o ponto ontológico central do sofrimento na história do Ocidente. O uso de "Holocausto" como uma marca registrada do Judaísmo e do Estado de Israel não deixa espaço intelectual, sociológico ou cultural para qualquer outro holocausto. Ele eclipsa, em primeiro lugar, o holocausto no Calvário, e depois todos os outros holocaustos ao longo da história, incluindo o holocausto judaico-comunista de milhões de cristãos na Rússia e na Europa Oriental desde 1917 em diante.

Às trágicas mortes de centenas de milhares de pessoas judaicas sob o Nazismo é dado o nome de Holocausto, embora muito poucos dos partidários mais frenéticos do Sionismo e Talmudismo reivindiquem que pessoas judaicas morreram pelo fogo em campos de concentração. No entanto, a incineração em massa dos japoneses em Tóquio, dos alemães em Dresden e dos árabes em Beirute não pode, sob quaisquer circunstâncias, ter suas mortes pelo fogo sagradas no dicionário pela denotação de imolação pelo fogo - holocausto. Até o assassinato em massa de crianças não nascidas pelo aborto não é permitido entrar no santuário linguístico e ser intitulado um holocausto, sem incorrer em uivos raivosos de indignação de sionistas e rabinos.

Todo esse processo degenerado, os amigos da FSSPX nos dizem, não tem qualquer influência sobre a missão do arcebispo Marcel Lefebvre (fundador da FSSPX). É melhor que o Bispo Williamson acredite, sobre a Segunda Guerra Mundial, no mesmo que os ignorantes da liderança FSSPX acreditam: de acordo com seu advogado da FSSPX ligado ao exército israelense, o Sr. M. Krah, que a figura cabalista de Seis Milhões e as alegações de extermínio em massa nas mágicas câmaras de gás de Auschwitz-Birkenau, são Sagradas Escrituras. Esses supostos seres humanos pensantes na FSSPX, supostos herdeiros de São Tomás de Aquino, não se preocuparam em ler Dr. Arthur Butz, Dr. Robert Faurisson, Germar Rudolf, Carlo Mattagno, Fred Leuchter, Richard Widmann, Samuel Crowell, a transcrição do segundo julgamento de Zundel, meu livro sobre o primeiro julgamento de Zundel, ou qualquer outro dissidente, alternativo, trabalho com ceticismo científico que contradiz a oficial Liturgia do Holocausto da nova Igreja das Câmaras de Gás, que todos os católicos devem crer sob pena de compartilhar o mesmo destino de Bispo Williamson - expulsão, dificuldades financeiras, processo criminal, e assassinato ritual de reputação pela mídia, e por irmãos católicos.

Nos primeiros anos do novo milênio, vemos com horror como os revolucionários realizam cada um de seus objetivos: "matrimônio" homossexual, mulheres em combate, violência crua e pornografia pesada derramando da TV e da Internet sem obstáculos, e o judaísmo talmúdico e o Estado de Israel Anticristo em todos os lugares em ascensão. Mês após mês, os inimigos de Deus conseguiram reverter, no espaço de apenas alguns anos, quatro mil anos de lei divina e herança ocidental. Pode alguém ser tão estúpido a ponto de não ver que, ligado a esse processo de decadência de alquimia humana, é a propaganda do "Holocausto" que consagra o sofrimento judaico na II Guerra Mundial ao nível de um ídolo cósmico ao qual todos no Ocidente devem se curvar?

O papado, o Vaticano, e a FSSPX têm todos se curvado, todos têm consentido nessa idolatria. Nestes tempos sombrios, o Bispo Williamson e um pequeno punhado de sacerdotes rejeitados (padres Pfeiffer, Hewko, Chazal e alguns outros) posicionam-se como Elias contra os sacerdotes de Baal.


12 de Abril  de 2013 • www.revisionisthistory.org
 

Original aqui.
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Notas da tradutora:

[1] Não traduzi a carta, quem quiser ler em inglês clique aqui.

[2] Windage: não encontrei um termo em língua portuguesa. Significa o desvio do vento causado por um projétil, uma bala ou míssil.
[3] Shoah-bizness: termo que se refere ao negócio da Shoa, a indústria do holocausto. Leia o livro do cientista político judeu Norman Finkelstein "A Indústria do Holocausto" para compreender como o Estado de Israel foi fundado tendo como base o vitimismo por causa da perseguição sofrida na Segunda Guerra Mundial e usou (e ainda usa) o holocausto nazista como desculpa para invadir e tomar as terras do povo palestino. Livro disponível aqui.