terça-feira, maio 14, 2013

Católicos, judeus e muçulmanos juntos na JMJ no Rio




JMJ: os jovens comportam-se diante do papa como se estivessem em um show pop


Reportagem do jornal O Povo, online, sobre a JMJ, relata que este evento vai ser palco de reunião de católicos, judeus e muçulmanos. Para bom entendedor, meia palavra basta. Mas vou comentar assim mesmo.
Esse tipo de reunião inter-religiosa não é novidade na JMJ, aconteceu em outras edições da festa.
Claro que os cegos vão logo reclamar de nós que tentamos abrir os olhos das pessoas iludidas com esse evento. Desconhecem ou não querem a verdade já conhecida. Há muitos desses por aí. Quem tiver olhos de ver, que veja.
Destaco alguns trechinhos e comento abaixo de cada um deles (os grifos são meus). Vejam que “coisa linda”, mas só que ao contrário, claro:
Um jovem de cada comunidade falará sobre o tema “Juventude: força de engajamento, força de fé”, haverá rodas de conversas, exibição de vídeos e exposição de objetos litúrgicos das diferentes comunidades.”.
Como assim “força de engajamento”? Linguajar bastante TL, não? “objetos litúrgicos das diferentes comunidades”? Então é bonito apresentar aos católicos objetos de falsos cultos? Eles vão ensinar a esses jovens que o Judaísmo e o Islamismo não são religiões verdadeiras e que fora da Igreja Católica não há salvação? Claro que não, pois não é esse o exemplo que os Papas do Concílio Vaticano II para cá têm costumado dar. Pelo contrário, eles vêm apresentando Assis e outros encontros escandalosos, e o povo vai aprendendo errado, achando que está tudo bem rezar com hereges, adeptos de falsas religiões etc. Mas Nosso Senhor prometeu: “as portas do Inferno não prevalecerão”, então tenhamos fé, tenhamos confiança que em algum momento Ele vá agir e acabar com essa bagunça dentro da Igreja.
Outro trechinho “mimoso”:
““Se a gente quer passar a ideia da coexistência, não só religiosa, tem que partir de algum lugar. Nossa proposta é disseminar essa ideia do diálogo entre religiões, discutir como funciona e como idealmente deveria funcionar. Plantar uma semente na cabeça de cada um”, declarou a estudante de Psicologia, Tamar Nigri Prais, coordenadora de Projetos Sociais da instituição judaica Hillel e integrante do JIRJ.”
O único "diálogo" que o católico pode travar com pagãos, hereges, cismáticos, adeptos de falsas religiões  e apóstatas é para convertê-los, para trazê-los a verdadeira Fé. Isso sim é amar ao próximo. Eles irão fazer isso na JMJ? Até agora, de todos os artigos que li e/ou traduzi, não vi nada disso relatado. Pelo contrário, vi muita impiedade, incentivo ao liberalismo e promiscuidade, e nada de pregar a verdadeira Fé. Apenas um simulacro, uma enganação para pegar os que não conhecem a Doutrina, para aqueles que estão perdidos entre as “flores” dessa “primavera” lançada pelo Vaticano II. Qualquer semelhança com a novilíngua mostrada por Orwell, não é mera coincidência...
Mais um trechinho:
“O jornalista Fernando Celino, de 31 anos, é um dos representantes da comunidade muçulmana na organização do encontro.” Ele diz:Queremos dar visibilidade ao diálogo inter-religioso, trabalhar pela destruição dos preconceitos e disseminar essa ideia no mundo inteiro”.
É para isso que vai servir a JMJ? Para “disseminar essa ideia no mundo inteiro”, a falsa ideia de que os católicos podem conviver pacificamente com membros de outras religiões sem pregar a verdadeira Fé? Porque é disso que trata essa “tolerância”, é sempre para tolerar o erro e nunca para permitir que o cristão abra a boca para defender Cristo Rei e Sua Santa Igreja.
Antes que os iludidos de plantão, neo-cons ou não, comecem a espernear, esbravejar e cuspir impropérios contra os “rad-trad”, digo que vou esperar mais um pouco para ver o que vai acontecer na JMJ antes de comentar mais alguma coisa nessa postagem aqui. Mas que eu duvido muito que esse muçulmano vá ser apresentado à verdadeira Fé, eu duvido. Ele e outros irão lá conversar com os católicos que não saberão pregar ”oportuna e inoportunamente” (II Tim. 4,2). Jovens e mais jovens – e nem tão jovens assim – participarão dessa festa, sem a mínima ideia do que é de fato o Catolicismo. Deus tenha misericórdia.
Nossa Senhora de Fátima, Co-redentora, rogai por esses jovens e por todos nós!

Fiquemos agora com um ensino verdadeiramente Católico, direto do Espírito Santo para a pena de São Paulo:

Prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. (II Tim. 4,2-3).

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Leia aqui o que já escrevi e traduzi sobre a JMJ:


O que há de errado com o Dia Mundial da Juventude?

JMJ com Michel Teló, Ivete Sangalo e Milton Nascimento.

JMJ: Sydney ou Sodoma?

É hora de terminar a Jornada Mundial da Juventude

Cenas da JMJ: espiritualidade ou folia?