terça-feira, maio 21, 2013

Psiquiatras ampliam definição de doenças para aumentar mercado – O normal como aberração


Recomendo a leitura:

Trechinhos do artigo e meus comentários logo abaixo:
<<“Exatamente como as supermodelos nas passarelas, corremos o risco de ver o normal como uma aberração, tornando-se algo além do que é humanamente possível,” diz o pesquisador.
Na prática, isso pode significar que mais pessoas se desviem da norma e que mais pessoas vão querer se submeter a tratamentos médicos simplesmente para se aproximar de alguma aparência de normalidade.”
“Por exemplo, na proposta apresentada pelo DSM-5, argumenta-se que a dor pós-morte – o luto – se qualifica como um sintoma incondicional de depressão.
“Tornou-se muito fácil ser diagnosticado com depressão,” argumenta Svendsen. “É preciso lembrar que a depressão é classificada como uma de nossas doenças mais graves pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e é considerada tão debilitante quanto a cegueira ou a síndrome de Down.”
“Estamos no processo de criar pessoas que são incapazes de viver a vida,” acrescenta ele.>>
Moral (ou imoral?) da história: os médicos vão ganhar mais dinheiro, pois terão mais doentes para tratar diminuindo ainda mais o tempo de suas consultas;  os governos terão mais poder – será mais fácil diagnosticar como doente mental uma pessoa e tirá-la assim de circulação -; as pessoas ficarão ainda mais dependentes dos “donos do poder” e de toda a sua indústria médica, farmacêutica e pseudo-literária.
Um mundo de pessoas ainda mais fracas, julgando-se livres porque, afinal de contas, elas acham que podem controlar suas vidas sem ajuda real de Deus, enquanto entregam seus corpos e almas nas mãos de outros seres humanos que poderão até ajudar um pouco na cura física, mas que não poderão fazer nada pela cura espiritual delas. Um mundo materialista até a medula.
Um mundo onde ficar de luto é considerado como doença. A tristeza não tem lugar nessa sociedade em que as pessoas vivem “enviando boas energias”, falando de “paz”, cantando “Imagine” do Lennon (humm, parece Lenin!), fazendo afirmações positivas sobre suas personalidades, elogiando a si mesmas diante do espelho na tentativa mágica de tornar realidade seus desejos de harmonia e conforto físico e/ou espiritual.
Estou notando que o cristão é o sujeito a ser considerado o mais doente de todos nessa Nova Ordem...