terça-feira, setembro 24, 2013

Será mesmo desejável que as mulheres tenham direitos políticos?



Um texto muito interessante para ler e refletir. Os grifos são meus.

Lembrando que já dizia o barbudo judeu-comunista:

"A Democracia é o caminho para o Socialismo." – Karl Marx


Trechinhos:

“Eu acredito que, com raras exceções como uma Margaret Thatcher ou uma Golda Meir, as mulheres não estão capacitadas para manterem a estrutura externa da sociedade. Esta é uma tarefa preeminentemente masculina, não feminina. Para mim, a política dominada pelas mulheres nos países escandinavos não representa uma direção positiva e encorajadora para a raça humana. O número imenso de mulheres no parlamento britânico não representa um crescimento na força nacional britânica, mas o seu declínio.”

Depois que chegamos aos anos 60, o crescimento contínuo do governo é motivado por taxas mais altas de divórcio. O divórcio faz com que as mulheres com filhos busquem cada vez mais os programas do governo. Claro: as mudanças nas leis do divórcio, de "com razões" para "por opção" ajudou a provocar esta mudança. Como eu discuto no livro, a liberação do aborto também levou a mais famílias com pais e mães solteiros."”

O sufrágio, meu amigo disse, deveria ser limitado a homens casados, com filhos e que declarem imposto de renda. 

Isto quer dizer que o voto, e a capacidade de ocupar cargos políticos, seriam limitados aos homens que são contribuidores responsáveis para a sociedade. Os homens que não são casados ou não têm filhos nascidos dentro do matrimônio não têm suficientes interesses concretos em jogo para que se conte com eles para terem um papel responsável em sua direção. Portanto, eles não deveriam ter uma voz direta, como eleitores e ocupantes de cargos políticos em sua direção. As mulheres, falando de forma geral, são excessivamente guiadas por emoções e considerações pessoais para terem uma voz direta, como eleitoras e ocupantes de cargos políticos, na direção da sociedade. Os três dias inteiros do circo pró-minorias que foi a Convenção Republicana de 2000 teve basicamente o propósito de convencer as "mamães fãs de futebol" que o Partido Republicano era "simpático" às minorias. Nenhuma política séria é possível em tais condições. As mulheres casadas são naturalmente representadas na política pelos seus maridos e podem exercer influência política através da influência que elas têm sobre seus maridos, mas o marido é, em última análise, aquele que vota por ambos eles. As mulheres solteiras, de forma geral, olham para o estado como seu provedor e portanto não deveriam ter voz direta no governo. Igualmente, as mulheres solteiras, sob esta proposta, ficam impedidas pela mesma razão que os homens solteiros, que é porque elas não têm suficientes interesses concretos na sociedade para que se conte com elas para terem um papel responsável nesta direção.

Observemos também as mudanças positivas no comportamento e na moral que uma tal mudança em nossas leis encorajariam. Haveria um incentivo maior para os homens se casarem e terem filhos, já que eles não possuiriam direitos políticos na ausência de uma família e sem serem capazes de se auto-sustentar. A mudança no sufrágio também ajudaria a devolver aos homens o seu papel adequado como chefes de família e líderes da sociedade. A crença de hoje, de que as mulheres precisam ser líderes e heroínas a fim de se realizarem é falsa. As mulheres não precisam destas coisas, elas não sofrem com sua falta e a sociedade não sofre com a ausência de mulheres bombeiras e generais. Mas os homens e a sociedade como um todo, muito certamente sofrem com o denegrimento dos garotos e dos homens que é a nota central da cultura feminista de hoje, como é implementada nas escolas, universidades, na cultura popular e nas relações entre os sexos.”

 “Um problema com o sufrágio universal é que quando todo mundo pode votar, tudo vira política. A política se infiltra em tudo porque todo mundo está de algum modo envolvido com a política e eles vêem a urna como um modo conveniente de resolverem os problemas da sociedade. Considere o quanto era importante, no século 19 e no começo do século 20, para as mulheres de condições, elas se envolverem com obras de caridade que eram iniciativas em sua maior parte locais e privadas. É claro que muitas mulheres ainda adoram serem voluntárias nestas obras, mas muitas das que teriam sido participantes ativas nos velhos tempos agora simplesmente votam nos democratas e consideram que seu dever para com a sociedade está cumprido.”

“O mesmo vale para o eleitorado. Um eleitorado totalmente feminino seria um desastre; um eleitorado totalmente masculino, não. Eu acho que cabe aos proponentes do sufrágio feminino explicaram que políticas benéficas resultaram de as mulheres terem o poder do voto. Por acaso vencemos alguma guerra que, no caso contrário, teríamos perdido? A qualidade de nossas autoridades governantes melhorou constantemente, na medida em que as mulhres alcançaram mais poder pelas urnas? O Ocidente tornou-se mais forte ou fraco na esteira do sufrágio feminino?”

Outro texto interessante:

A questão do voto feminino