quarta-feira, maio 28, 2014

Guia de como legalizar qualquer aberração, do canibalismo...


Publico aqui um artigo muito interessante traduzido pelo pessoal do blog Caminho Alternativo:

Guia de como legalizar qualquer aberração, do canibalismo à pedofilia

Vale a pena ler!

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Este é um guia mostrando passo a passo como funciona a engenharia social usada pela elite financeira sionista para destruir os valores morais e éticos de uma sociedade, adaptando assim, o comportamento social aos seus interesses.

O artigo original se chama “¿Cómo legalizar cualquier fenómeno, desde la eutanasia hasta el canibalismo?” e foi publicado pelo Russia Today, mas fiz questão de colocar o tema da pedofilia no título já que esta é a próxima aberração a ser aceita pelas massas após o surgimento do lobby-gay.

Janela de Overton” é um conceito elaborado por Joseph P. Overton, ex-vice-presidente de um think tank chamado Mackinac Center for Public Policy.

Tradução: Caminho Alternativo (atenção no que está sublinhado pelo blog)

Na atual sociedade da tolerância, que não têm ideais fixos e, como resultado, una clara divisão entre o bem e o mal, existe uma técnica que permite alterar a atitude popular aos conceitos considerados totalmente inaceitáveis.

Esta técnica, chamada ‘a janela Overton’ e que consiste numa sequência concreta de ações com o fim de conseguir o resultado desejado, “pode ser mais eficaz que a carga nuclear como arma para destruir comunidades humanas”, opina o colunista Evgueni Gorzhaltsán.

Em seu artigo no portal Adme, coloca o exemplo radical de como converter em aceitável a ideia de legalizar o canibalismo passo a passo, desde a fase em que se considera uma ação repugnante e impensável, completamente alheia à moral pública, até se converter numa realidade aceitável pela consciência de massas e pela lei. Isso não se consegue mediante uma lavagem cerebral direta, senão por técnicas mais sofisticadas que são efetivas graças à sua aplicação coerente e sistemática sem que a sociedade perceba o processo, acredita Gorzhaltsán.

Primeira etapa: do impensável ao radical

Obviamente, atualmente a questão da legalização do canibalismo se encontra no nível mais baixo de aceitação na ‘janela de possibilidades’ de Overton, já que a sociedade o considera como um fenômeno absurdo e impensável, um tabu.

Para mudar essa percepção, é possível, se amparando na liberdade de expressão, transferir a questão à esfera científica, pois para os cientistas normalmente não há temas tabu. Portanto, é possível celebrar, por exemplo, um simpósio etnológico sobre rituais exóticos das tribos da Polinésia e discutir a história do tema de estudo e obter declarações autorizadas sobre o canibalismo, garantindo assim a transição da atitude negativa e intransigente da sociedade a uma atitude mais positiva.

Simultâneamente, deve-se criar algum grupo radical de canibais, embora exista somente na Internet, que seguramente será advertido e citado por numerosos meios de comunicação. Como resultado da primeira etapa de Overton, o tabú desaparece e o tema inaceitável começa a ser discutido.

Segunda etapa: do radical ao aceitável

Nesta etapa, deve-se continuar citando aos cientistas, argumentando que ninguém pode dizer que não possui conhecimentos sobre o canibalismo, já que se alguma pessoa se negar a falar disto será considerado um hipócrita intolerante.

Ao condenar a intolerância, também é necessário criar um eufemismo para o próprio fenômeno e assim dissociar a essência da questão de sua denominação, separar a palavra de seu significado. Assim, o canibalismo se converte em ‘antropofagia’, e posteriormente em ‘antropofilia’.

Paralelamente, se pode criar um precedente de referência, histórico, mitológico, contemporâneo ou simplesmente inventado, mas o mais importante é que seja legitimado, para que possa ser utilizado como prova de que a antropofilia em princípio pode ser legalizada.

Terceira etapa: do aceitável ao sensato

Para essa etapa, é importante promover ideias como as seguintes: “o desejo de comer pessoas está geneticamente justificado”, “às vezes uma pessoa têm que recorrer a isso, se houver circunstâncias favoráveis” ou “um homem livre têm o direito de decidir o que comer”.

Os adversários reais a esses conceitos, ou seja, as pessoas que não querem ser indiferente ao problema, intencionadamente se convertem para a opinião pública em inimigos radicais cujo papel é representar a imagem de psicopatas enlouquecidos, oponentes agressivos da antropofilia que clamam a queimar vivos aos canibais, junto com outros representantes das minorías.

Especialistas e jornalistas nessa etapa demonstram que durante a história da humanidade sempre houveram ocasiões em que as pessoas se comiam umas as outras, e que isso era normal.

Quarta etapa: do sensato ao popular

Os meios de comunicação, com a ajuda de pessoas conhecidas e políticos, já falam abertamente da antropofilia. Este fenômeno começa a aparecer em filmes, letras de canções populares e vídeos. Nesta etapa, começa a funcionar também a técnica que supõe a promoção das referências aos personagens históricos destacados que praticavam a antropofilia.

Para justificar aos partidários da legalização do fenômeno se pode recorrer à humanização dos criminosos mediante a criação de uma imagem positiva deles dizendo, por exemplo, que eles são as vítimas, já que a vida às obrigou a praticar a antropofilia.

Quinta etapa: do popular ao político

Esta categoria supõe já começar a preparar a legislação para legalizar o fenômeno. Os grupos de pressão se consolidam no poder e publicam pesquisas que supostamente confirmam uma alta porcentagem de partidários da legalização do canibalismo na sociedade. Na consciência pública se estabelece um novo dogma: “A proibição de comer pessoas está proibida.”

Esta é uma técnica típica do liberalismo que funciona devido à tolerância como pretexto para a prescrição dos tabus. Durante a última etapa do ‘movimento das janelas’ de Overton do popular ao político, a sociedade já sofreu uma ruptura, pois as normas da existência humana foram alteradas ou foram destruídas com a adoção das novas leis.

Gorzhaltsán conclui que o conceito das ‘janelas de possibilidades’, inicialmente descrito por Joseph Overton, pode extrapolar a qualquer fenômeno e é especialmente fácil de aplicar numa sociedade tolerante onde a chamada liberdade de expressão se converteu na desumanização e onde perante nossos olhos se eliminam um após o outro todos os limites que protegem a sociedade do abismo da autodestruição.

Chocados? Pois foi desta forma que conseguiram estabelecer a ditadura gay, a nova doutrina para homossexualizar crianças e jovens com o objetivo de destruir a sociedade e promover a redução populacional global.


A pedofilia já está na quarta etapa. A indústria sionista da música já começou a promover isto há um tempo através de marionetes como Britney Spears, Rihanna, Miley Cyrus, Selena Gomez, Taylor Swift (muitas destas garotas foram reveladas pela judaica e pedófila Disney), basta reparar no último vídeo feito para a canção “Chandelier” da compositora e cantora Sia, a mesma compositora da canção “Diamonds” cantada pela demoníaca Rihanna.


Nos comentários do vídeo o assunto “pedofilia” foi debatido, provavelmente devido ao maiô na cor da pele usado pela menina. Repare que se trata da quarta etapa, conforme publicado no artigo.





Cabe ao leitor escolher de que lado vai ficar, do lado das ovelhas manipuladas pela mídia sionista ou do lado dos valores morais e da família.

O mundo depende basicamente de informação e escolhas.

Extraído de Caminho Alternativo