sexta-feira, maio 16, 2014

Transplante de órgãos, esterilização forçada, lei seca: alguns links





Trechinho:

"A retirada de alguns órgãos para transplante exige um assassinato, porque o "doador" precisa estar "não morto" para coletar os órgãos, uma vez que, estando já morto, tais órgãos são imprestáveis, pois já começam a se deteriorar. É o caso, por exemplo do coração. Mas para conseguir esses órgãos de um "doador" vivo, era necessário convencer a família de que o ente querido estava "morto", pois, por óbvio, ninguém, em sã consciência, estaria disposto a matar um familiar para beneficiar quem quer que seja! Foi assim que surgiu o conto da morte cerebral, um engodo que tem enganado tanto os leigos quanto os profissionais da saúde, como os médicos e todo o staff de um hospital-açougue. Diga-se de passagem que esta atividade criminosa é altamente lucrativa, pois, embora a "doação" seja gratuita, esse negócio envolve muito dinheiro. Só não ganha mesmo quem "doa" a própria vida, ou melhor, os seus herdeiros."

Esterilização em massa para reduzir a população!

 Trechinho:

"Pandemias fictícias e leis sobre a vacinação forçada são a preparação para a esterilização completa da população "excessiva" da Terra.
(...) 

Para aumentar ao máximo o movimento para a estabilidade populacional, propunha-se prestar atenção a treze países em desenvolvimento das regiões do planeta mais ricas em recursos: Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia. O "Memorando 200" propunha uma redução radical da população desses países, o que permite aos EUA explorar os seus minérios."

A falsa pedagogia do bafômetro

Trechinho:

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"Graças ao lobby evangélico e à ingerência da ONU (representada aqui pela sua agência OMS) em assuntos nacionais, em 2008 veio a lume a Lei nº 11.705/2008, vulgarmente conhecida como “lei seca”. Na Exposição de Motivos do projeto de lei que lhe deu forma, associava-se o consumo do álcool a uma grande mortandade. Inclusive são feitas menções à perda de longevidade, o que, curiosamente, não merece idêntica atenção da mesmíssima agência OMS no tocante ao comportamento homossexual, que abrevia mais anos de vida que o cigarro.

(...)

Enfim, a lógica da lei foi a de diabolizar o consumo do álcool como sendo o grande vetor dos acidentes de trânsito, e que a repressão seria terapêutica para a sociedade.  Ocorre que esta tese de que a repressão ao álcool resultaria num decréscimo de mortes no trânsito restou superada na prática, embora ainda não seja admitida pelos veículos de comunicação, que continuam enganando a população com promessas vazias.  Vamos aos fatos."