terça-feira, julho 08, 2014

Desmascarando o Dalai Lama e o budismo


Recomendo a leitura do artigo Desmascarando o Dalai Lama e o budismo

Trechos (grifos meus): 

Nos anos 50 (...) no Tibete (...) sete em cada dez cidadãos eram servos presos à propriedade.  Se fossem flagrados fugindo, ganhavam castigos que iam de açoites à amputação dos pés, mãos, nariz, orelhas e olhos.  Garotos serviam como escravos sexuais dos monges, que governavam o país e a justiça local.  À frente desse sistema estava ninguém menos que Tenzin Gyatso, o grande líder espiritual, o ganhador do Nobel da Paz, o homem que ainda hoje percorre o mundo espalhando mensagens de sabedoria e é conhecido como sua santidade, o Dalai Lama.

(...)



OS CRIMES BÁRBAROS DO BUDISMO


Uma das leis máximas do budismo tibetano é que não se deve matar seres vivos.  Os monges budistas evitam matar animais (até baratas) por acreditar que eles poderiam ter sido gente em vidas passadas.  Desse modo, não poderiam condenar os prisioneiros à morte.  Mas para tudo há um jeitinho.  Um deles era chicotear o condenado até que ficasse agonizante e então liberá-lo.  Uma inglesa que visitou a cidade de Gyantse em 1922 testemunhou um chicoteamento público de uma pessoa que depois foi forçada a passar a noite no topo de uma montanha, onde congelou até morrer.  A morte era apenas questão de tempo, mas seria considerada “um ato divino”.  Mesmo quem concorda com essas punições para criminosos graves há de convir que elas não combinam com mestres de tolerância e da compaixão.

Outras formas de punição incluíam decepar mãos na altura dos pulsos, arrancar os olhos usando tiras de couro de iaque e ferro quente, pendurar um prisioneiro pelos dedões. Esses castigos parecem boatos criados pelos comunistas chineses para justificar a invasão. Não são. Em diversos relatos de oficiais ingleses e de outros estrangeiros que viveram no Tibete, há comentários sobre pessoas com olhos arrancados e sem uma das mãos ou uma das pernas por terem cometido crimes.   


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