terça-feira, outubro 28, 2014

Dicas para evitar que seu médico o mate envenenado



 

Nota do blog:

     Lembrando que a medicina de Hipócrates visava o todo, o ser humano inteiro, não somente partes do corpo físico, enquanto a medicina de hoje é baseada em Galeno, uma medicina que enxerga partes, não o todo. Muitos são os casos de erros médicos, há muito envenenamento por remédios receitados por profissionais, e pouco se fala nos consultórios sobre uma boa alimentação, sono, respiração, vida ao ar livre, enfim, pouco se fala de coisas que melhoram a vida do ser humano e podem até mesmo curá-lo de certas doenças. Não quero aqui dizer que os medicamentos comuns de hoje não funcionem, mas sim que eles atuam no momento, não curam completamente e ainda podem trazer efeitos adversos graves. É preciso mais do que remédios químicos.

      Fiquemos atentos. Muitos dos que criticam as chamadas terapias alternativas, ou o fazem sem conhecimento de causa ou são pagos pela indústria farmacêutica para denegrir tais tratamentos, que muitas vezes são baratos, simples e não envenenam o corpo como os alopáticos (estou excetuando aqui qualquer um que seja misturado a magia e coisas do tipo, óbvio). Deus nos deu inteligência para descobrir alguns mistérios da natureza, e acredito que Ele ensinou a Noé coisas valiosas sobre saúde. Para onde foi este conhecimento? Ervas, frutas, água, barro... tudo isso e muito mais pode ser veículo de cura e fortalecimento do corpo. Há sinais no corpo de doenças que não vemos, como no caso da hepatite que se mostra no amarelo dos olhos. O que tem que ver olhos com fígado? Sabe Deus. O que sabemos é que conseguimos encontrar sinais de doenças ou carências vitamínicas em outras partes do corpo, como nas unhas esbranquiçadas, por exemplo. Então cuidado com o que ouvem por aí, não confiem tão cegamente nos médicos. E vocês médicos, estudem, informem-se, ousem pensar diferentemente de seus professores e colegas. Busquem a verdade!






Em entrevista publicada na Revista Época, edição de 13 de julho de 2007, o Dr. Peter Rost, então vice-presidente executivo da indústria farmacêutica Pfizer, uma das maiores produtoras de medicamentos dos EUA, alerta que o povo confia demais nos médicos e não sabem que por intermédio deles estão sendo envenenados pelos Laboratórios. Segundo o empresário sueco, “os Laboratórios não têm interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com doenças, e sim, pelo contrário, produzem drogas visando gerar outras enfermidades mediante os efeitos colaterais. Em suma, os Laboratórios não estão pensando em beneficiar os pacientes da Medicina, mas, sim, gerar receitas, e faturar alto, lucrando com a doença do povo”.

Diz mais, que os laboratórios se escondem sob a capa da ciência para produzir “medicamentos assassinos” e “armas biológicas” de destruição em massa. Ele lançou recentemente um livro intitulado “Killer Drug” (Remédios Assassinos) onde faz uma série de denúncias contra a “máfia branca dos laboratórios” e contra os chamados “cartéis de medicamentos” atualmente apoiado, defendido e protegido pelos governantes do mundo inteiro, como também pelo Estado, pela política e pelas instituições religiosas de um modo geral.

Corporativismo médico-religioso

O Brasil está sendo visto atualmente pela indústria farmacêutica internacional como um mercado pequeno. Dados revelam que atualmente, com o crescimento da Medicina Holística que, em lugar de drogas, os terapeutas da saúde indicam ou aplicam terapias naturais, os Laboratórios e os próprios médicos estão se sentindo ameaçados, uma vez que 80% do povo brasileiro já fazem opção pelos tratamentos alternativos, e apenas 20% continuam consumindo drogas farmacológicas. Contudo, as drogas continuam sendo um grande negócio!

A opção do povo brasileiro para com a Medicina Alternativa tem preocupando a classe médica que vem buscando, através dos Conselhos Regionais e de órgãos médicos internacionais, apoio e ajuda das instituições que manipulam a religião. Com isso, as corporações religiosas, através de suas Associações e Uniões, vem publicando Votos Sobre Saúde, numa confirmação de que se uniram aos Laboratórios em defesa da prática médica, em oposição às terapias naturais da chamada Medicina Alternativa.

Os pastores evangélicos, em particular os adventistas, são doutrinados para defender a ciência médica e proteger a profissão do médico incluindo os chamados “cartéis de medicamentos”. Os ministros saem das escolas de teologia falando a mesma linguagem do médico comum. Nas escolas de teologia eles são treinados para defender o diploma de médico, o corporativismo e a reserva de mercado, ao mesmo tempo em que se declaram contra as terapias naturais e a homeopatia, além da acupuntura e a iridologia, dizendo serem métodos de tratamento que não merecem crédito por não terem “embasamento científico”.

Isto acontece porque a instituição religiosa está comprometida com a Medicina oriunda da Mesopotâmia que se desenvolveu no Egito. Através da Universidade de Loma Linda, situada ao sul da Califórnia (EUA), a igreja adventista representa o quarto maior centro de formação de médicos alopatas do mundo.

Advertência

Não podemos confiar nos Laboratórios, porque a principal preocupação da ciência médica é ganhar dinheiro. As pessoas têm que se conscientizar disso” – observa Dr. Rost. E recomenda ainda: “cobrem uma posição clara de seu médico, dizendo que năo pretendem continuar tomando drogas. O povo precisa de um regime dietético apropriado, e não de drogas venenosas. O médico que receita muita droga não é confiável por seguir as regras da indústria farmacêutico. Eles receitam os medicamentos do Laboratório que lhes dá mais vantagens, como presentes ou viagens com hospedagem e tudo pago.”

É uma situação difícil para o paciente (que, por certo, está servindo de cobaia). Por isso, é importante procurar mais de um médico para opinar sobre uma doença, e checar se ele é ligado à máfia da indústria farmacêutica. Como saber? – Verifique quantas amostras grátis ou brindes ele tem em seu consultório. Se houver mais de cinco, é mau sinal”.

Esta é a dica para evitar que seu médico lhe mate envenenado!” – Assina: Dr. Peter Rost.



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