quinta-feira, abril 28, 2016

Outro aviso aos fieis sobre o Pe. Pfeiffer

Por Non Possumus
Traduzido por Andrea Patrícia




Estes fatos são dados a conhecer porque o Pe. Pfeiffer dedica-se habitualmente a denegrir Dom Williamson, acusando-o, entre outras coisas, de proteger um sacerdote pedófilo. Desconhecemos os detalhes do caso, mas confiamos que o Bispo crê no arrependimento e na emenda desse sacerdote, e que sua atitude em relação a este se funda na verdadeira caridade.

"Aquele que estiver livre de pecado que atire a primeira pedra"

O Pe. Pfeiffer tem direito a lançar a primeira pedra? O que ocorre nesse sentido com o Padre Pfeiffer, feroz acusador e implacável lapidador de Dom Williamson?

Num sermão dado em 13 de março deste ano (chamado curiosamente de "Malícia Eclesiástica"), o Pe. Pfeiffer afirma o seguinte: 

"Na Filadélfia também tomaram nossa capela, por isso as pessoas agora vão à Missa do Padre N. Ele é amigo nosso. É uma longa viagem de carro, mas ele está cuidando dessas pessoas".

Mas acontece que o "Padre N" é um pedófilo condenado em processo canônico e em processo criminal de foro civil!!!

Com efeito, a diocese "X" emitiu um comunicado dizendo:

“Informa-se aos fieis que ‘N’, antigo sacerdote da Diocese ‘X’ foi removido do estado clerical e restabelecido no estado leigo pelo Santo padre, o Papa Francisco, (data)... Em (data), o Bispo ‘Y’ retirou a ‘N’ seu ministério público quando a Diocese de ‘X’ se deu conta de que havia sido preso por posse de pornografia infantil, pelo qual ‘N’ foi sentenciado a dois anos de liberdade condicional... O senhor ‘N’ tem suas funções como sacerdote proibidas na Igreja Católica e não deve-se apresentar como tal”.

            Outra diocese:

“As indicações mais recentes são que ‘N’ está servindo na Capela ‘X’. Esta capela não está afiliada de nenhum modo à Diocese ou à Igreja Católica. Já que o senhor ‘N’ foi removido do estado clerical, tem proibidas as suas funções como sacerdote na Igreja Católica e não deve-se apresentar como sacerdote. Sua celebração dos sacramentos seria gravemente ilícita, e no caso de matrimônio e de absolvição sacramental, normalmente inválido.

           O testemunho de um fiel do Pe. Pfeiffer:

“Este ‘N’ veio a Boston na primavera passada. Não somente os seminaristas estavam sujeitos a ele sem nenhuma advertência sobre sua verdadeira identidade, senão que um dos seminaristas, muito familiarizado com esse caso, alertou ao Pe. Pfeiffer sobre ele. Foi ignorado solenemente, do mesmo modo que o protesto público universal sobre Ambrose foi rotundamente ignorado.

Um advogado, fiel tradicionalista, defendeu o "padre N" das acusações. Somente para depois se retratar publicamente com estas palavras (extrato):

            “Retratação de minha defesa do ‘P. N’, à qual ofereço como uma desculpa pública.
“Quando ele me disse que era inocente de baixar intencionalmente pornografia infantil e não podia-se defender destas acusações sem comprometer o segredo de confissão, fiz um esforço para encontrar evidências a fim de questionar a verdade das acusações contra ele.

“Durante os últimos dois anos, mas particularmente durante os últimos seis meses, cheguei a conhecer o ‘P. N’ muito melhor. Admito ter cometido um sério erros de julgamento sobre seu caráter. Ele foi surpreendido repetidamente em atos de engano, detração e calúnia por várias testemunhas. A evidência de suas falhas morais habituais e obstinadas foram expostas diante de um conselho, que advertiu que ele deveria ser removido imediatamente. Também foi exposta diante de um sacerdote ancião, um advogado canonista que, depois de uma ampla investigação disse que eu tinha a obrigação de removê-lo, assim como uma responsabilidade moral de fazer uma reparação por haver traído a nossa missão.

“Já não posso justificar a hipótese da inocência do ‘P. N’ a respeito de sua condenação criminal. Ele enganou-me e continua enganando a muitos outros, passando-se por homem virtuoso, mas a verdade sempre vem à tona no fim das contas. É com pesar, mas por obrigação moral, que por este meio formalmente eu me retrato de qualquer coisa que disse ou escrevi em sua defesa. Desculpo-me com qualquer um que possa, baseado em minha defesa, presumir que foi injustamente perseguido pelas autoridades judiciais e pelos oficiais diocesanos. Seu registro público é o de um criminoso condenado pelas acusações relacionadas à pornografia infantil, e advirto a todos os que confiam a ele suas famílias e a si mesmos que tenham isto em mente”.

Carta assinada.

Como se isto fosse pouco o "padre" N foi ordenado no Novus Ordo, e antes de entrar no seminário, dedicava-se à moda...