terça-feira, agosto 01, 2017

Implicância com catolicismo é uma marca indelével do espiritismo

Por Faraó 



Band é um exemplo perfeito de kardecista: Quer bancar o superior, moral e intelectual, mas só consegue falar m.... E, quando é contestado, reage que nem uma mula: dá coices! Implicância com catolicismo é uma marca indelével do espiritismo, embora, bizarra. Afinal, para uma "religião" (como já demonstrei, espiritismo não pode ser levado a sério como religião legítima) que se diz acima de hierarquias e da teologia, adotar o nome de santos em centros, manifestações de vultos da cristandade, orações à Nossa Senhora, etc, são formas muito, digamos, estapafúrdias de manifestar esse tal repúdio. O espiritismo só conquistou, na verdade, seus adeptos mesclando elementos da catolicidade em suas insossas sessões, que na França aconteciam sob o espírito "científico" de Kardec. Por isso a profusão de centros, grupos, e instituições espíritas com nomes de santos, as preces dirigidas de forma católica, a "água fluidificada" e outras traquitanas mais. Pura assimilação para ganhar fiéis, e, é claro, isso nem se compara aos kardecistas que professam concomitantemente ambas as religiões, numa mostra de que o princípio do não contraditório, definitivamente, não vale no Brasil.