quinta-feira, julho 11, 2019

"Friendship Lite" substitui a família na N.O.M.


Por Stephen Volk
Traduzido por Andrea Patrícia


Série televisiva "Friends"


Séries de comédia como "The Big Bang [Theory]", "Seinfeld" e "Friends" sugerem que os engenheiros sociais estão tentando estabelecer uma nova norma. "Amigos" estão substituindo as famílias como nosso principal grupo de referência. "Facebook" e "MySpace" reforçam essa tendência.

J.J. Sutherland escreve: "Na TV, o grupo de amigos é o conjunto básico da humanidade. De Seinfeld a Friends, de Sex and the City a Glee, há um monte de amigos em grande intimidade entre si, entrando e saindo de apartamentos abertos, uma intensa proximidade".

Ele cita Neil Gabler, que diz que a versão televisiva da vida social americana não é apenas uma visão distorcida da realidade, é mais uma visão bizarra e oposta de como nós realmente vivemos.

"Um estudo descobriu que os americanos tinham um terço a menos de confidentes não-familiares do que 20 anos antes e 25% não tinham ninguém para confiar. Outro estudo de 3.000 americanos descobriu que, em média, eles tinham apenas quatro contatos sociais próximos, mas estes incluíam membros da família como o próprio cônjuge".

Esse declínio em amizades reais pode explicar em parte o aumento dramático de amizades virtuais como aquelas em sites de redes sociais onde ser 'adicionado como amigo' é menos um sinal de engajamento pessoal do que uma medida quantitativa de quantas pessoas a sua vida varreu e quantos nomes você pode colecionar, mas isso é friendship lite [amizade de rede social]. O Facebook, na verdade, só ressalta o quanto a amizade tradicional - amigo com quem você se encontra, fala e compartilha - tornou-se um anacronismo e o quanto ser 'amigo' é um termo irônico.

O Facebook, reconhecidamente, reúne seu banco de dados para a Nova Ordem Mundial e chama seus participantes de idiotas. Nunca os belos conceitos e definições de amizade foram tão destruídos, tão corrompidos, quanto pela indústria cultural.

A ESCOLA DE FRANKFURT

Mais uma vez, precisamos examinar The Culture Industry, de Theo Adorno.

A Escola de Frankfurt escreveu um livro chamado A Personalidade Autoritária, traduzido para o inglês pela primeira vez em 1950. O livro foi criado para destruir o macho cristão autoritário como chefe da família. Isto, naturalmente, inclui todos os defensores presentes e futuros da República Cristã.

Kinsey foi apoiado pela Escola de Frankfurt, assim como o revolucionário sexual Herbert Marcuse. A maioria da escola de Frankfurt era homossexual como Barney Frank. Ideologicamente, o estilo de vida de Barney Frank é o legado da Escola de Frankfurt. Barney Frank é, se você quiser, a maior conquista deles.

Em seu livro Mind Siege, (Thomas Nelson, 2000), Tim LaHaye e David A. Noebel confirmaram as descobertas de Richess de uma rede internacional.

As principais autoridades do Humanismo Secular podem ser retratadas como a linha de partida de um time de beisebol: o arremessador é John Dewey; o receptor é Isaac Asimov; primeira base é Paul Kurtz; segunda base é Corliss Lamont; terceira base é Bertrand Russell; interbase é Julian Huxley; campista esquerdo é Richard Dawkins; campista central é Margaret Sanger; campista direito é Carl Rogers; gerente é "o cristianismo é para perdedores" Ted Turner; o rebatedor designado é Mary Calderone; os jogadores utilitários [*jogadores que podem jogar com competência em qualquer posição] incluem as centenas listadas na parte de trás do Manifesto Humanista I e II, incluindo Eugenia C. Scott, Alfred Kinsey, Abraham Maslow, Erich Fromm, Rollo May e Betty Friedan.

Nas arquibancadas, estão as organizações patrocinadoras ou de apoio, como... a escola de Frankfurt; a ala esquerda do Partido Democrata; os socialistas democratas da América; Universidade de Harvard; Universidade de Yale; Universidade de Minnesota; Universidade da Califórnia (Berkeley); e duas mil outras faculdades e universidades.

Comentando sobre a influência de Kinsey, a acadêmica de casamento tradicional, Dra. Judith Reisman, confessou: "Estamos com problemas".

E dificilmente nos deparamos com a questão do divórcio entre pessoas do mesmo sexo. Até onde as coisas podem ir ainda? É hora de pegar uma civilização em queda rápida antes que ela chegue ao fundo... E começamos a maximizar os esforços sociológicos individuais e macro para restaurar as definições saudáveis e atemporais de amizade.

Original aqui




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