Traduzido por Andrea Patrícia
A Música “é certamente uma imensa Realização para as DAMAS: refina o Gosto, lustra a Mente; e é um Entretenimento, sem outras Perspectivas, que as preserva da Ferrugem da Ociosidade, a mais perniciosa Inimiga da Virtude.” John Essex, 1722.
Esperava-se que jovens senhoras no século XVIII e no início do XIX fossem musicalmente realizadas e soubessem tocar pelo menos um instrumento, para então poderem entreter seus convidados à noite. Um dos mais populares foi a harpa. Não apenas esse belíssimo e antigo instrumento era fácil de dominar, mas também permitia às mulheres mostrar suas belas mãos, a agilidade de seus dedos, e até mesmo seus pequenos pés delicados e tornozelos. Tanto Marie Antoinette como sua amiga inglesa Georgiana de Devonshire eram harpistas habilidosas.
Aqui estão algumas pinturas retratando mulheres
harpistas:
Condessa de Eglinton por Sir Joshua Reynolds, 1777
Marie Antoinette tocando harpa na Corte Francesa por Jean-Baptiste Gautier Dagoty, 1777
Marie Antoinette tocando harpa na Corte Francesa por Jean-Baptiste Gautier Dagoty, 1777
Madame Elisabeth tocando harpa por Charles Leclercq
Georgiana, Duquesa de Devonshire por Francesco Bartolozzi
A Lição de Música por Michel Garnier, 1788
Georgiana, Duquesa de Devonshire por Francesco Bartolozzi
A Lição de Música por Michel Garnier, 1788
Rose-Adelaide Ducreux, Auto-retrato com uma Harpa, ca. 1790
Dama com uma Harpa, retrato de Eliza Ridgely por Thomas Sully, 1818
A Lição de Harpa por Joseph Geimaert, 1820
A Marquesa de Northampton, Tocando uma Harpa, c.1820 por Sir Henry Raeburn
Audição de Harpa por Moritz von Schwind, ca. 1855
Original aqui.






































