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quinta-feira, junho 09, 2016

Discurso do Príncipe D. Bertrand - XXII Encontro Monárquico (30/06/2012): uma constatação

Por C. N.


Sem deixar de lado as ressalvas feitas em O movimento monarquista brasileiro, convido-vos a todos a constatar por este vídeo que, ante um mundo apóstata, neopagão e preparador do advento do Anticristo, é um dever do católico apoiar o movimento monarquista liderado por Dom Bertrand. Ouvi-lo é como voltar a um tempo pré-revolucionário em que as nações se deixavam reger de algum modo, perfeito ou imperfeito, pelo Evangelho. Quantas conversões podem dar-se com o movimento monarquista e, ainda mais, com uma eventual restauração monárquica! Quanto pode fazer o movimento monárquico para esmagar, na alma de multidão de pessoas, as duas cabeças da hidra revolucionária!

A prudência política ordena-se também a aplicar concreta ou contingentemente a ciência prática da Política. Ora, tanto esta como aquela não podem deixar de fundar-se, para o católico, no lema do Cardeal Pie de Poitiers e de São Pio X: “Instaurare omnia in Christo” (Instaurar tudo em Cristo). Mas cabe à prudência política aplicar este lema à realidade segundo as condições concretas com que depara. Assim, antes da crise do sistema liberal-partidário brasileiro, perfeitamente alinhado com o vetor mundial para o Anticristo, aplicar corretamente tal lema implicava antes de tudo insistir nos princípios da política católica, e, quando muito, votar em candidatos menos ruins. Mas surpreendentemente rui, diante de nossos olhos, tal sistema, e ainda surpreendentemente a ideia monárquica e o mesmo movimento monarquista (católico!) vão conquistando crescente simpatia. Pois bem, sem acalentar ilusões que neguem a marcha final da história segundo as mesmas Escrituras,* o fato é que nenhum curso histórico é linear, senão que sempre consta de idas e de vindas não raro inesperadas; além de que uma coisa é o desenho profético de dada sucessão de acontecimentos – e as profecias são como uma vista aérea de determinado terreno e seus acidentes geográficos –, outra o percurso que se faz nesse mesmo terreno, percurso que, pela própria natureza das coisas, não pode deixar de topar com surpresas e eventos súbitos. Pois bem, algo assim é o que se nos depara hoje no Brasil. Que sejamos capazes de arrostá-lo, sem ilusões, sim, mas de modo decidido. Será uma maneira contingente e atual, no meio dos escombros de um mundo deicida e suicida, e ainda que dentro das limitações que se nos impõem, de ajudar a instaurar tudo em Cristo. Se só algo se instaurar em Cristo com o movimento monarquista ou com uma eventual restauração monárquica, já será muito. Se nem algo assim se fizer, teremos travado um bom e justo combate.

Observação 1. Aos que insistem em que esta postura é uma denegação dos princípios da política católica, faça-se-lhes a seguinte pergunta: se lhes tivesse sido dado derrotar a revolução francesa mediante a restauração da monarquia absolutista, teriam deixado de apoiar (ainda que com reservas) esta contra aquela?

Observação 2. A questão da ordenação essencial do estado à Igreja é deinfalibilidade ao modo ordinário, não extraordinário, e por isso, pelas razões já assinaladas na série Da Necessidade de Resistir ao Magistério Conciliar, pode gerar dúvidas, sem que os que se equivoquem quanto a ela sejam necessariamente hereges. Com efeito, também quanto a isto falta uma declaração extraordinária. E o que se acaba de dizer é plenamente corroborado pelo fato de que ninguém menos que o Cardeal Billot e o Cardeal Ottaviani, antiliberais convictos e militantes, tampouco tinham clara a necessidade da ordenação essencial do estado à Igreja (videP. Álvaro Calderón, El Reino de Dios en el Concilio Vaticano II).    




* A saber: apostasia geral das nações  a abominação da desolação instalada no lugar santo  advento e império breve do Anticristo  conversão dos judeus  restauração cristã [o triunfo do Sagrado Coração] no mundo  dentro de tempo mais ou menos breve, a Parusia ou segunda e definitiva vinda de Cristo, com a conformação de novos céus e de nova terra. Vide, no livro Estudos Tomistas – Opúsculos (Edições Santo Tomás, por lançar-se brevemente), a questão disputada Se Se Deve Rezar pela Salvação do Mundo, em cujo último artigo se trata justamente este assunto. Esta questão já apareceu nesta página, mas foi profundamente alterada para o livro.


O movimento monarquista brasileiro

Por C. N.


A doutrina da Igreja com respeito aos regimes políticos encontra-se numa série de documentos seus,[1] e cifra-se teologicamente na doutrina política de Santo Tomás de Aquino. Segundo esta, com efeito, três são as notas do estado católico.
1) Pode ser uma monarquia, ou uma aristocracia, ou uma politia (ou democracia sem democratismo), ou ainda um regime misto destas (o preferido do mesmo Santo Tomás); mas não suas respectivas corrupções: a tirania, a oligarquia e a democracia democratista (ou seja, a dos indivíduos-massa e sem corpos intermediários [corporações, foros, etc.], como a democracia liberal).
2) Deve ordenar-se essencialmente ao poder espiritual assim como o corpo se ordena essencialmente à alma no composto humano; assim como a natureza humana se ordena essencialmente à graça divina no justo; e assim como a razão se ordena essencialmente à fé na Teologia Sagrada.
3) Fazendo-o, será membro da Igreja (a título de pessoa moral) como o é cada fiel singular.
Não basta, pois, para ser efetivamente um estado católico, que se ordene indireta ou acidentalmente ao poder espiritual (porque, com efeito, até o papa se ordena acidentalmente a seu cirurgião). Em outras palavras, para ser tal, não basta que apoie a religião ou a Igreja; é preciso que seja da Igreja.
Pois bem, ao que parece, o movimento monarquista brasileiro – o dos Braganças, herdeiros da dinastia de Dom Pedro e da Princesa Isabel  não pretende (além de que, como veremos, nem sequer poderia) constituir um estado estritamente católico, no sentido apontado acima. Descrevo-o sucintamente, mas, creio, suficientemente.
• Com efeito, a atual família real é membro do IPCO (Instituto Plínio Correia de Oliveira, antiga TFP – Tradição, Família e Propriedade). A TFP teve destacada participação não só no movimento popular que ajudou a evitar em 1964 o comunismo, mas no Concílio Vaticano II (onde atuou ao lado dos bispos tradicionalistas que tentaram evitar a catástrofe que enfim se consumaria).
• Mas religiosamente não se pode concordar com alguns traços seus:
◊ o ser um movimento católico dirigido por um laico: e, com efeito, todo movimento assim sempre corre os riscos do personalismo, que se evitam com o dito por Pio XII na “Alocução aos Cardeais e Bispos para a Canonização de Pio X” (31 de maio de 1954) e no “Discurso de 20 de Fevereiro de 1946 aos novos Cardeais”;
◊ correto combate ao comunismo, mas certa superficialidade na crítica ao liberalismo (especialmente o político): e, com efeito, como diz Pio XI na encíclica Divinis Redemptoris, o liberalismo é a semente de onde brota o comunismo, assim como da monarquia liberalizante dos Braganças brotou o golpe revolucionário republicano com as mazelas que nos trouxeram até ao atual estado de coisas no Brasil;[2]
◊ combate não suficientemente frontal ao magistério conciliar: e, com efeito, é isso o que caracteriza o livro do historiador Roberto de Mattei[3] O Concílio Vaticano II (que, porém, é excelente por outros ângulos).
Para constatá-lo em algum grau, veja-se na íntegra esta entrevista dada por Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Nela, com efeito, diz entre outras coisas Dom Bertrand que a relação entre o estado e a Igreja deve ser de “colaboração” (não de ordenação essencial).
Por outro lado, porém, se a Política é a ciência prática que estabelece o que se deve fazer em geral quanto à pólis, cabe à prudência política encontrar o que se há de fazer em cada caso concreto: ou seja, não contrariamente ao que dita a ciência da Política, mas aplicando-o como possível a dada situação concreta ou contingente. E é na conjugação da ciência da Política com a prudência política de católicos que devemos encontrar a posição que adotar diante do movimento pela restauração da monarquia no Brasil. Há que entender, portanto, a situação em que se encontra hoje o mundo e a situação em que se encontra hoje o Brasil.
• No mundo, prepara-se o advento do Anticristo, graças à nefanda pauta global, por um lado, e, por outro, à atuação igualmente nefanda do magistério conciliar: e, com efeito, este não almeja outra coisa que seguir a corrente de um mundo anticristão.
• No Brasil, no entanto, e curiosamente, a crise a que nos trouxe a sucessão de eventos de dois séculos[4] leva nosso povo a recusar o mesmo regime liberal-partidário atual: com efeito, como se viu em recente pesquisa, quase 80% dos brasileiros já o rejeitam de algum modo – e cresce a simpatia pela monarquia parlamentarista ou constitucional e, pois, pela família real dos Braganças.
• Pois bem, ainda que se façam todas as ressalvas feitas acima ao IPCO e ao próprio modelo de monarquia proposto pelos Braganças, o fato é que:
◊ a situação brasileira atual, tal como se acaba de descrever, vai tendencialmente (ainda que só parcialmente) contra o vetor apocalíptico ou catastrófico de quase todo o restante do mundo (excetuam-se talvez a Hungria, a Polônia e poucos mais);
◊ não basta apontar que a monarquia parlamentarista proposta pelos Braganças é do mesmo corte que a da Espanha ou a da Inglaterra: é preciso dizer também, e em contrapartida, que os Braganças são católicos, enquanto a família real espanhola e a inglesa não o são, o que faz grande diferença (como disse Santo Afonso Maria de Ligório, “o que um soberano tocado pela graça de Deus pode fazer no interesse da Igreja e das almas, milhares de missões jamais o farão”);
◊ com efeito, o crescimento da simpatia pela monarquia entre os brasileiros e especialmente uma eventual e efetiva instauração da monarquia entre nós trarão consigo a possibilidade de conversão de grande número de almas ao catolicismo sem aspas: para estar certo disto, basta ouvir Dom Bertrand (na referida entrevista, etc.) falar da Bíblia, de Adão e Eva e do pecado original, da lei natural, da necessidade de que um estado e um país se ponham sob a lei de Deus, além de ouvi-lo criticar os escândalos de Francisco, verdadeiramente destruidores da Igreja e da própria sociedade (vide o final da referida entrevista);[5]
◊ ademais, os Braganças são exclusivamente de missa tridentina: imaginem-se os efeitos de uma transmissão televisiva da família real na missa de sempre, com sua validade inquestionável e com as belezas incomparáveis que encerra;
◊ além dos incalculáveis efeitos benéficos que o crescimento da ideia monárquica e da influência da própria família real terá sobre a cultura e a mesma civilidade, o que se colige com evidência de qualquer pronunciamento ou entrevista de Dom Bertrand.
Por tudo isso é que devemos apoiar o movimento monarquista brasileiro, ainda que com as reservas críticas decorrentes do dito mais acima e com constante acompanhamento de sua evolução.[6] Não se trata, assinale-se, de algo como votar num candidato menos indigno ou que represente talvez um mal menor. Trata-se de efetivo apoio, ainda que, insista-se, com as referidas reservas e com o referido acompanhamento. Não fazê-lo é aferrar-se a uma tese política sem correta aplicação prudencial, e deixar de contribuir para a possível conversão e salvação de multidão de almas.        






[1] Documento de excomunhão e de deposição de Henrique IV (São Gregório VII); encíclica Sicut universitatis (Inocêncio III); bula Unam Sanctam (Bonifácio VIII); constituição Licet iuxta doctrinam (Erros de Marsílio de Pádua e de João de Jandun sobre a constituição da Igreja; João XX); encíclica Etsi multa luctuosa (Pio IX); encíclica Quanta cura (Pio IX); o Syllabus (Pio IX); encíclica Quod Apostolici muneris (Pio IX); encíclica Diuturnum illud (Leão XIII); encíclica Immortale Dei (Leão XIII); encíclica Libertas, praestantissimus (Leão XIII); encíclica Sapientiae christianae (Leão XIII); encíclica Annum Sacrum (Leão XIII); encíclica Rerum novarum (Leão XIII); encíclica Graves de Communi Re (Leão XIII); encíclica Vehementer Nos (S. Pio X); encíclica Communium rerum (S. Pio X); encíclica Jucunda sane (S. Pio X); encíclica Pascendi (S. Pio X); motu proprio Sacrorum antistitum (S. Pio X); encíclica Editae saepe Dei (S. Pio X); encíclica E supremi apostolatus (S. Pio X); encíclica Il fermo proposito (S. Pio X); Carta sobre a ação social, janeiro de 1907 (S. Pio X); encíclica Ad diem illum (S. Pio X); alocução Gravissimum (S. Pio X); encílica Notre charge apostolique (S. Pio X); encíclica Ubi arcano (Pio XI); encíclica Quas primas (Pio XI), a carta magna da cristandade; encíclica Divini illius magistri (Pio XI); encíclica Quadragesimo anno (Pio XI); encíclica Firmissimam constantiam (Pio XI); encíclica Summi Pontificatus (Pio XII).
[2] Note-se que a monarquia constitucional ou parlamentarista como defendida pelos Braganças não impede por si a desagregação social, moral e religiosa, como se pode constatar pela situação apocalítica da Espanha ou da Inglaterra atuais – ainda que também seja verdade o que diz Rubén Calderón Bouchet, a saber, que como quer que seja a monarquia mantém por si um resto de dignidade política que não se encontra de modo algum na democracia liberal.
[3] Membro ele mesmo do IPCO.
[4] E que culminou no antigoverno do PT e na dissolução institucional que vivemos hoje.
[5] Aliás, como antecipado, ainda que a família real dos Braganças tivesse a visão correta quanto à ordenação do estado à Igreja, hoje não poderia pôr-se em prática: justo porque o magistério conciliar, liberal e modernista, criminosamente não o quer. Foi, com efeito, obra constante sua a descristianização dos estados do mundo inteiro.  
[6] Diga-se que falo estritamente em meu próprio nome.

segunda-feira, maio 30, 2016

Louis XVI na manhã de sua execução






Na manhã de sua execução, Louis XVI removeu seu anel de casamento e entregou-o ao seu valete, Jean-Baptiste Cléry, dizendo:
[Entregue] este anel para a rainha; diga a ela que eu me separo dele com dor e apenas no último momento.

via

segunda-feira, maio 23, 2016

segunda-feira, maio 16, 2016

Teatro de Marie Antoinette é restaurado




O teatro particular de Marie Antoinette foi redecorado em vermelho escarlate (acima) durante o Monarquia de Julho de 1830 por sua sobrinha Marie Amelie. Agora ele foi restaurado a sua elegância original (abaixo).



Durante a Monarquia de Julho de 1830-1848, o teatro particular de Marie Antoinette no Petit Trianon foi redecorado para refletir melhor o estilo de meados do século XIX bem como o estilo de sua nova dona, a rainha Marie Amelie – que era de fato a filha da irmã de Marie Antoinette, Maria Carolina. A tapeçaria azul e outros móveis pedidos por Marie Antoinette foram removidos e substituídos por um vermelho brilhante e berrante (em minha opinião). Adicionalmente, o monograma acima do palco central foi substituído brevemente com um emblema de águia por Louis-Philippe antes de finalmente ser substituído por M-A, o monograma de Marie Amélie. O teatro desde então foi refeito para refletir melhor sua aparência original comodesejada por Marie Antoinette, embora o monograma de Marie Amélie tenha sido o monograma que permaneceu até hoje.

Imagens:(C) RMN-Grand Palais (Château de Versailles)/Gérard Blot

Traduzido de Tea at Trianon e Vive La Reine. 

segunda-feira, maio 02, 2016

segunda-feira, abril 25, 2016

Marie Antoinette recebe a absolvição final em sua cela



A Rainha Marie Antoinette, presa na Conciergerie, recebe de um padre a absolvição final em sua cela antes da execução. via e via.

segunda-feira, março 28, 2016

Le Petit Trianon


Petit Trianon, o local favorito da Rainha Marie Antoinette.





Imagens: Bolt of Blue

segunda-feira, fevereiro 15, 2016

Uma linda escadaria no Palácio Tulieries



A escadaria do vestíbulo do Palácio Tuileries, retratado em 1830-1835.
(C) RMN (Musée d’Orsay) / Hervé Lewandowski. via.

terça-feira, fevereiro 09, 2016

Mulheres harpistas

Por Gio
Traduzido por Andrea Patrícia




A Música “é certamente uma imensa Realização para as DAMAS: refina o Gosto, lustra a Mente; e é um Entretenimento, sem outras Perspectivas, que as preserva da Ferrugem da Ociosidade, a mais perniciosa Inimiga da Virtude.” John Essex, 1722. 


Esperava-se que jovens senhoras no século XVIII e no início do XIX fossem musicalmente realizadas e soubessem tocar pelo menos um instrumento, para então poderem entreter seus convidados à noite. Um dos mais populares foi a harpa. Não apenas esse belíssimo e antigo instrumento era fácil de dominar, mas também permitia às mulheres mostrar suas belas mãos, a agilidade de seus dedos, e até mesmo seus pequenos pés delicados e tornozelos. Tanto Marie Antoinette como sua amiga inglesa Georgiana de Devonshire eram harpistas habilidosas.

Aqui estão algumas pinturas retratando mulheres harpistas:


Condessa de Eglinton por Sir Joshua Reynolds, 1777

Marie Antoinette tocando harpa na Corte Francesa por Jean-Baptiste Gautier Dagoty, 1777

Madame Elisabeth tocando harpa por Charles Leclercq

Georgiana, Duquesa de Devonshire por Francesco Bartolozzi

A Lição de Música por Michel Garnier, 1788

Rose-Adelaide Ducreux, Auto-retrato com uma Harpa, ca. 1790

Dama com uma Harpa, retrato de Eliza Ridgely por Thomas Sully, 1818

A Lição de Harpa por Joseph Geimaert, 1820

A Marquesa de Northampton, Tocando uma Harpa, c.1820 por Sir Henry Raeburn

Audição de Harpa por Moritz von Schwind, ca. 1855
Original aqui.

segunda-feira, janeiro 18, 2016

A Missa da Família Real aprisionada



Família Real Francesa assistindo Missa no Palácio das Tuileries, em 1792, enquanto estava em prisão domiciliar. Pintura de Hubert Robert, século XVIII.

segunda-feira, janeiro 11, 2016

Louis XVI entregando lenha aos pobres



O Rei Louis XVI entregando lenha para o pobres em trenós pertencentes a Rainha, via.

quinta-feira, janeiro 07, 2016

Pesquisas sugerem: o corpo da mulher carrega dentro de si ADN dos seus parceiros anteriores


Um artigo muito interessante, leia aqui


Trechinhos com grifos meus:


"Pesquisas científicas convincentes revelaram que os insectos e os mamíferos do sexo feminino são capazes de absorver ADN estranho através das células dos seus corpos. Nos seres humanos já foi demonstrado de forma convincente que este fenómeno ocorre durante a gravidez quando material genético do bebé em crescimento funde-se com áreas do cérebro da mulher, afectando as suas chances de desenvolver a doença de Alzheimer.



"As evidências sugerem agora que os animais do sexo feminino podem incorporar dentro de si ADN do esperma dos parceiros sexuais anteriores. Este ADN estranho acaba  depois por fazer parte dos filhos futuros após a mulher ser bem sucedida em engravidar de um homem totalmente diferente. No nosso mundo isto significa que os filhos que o homem vier a ter com uma mulher promiscua podem ter genes de parceiros sexuais anteriores que ele nunca viu ou chegou a conhecer.

"Existem também estudos sociológicos que revelam que quando a mulher teve mais do que dois parceiros sexuais, os casamentos são mais susceptíveis de acabar (1234), mas agora apoio adicional para o dantes suspeito campo da telegonia está a revelar que existem também motivos genéticos para não iniciar um casamento com uma mulher promiscua: as crianças que vieres a ter com ela podem ter o "pool" genético poluído pelos seus encontros aleatórios anteriores e pelos encontros casuais.

A telegonia é uma ideia avançada inicialmente por Aristóteles e ela alega que os filhos podem herdar genes dos parceiros sexuais anteriores. Esta ideia não tinha suporte científico até que as evidências se amontoaram em favor do microquimerismo - o fenómeno do ADN estranho a incorporar-se no genoma dum indivíduo. Reparou-se que isto acontece no caso das transfusões de sangue. Se por acaso tu recebes sangue enquanto te encontras num estado traumático, o ADN do doador pode-se incorporar no teu genoma. Surpreendentemente, poucas pesquisas foram feitas entretanto, mas todas as evidências indicam que este é um fenómeno genético comum por todo o reino animal."
(...)
"O estudo citado em cima tem duas implicações sísmicas: o primeiro é que a mulher pode absorver ADN suficiente durante a sua vida que venha a causar a que ela mude o seu fenótipo (isto é, a sua aparência e o seu estado de saúde geral). Pode haver alguma verdade na frase "cara de vadia", onde uma mulher altamente promíscua sofre alterações na sua aparência física devido aos variados tipos de esperma de homens distintos que foram depositados dentro dela."
(...)
"O microquimerismo foi também observado nos cães, onde os mais velhos passam os seus genes aos irmãos mais novos, sugerindo que os primeiros filhos têm o grau mais elevado de pureza genética - uma suspeição muito provavelmente notada pela nobreza do passado."
(...)

"Durante milhares de anos, a pureza feminina foi estimada acima de qualquer coisa no momento em que se pensava em formar uma família. Hoje, a comunidade científica está a confirmar a validade dessa prática."

segunda-feira, dezembro 14, 2015

segunda-feira, dezembro 07, 2015

Uma linda porta



Uma porta no boudoir de Marie Antoinette no chateau de Fontainebleau, com pinturas de Michel-Hubert Bourgois e Jacques-Louis-François Touzé.

Imagem: RMN/(C) RMN-Grand Palais (Château de Fontainebleau), via.

segunda-feira, junho 02, 2014

A casa da infância de Marie-Antoinette



Palácio de Schönbrun (texto traduzido de Tiny-Librarian)

Localizado em Viena, Áustria, o Palácio de Schönbrunn é um prédio em estilo Rococó construído no fim do século XVI. Schönbrunn faz parte do Patrimônio Mundial da Unesco. Este é o maior palácio do mundo com 1441 cômodos. Eu tenho certeza de que todos vocês conhecem este palácio! Ele não é apenas o Versalhes austríaco, mas também o lugar onde Marie-Antoinette nasceu e cresceu. A Imperatriz Sissi também passou muito tempo lá. Muitos grandes músicos visitaram a família imperial em Schönbrunn como Mozart ou Beethoven. Os jardins são bem similares aos de Versalhes, mas são bem menores (não esqueçam que o Palácio fica dentro da cidade!). Vocês podem encontrar jardins franceses, pequenos pavilhões, e é claro, o Gloriette (segunda figura abaixo). Este palácio é para mim o símbolo de uma monarquia realmente brilhante. Mas é também o símbolo da infância feliz de Marie-Antoinette, e é por isso que este é o palácio que eu mais quero visitar!









Texto traduzido e imagens extraídas de Tiny-Librarian.

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

O Teto de Marie-Antoinette

Teto do quarto da Rainha Marie-Antoinette em Versailles

terça-feira, janeiro 28, 2014

Imperatriz Maria Teresa da Áustria: diante do meu Juiz


“A qualquer momento eu posso ser chamada diante de meu Juiz. Eu não quero ser surpreendida, eu quero ver a morte chegar.”
 (Imperatriz Maria Teresa da Áustria, mãe da Rainha Marie Antoinette)


Algumas imagens de pinturas de uma grande rainha. Observe que a moda na época já não era modesta, mostrando muito o colo:











via

segunda-feira, dezembro 09, 2013