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terça-feira, julho 02, 2019

Projeto Linguístico de Tavistock: As origens da "Novilíngua"

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Por The American Almanac
Traduzido por Andrea Patrícia



No início da Segunda Guerra Mundial, os agentes de Tavistock, incluindo Brig. Gen. John Rawlings Rees, da Diretoria de Guerra Psicológica, estavam ocupados trabalhando em um projeto de linguagem secreta. O alvo desse projeto não era o "inimigo", mas o próprio idioma inglês e o povo de língua inglesa.

A pessoal de Tavistock havia aprendido sobre o trabalho do linguista britânico C.K. Ogden, que criou uma versão simplificada do idioma inglês usando cerca de 850 palavras básicas (650 substantivos e 200 verbos), com regras rígidas para seu uso. Chamado "Inglês Básico" ou "Básico", o produto foi ridicularizado pela maioria dos intelectuais de língua inglesa. A proposta de Ogden de traduzir literatura clássica, como Marlowe e Shakespeare, para o Básico, foi legitimamente atacada como um esforço para banalizar as maiores expressões da cultura do idioma inglês.

Mas nas entranhas do diretório de guerra psicológica, os conceitos por trás do Básico eram fundamentais para o controle em larga escala do "pensamento" perigoso. Uma língua inglesa simplificada limita os graus de liberdade de expressão e inibe a transmissão de significado por meio da metáfora. É então fácil criar uma "realidade" que pode ser moldada através dos meios de comunicação de massa, como o rádio. Uma linguagem reduzida é uma camisa de força para a mente humana.

O Ministério Britânico da Informação, que controlava todas as transmissões e disseminação de notícias, decidido a experimentar a eficácia do BASIC foi solicitado a produzir alguns noticiários em Básico, que foram transmitidos em várias seções estrangeiras da BBC, incluindo a Seção Indiana, que incluía entre seus agentes o autor de 1984 George Orwell e seu amigo Guy Burgess, que mais tarde se envolveria no maior escândalo de espionagem soviética pós-guerra da Grã-Bretanha. Os resultados foram cuidadosamente monitorados.

Os envolvidos rapidamente descobriram que, com algumas modificações, a linguagem era ideal para apresentar uma versão censurada e editada das notícias. Como se prestava a afirmações simples e declarativas, dava a essas declarações o caráter de fato, mesmo que a informação que estava sendo relatada fosse propaganda fortemente censurada ou até auto-admitida.

Alguns historiadores afirmam que a "Novilíngua", de Orwell, em 1984, é uma simples paródia do Básico. Pelo contrário: Orwell foi um dos mais ávidos defensores do conceito básico de linguagem reduzida. O que mais lhe atraiu foi a simplicidade e a aparente capacidade de abolir o "jargão". Ele também achava que qualquer coisa sem significado real, quando reduzida à sua tradução básica, seria facilmente vista como absurda. O utópico Orwell, em suas cartas, expressou preocupação com o poder do Ministério da Informação (Miniform, como era conhecido) de controlar e administrar as notícias. Foi esse aspecto do processo, não a degradação da linguagem inglesa pelo Básico, que ele parodiou em 1984 com sua "Novilíngua", controlado por Minitrue, o Ministério da Verdade.
"Impérios da Mente" Britânicos

Após a apresentação de um relatório especial do Ministério da Informação sobre essas descobertas em 1943, o projeto Básico foi colocado em “maior prioridade” no Gabinete de Guerra, por insistência do Primeiro Ministro Winston Churchill. O projeto, agora revelado pelos jornais, deveria ser expandido para incluir o trabalho nos Estados Unidos. Apesar de não revelar a pesquisa secreta sobre as implicações psicológicas do Básico, Churchill se tornou seu líder de torcida, promovendo a nova linguagem como base para um vínculo renovado entre a Grã-Bretanha e sua antiga colônia, os EUA. Em 6 de setembro de 1943, em um discurso na Universidade de Harvard, Churchill pediu "um novo Boston Tea Party" para derrubar o idioma inglês e substituí-lo pelo Básico. Dizendo à platéia de anglófilos que eles estavam na "correnteza" de uma poderosa mudança de maré cultural que teria um "efeito saudável", ele declarou que o poder de controlar a linguagem "oferece prêmios muito melhores do que tirar as províncias ou terras das pessoas ou as destruir pela exploração. Os impérios do futuro são os impérios da mente”.

Mas o lado público do projeto encontrou a resistência do público britânico e americano, que, embora não necessariamente compreendendo todas as implicações do Básico, não obstante se ressentia de ser dito como falar. E não houve apoio do presidente dos EUA, Franklin Roosevelt, que considerou o Básico "bobo".

No entanto, relatórios do Ministério da Informação para o comitê especial do Gabinete de Guerra disseram que a linguagem era difícil de administrar. Em vez de derrubar a língua inglesa, argumentavam os relatórios, era mais fácil simplificar o uso deste último pelo exemplo dos noticiários de mídia de massa. Os noticiários de rádio, que tinham sido feitos de longos comentários descritivos antes da guerra, assumiram os formatos mais curtos que são apresentados hoje. As frases longas, muitas vezes com nuances literárias, deram lugar a frases mais curtas e diretas e a um vocabulário simples.

O noticiário televisivo adotou este estilo linguístico: sentenças diretas simples, com um vocabulário muito, muito limitado. Os noticiários de televisão, nunca muito informativos e eruditos, tornaram-se menos notáveis nos últimos anos, pois foram forçados a emburrecer. Quando Roone Arledge, ex-diretor de esportes da ABC, assumiu sua divisão de notícias mal avaliada em meados da década de 1970, ele exigiu que os telejornais fossem simplificados e tornados mais fáceis de entender.

Em um artigo de 1979 da revista Washingtonian, o especialista em mídia e cientista político John David Barber apoiou a abordagem de Arledge às notícias, argumentando que sua linguagem “passa bem acima da metade inferior do eleitorado americano”. Ele compilou uma lista de 31 palavras que ele achava que deveriam ser retiradas de um noticiário da CBS; o termo "conspiração política" foi incluído. Escreveu Barber "Não há como [este] vocabulário ser capaz de pegar e ser mantido pelo estudante comum do ensino médio". A maioria dos diretores concorda com essa avaliação: a análise de vocabulário dos noticiários revela que, além de termos especializados, nomes de lugares e nomes próprios, muito menos do que o vocabulário de 850 palavras do Básico é empregado. O vocabulário da televisão não noticiosa é ainda mais degradado e limitado.

Estudos recentes mostraram que o vocabulário do americano médio, embora não esteja no nível Básico de 850 palavras (excluindo nomes próprios e termos especializados), está mergulhando nesse nível.

Original aqui.

quinta-feira, junho 27, 2019

Chesterton e o distributivismo

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Por Guilherme Freire



 “Nossa sociedade é tão anormal que o homem normal nunca sonha em ter a ocupação normal de cuidar se sua própria propriedade. Quando ele escolhe um negócio, ele escolhe um, entre milhares de negócios, que envolve cuidar da propriedade dos outros.” G.K. Chesterton

Inspirado pela encíclica do Papa Leão XIII, Rerum Novarum, o filósofo e jornalista inglês Gilbert Keith Chesterton divulgou e ajudou a criar uma forma de pensar a economia baseada na Doutrina Social da Igreja Católica. O estudo foi feito na esperança de recolocar a família e as pequenas propriedades no centro da organização econômica da sociedade. Essa escola de pensamento foi chamada de distributivismo (ou distributismo).

O distributivismo não pode ser confundido com a estatização dos meios de produção, ou sua redistribuição forçada pelo Estado, que seria socialismo. Trata-se da distribuição natural da riqueza que se dá quando a produção já se encontra descentralizada. A idéia é priorizar empresas familiares de qualquer espécie, ou firmas cuja propriedade é dividida entre os empregados (como cooperativas), ou ainda pequena empresas e empresas de médio porte com atuação local. Também pequenas iniciativas privadas e trabalhos independentes, em geral, correspondem a essa descentralização da economia.

Essa defesa das pequenas propriedades, na perspectiva distributivista, não se dá por meio da força ou da coação. Na encíclica Rerum Novarum, Leão XIII diz que os socialistas, na medida em que violam o direito de propriedade, e usam a força para promover igualdades, criam uma elite mais poderosa que a elite anterior. Juntando o poder econômico com o poder político, a nova elite concentra ainda mais a propriedade. Chesterton completa dizendo que “Nenhuma sociedade pode sobreviver da falácia socialista de que existe um número absolutamente ilimitado de autoridades inspiradas e uma quantidade absolutamente ilimitada de dinheiro para pagá-las”.

A descentralização também não se dá por meio de um liberalismo fora de perspectiva. Se o único valor do indivíduo for a vitória do mundo capitalista – jogando a caridade no lixo –, esse mesmo indivíduo pode perfeitamente usar essa vitória, não para prestar serviços e fornecer bens dos quais as pessoas precisam, mas para colocar em uma péssima situação seus trabalhadores, ou para destruir o próprio sistema capitalista. É o que acontece quando, por exemplo, George Soros financia partidos e causas socialistas (Soros e os Rockefellers são a personificação viva da frase “Capitalismo demais não significa capitalistas demais, mas capitalistas de menos”).

Autor de um grande livro sobre São Tomás de Aquino (capaz de arrancar elogios imensos de Étienne Gilson), Chesterton tirou muitas coisas da obra do Doutor Angélico, inclusive as bases teóricas para desenvolver uma visão da economia que nem caísse na usura, e nem no autoritarismo. Essa influência foi ressaltada no Brasil por Gustavo Corção, autor do clássico “Três alqueires e uma vaca”.

Foi de certa forma, por influência de São Tomás, que toda essa escola de pensamento ligada à Doutrina Social da Igreja conseguiu ser refinada intelectualmente. De Tomás veio a idéia segundo a qual não se deve buscar justiça por meio da violência ou do isolamento, mas sim de maneira prudente e caridosa ou, por outra, buscar que cada indivíduo tenha seus meios de autossuficiência e sua propriedade, evitando a criação de uma classe de dependentes.

Tendo propriedade o indivíduo obtém uma liberdade que não tinha. Já dizia Chesterton que ao dar dez libras a um indivíduo você não lhe tirou uma liberdade, você lhe deu a liberdade de fazer o que bem entender com essas dez libras.

É claro, como escola de pensamento econômico, o distributivismo só faz sentido à luz de uma visão de mundo abrangente, personalista e atenta às comunidades. Curiosamente a palavra economia originalmente remontava a idéia de administração doméstica, e não a essa obsessão por macroeconomia que vemos hoje.

Entre outras coisas, o distributivismo acaba sendo uma grande apologia da iniciativa privada, pois espera aumentar o número de possuidores de propriedade privada, estimulando os indivíduos e as famílias a adquirir ou criar seus próprios meios de produção, em vez de depender de salários. Essa é a idéia por trás dos “três alqueires e uma vaca” e não um programa assistencialista estatal. Em outras palavras, é melhor ajudar e incentivar que todos a tenham e cuidem de uma vaca do que criar um programa “bolsa dos sem-vaca”. Claro, as vacas e os alqueires dos dias de hoje muitas vezes são pequenas empresas, lojas ou apartamentos.

Justamente por buscar restabelecer a vida microeconômica – o comércio local –, o distributivismo é um movimento que acaba aparecendo em oposição ao que pode haver de nocivo no globalismo.

Embora a globalização tenha seus postos positivos (ideologia que visa fortalecer administrações internacionais), ela pode tornar perigosamente frágeis as políticas locais, comprometendo a possibilidade de contato da vida pública com o cidadão comum. Muitas empresas hoje são dependentes ou estão envolvidas de maneira suspeita com governos e organismos internacionais, impossibilitando o que poderia ser uma verdadeira livre iniciativa.

Qualquer pessoa que pense que “livre iniciativa” quer dizer fábricas no Vietnã ou legiões de chineses pagos com salários irrisórios, trabalhando em benefício de acionistas de Wall Street, ou de capitalistas do Partido Comunista Chinês, estará errando feio. Algo muito errado está acontecendo, quando muitos estão sem emprego e alguns poucos repousam sobre uma carteira de ações bilionárias, construída em grande parte com trabalho quase escravo, sustentando uma ditadura na Ásia e ONGs gigantes que trabalham para suprimir a liberdade individual no ocidente.

No entanto, é compreensível que a clássica objeção levantada contra essa distribuição de propriedade seja a existência de atividades que aparentemente demandam grandes organizações. Por exemplo, empresas de automóveis ou de aviões, para as quais são necessárias fábricas grandes. Ocorre que nenhumas dessas atividades necessitam de um monopólio (do ponto de vista da economia liberal isso é indesejável, por sinal), e nada exclui a possibilidade de serem montadas cooperativas.

Um exemplo de cooperativa hoje se encontra no país Basco, na pequena cidade de Mondragón, onde o padre José María Arizmendiarrieta fundou diversas cooperativas. Os funcionários têm interesse em produzir mais, e ainda mais interesse no lucro da empresa, porque são eles, de certa forma, os próprios donos. Essas cooperativas já prosperaram tanto, que hoje a corporação de Mondragón forma um dos maiores complexos industriais da Espanha.

Além disso, os funcionários não vivem sobre constante ameaça de demissão, e nem têm interesse em conflitos com sucessivas greves. Eles voluntariamente assumem as posições de direção na cooperativa, sem precisar receber remunerações adicionais. De certa forma, Mondragón seguiu o que Chesterton disse: “Fazer o locatário e o locador a mesma pessoa tem certas vantagens, tal como o locatário não pagar o aluguel e o locador não trabalhar muito.”. Isso reduz os problemas que podemos ter com as associações sindicais de hoje, como as brigas entre sindicatos, ou dos patrões com os empregados.

O distributivismo pressupõe a liberdade econômica dos liberais, e a adesão a princípios e valores atemporais dos conservadores. Para esse tipo de reforma não é suficiente a ausência de um governo excessivo, mas também deve estar presente o espírito da caridade.

Nada resume tão bem isso quanto à história do economista E.F Schumacher, autor de Small is Beautiful. Ele se converteu ao catolicismo após ler uma Encíclica diferente do que geralmente se espera, a Humanae Vitae, de Paulo VI. Diz ele que essa é a encíclica da Igreja que protege os pequenos, que defende aqueles que ainda não podem se defender. De todas as reformas que podem ajudar a economia, a mais urgente, creio que os maiores distributivistas concordariam, é a dos espíritos.



Artigo publicado originalmente na 7ª edição da Revista Vila Nova, em junho de 2013

quarta-feira, junho 26, 2019

O projeto liberal de Soros

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Em 1947, após ter rompido com o Partido Comunista, um certo filósofo austríaco fundava em conjunto com amigos a Sociedade Internacional Mont Pèlerin para defender o liberalismo. Em Londres dos idos de 1950, o expatriado filósofo ministrava aulas nas quais pregava um conceito que designou por "sociedade aberta", segundo o qual a liberdade individual, o pluralismo e a pesquisa livre deveriam prevalecer. Esse conceito tornou-se a causa da vida de George Soros, então aluno do aludido filósofo, a saber, Karl Popper. 

Passado algum tempo, Soros passou então a direcionar maciços investimentos e recursos na disseminação de ideologias e agendas políticas, as quais, combinadas com os ensinamentos de seu preceptor, acomodavam princípios liberais - especialmente o princípio alargado de liberdade individual -, no cerne de uma militância tresloucada, formada por pequenos grupos identitários artificiais, cuja ação é pautada no "pluralismo de ideias". 

Mais uma evidência de que o projeto conduzido por Soros nada tem de comunista, mas muito tem de liberal. Liberal porque é baseado numa articulação político-ideológica entre a liberdade individual e o pluralismo. Na verdade, o pluralismo (ou diversidade) aqui alardeado tem como objetivo a atomização da sociedade, sendo, portanto, um pretexto para fragmentar o tecido social, isolando as pessoas uma das outras em pequenos segmentos e dissolvendo os laços tradicionais existentes entre elas. Isso também pouco tem de comunista, mas muito tem de liberal. 

Aliás, quer discurso mais liberal do que o de uma feminista abortista que diz lutar pelo direito que aparentemente possui de fazer o que quiser com o próprio corpo? E olha que aqui estamos falando de uma mentalidade hiperliberal ("meu corpo, minhas regras").

Isso basta.

sexta-feira, junho 21, 2019

Paulo Guedes é liberal também nos costumes, e investe nisso!

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Por Daniel Ribeiro



Todos devem saber que Paulo Guedes é um liberal. O que nem todos sabem é que ele não é liberal apenas na economia, mas também nos costumes. E ele investe literalmente nisso.

Guedes é sócio de um site de busca social focado em “soluções para solteiros que procuram um relacionamento sério". O Namoro Online é a versão mais liberal do site. Ao inscrever-se, o usuário pode dizer se tem interesse em amizade, namoro, sexo casual, casamento ou apenas em “ficar”. Há opções para heterossexuais e homossexuais [1].

Como exemplo que justifica o alegado êxito das privatizações, Guedes citou a facilidade de agendamento de programas com prostitutas [2].

Guedes afirma que “respeita as opções e os direitos dos outros”, sinalizando abertamente para a defesa do liberalismo social. É o mesmo discurso que está na ponta da língua de qualquer ativista progressista. 

Certa vez, Guedes disse:

“A grande sociedade aberta está além da direita e da esquerda. Quem estiver preocupado com isso ainda está saindo da Revolução Francesa no século XVIII” [3].

Assim como George Soros – o famoso magnata judeu que financia movimentos liberais – , Guedes também promove a “sociedade aberta”. Aliás, Soros atua no Brasil desde 1987, através do Banco Pactual, que administra seus investimentos no país, e que teve entre seus fundadores, quatro anos antes, o próprio Guedes [4].

Nunca é demais lembrar também que o liberal Instituto Millenium, fundado em 2005, tem Guedes entre seus membros "especialistas" e, ao mesmo tempo, integra um diretório global mantido pelo próprio Soros [5].

Vejam que as articulações no mundo global ultrapassam a mera demarcação ideológica do espectro político atual. 

Agora, acordem.

Fontes:

[1] https://www.valor.com.br/politica/5615539/conselheiro-economico-de-bolsonaro-e-socio-de-sites-de-relacionamento

[2] https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2019/02/paulo-guedes-cita-servico-de-prostitutas-como-exemplo-de-sucesso-da-privatizacao-cjsho66wa013o01p82mgykh4x.html

[3]  https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/blogs/203484-paulo-guedes-da-equipe-de-bolsonaro-analisa-o-que-esta-errado-no-brasil-quase-tudo.html#.XO2VnxZKjDc

[4] https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/1/28/dinheiro/6.html

[5] https://www.institutomillenium.org.br/blog/imil-ganha-cadastro-no-diretorio-global-de-think-tanks/

Entendendo o lado oculto da Lava-Jato e os vazamentos publicados pelo site intercept

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1 - O que, de fato, depõe contra a Lava-Jato é que em 2017 o vice procurador adjunto do departamento de justiça do Estados Unidos deu uma aula inteira sobre como se desenvolveu o relacionamento do departamento de justiça dos EUA com o ministério público federal brasileiro. Antes disso, em 2009, o Wikileaks vazou que os EUA treinaram agentes judiciais brasileiros e queriam treinamento aprofundado em Curitiba. Em 2014 , começou a Lava Jato . Portanto , quaisquer conversas , trocas de mensagens , ligações reveladas precisam partir da premissa, ao serem reveladas , que eram funcionários brasileiros do judiciário trabalhando para o Departamento de Justiça dos EUA.
Isto está comprovado por fontes oficiais vazados pela Wikileaks.
Lyndon Larouche, em 2016, já denunciava os interesses internacionalistas da Lava-Jato: http://portugues.larouchepub.com/…/0709-british_imperial_co…
2 - Em contrapartida, os vazamentos dos meios de comunicação dos membros da Lava-Jato estão sendo feitos pela Intercept. Isto é um problema porque o referido site é financiado por Pierre Omidyar, um ricaço europeu do mesmo naipe de Soros e membro do Bilderberg Club. Segundo o jornalista Pepe Escobar , o Intercept teve acesso a muita informação valiosa vinda de Snodewn e simplesmente reteve , não divulgou por interesses particulares.
Minha opinião: A Lava-Jato cumpriu o seu papel, está sendo agora desmascarada pelos donos do poder global e terá as provas do crime do interesse americano sobre o Brasil apagadas.
Os donos do mundo estão descartando o seu instrumento e limpando as provas que poderiam lhe comprometer.
Assim como os agentes globallistas estão descartando a Lava-Jato por meio do intercept Brasil, poderão fazer o contrário quando lhes aprouver. Lava-Jato e Intercept são instrumentos (um a direita e outro a esquerda) da mesma estrutura de poder. Enquanto os gados brigam por ração, os açougueiros escolhem que vai ser o abatido da vez de acordo com a conveniência do momento.

quarta-feira, junho 19, 2019

Lava Jato, Intercept: é tudo um jogo

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Essas imagens abaixo são para mim importantes como claros indícios de que forças internacionais atuam na Lava-Jato para desfavorecer o Brasil, e que seus agentes são meras peças de um jogo. Ontem a Lava-Jato servia a esses interesses, hoje não serve mais, então deve ser desmontada. Mas não basta desmontar a operação que entregou muito do país aos globalistas, essas forças internacionais não brincam em serviço e deixam um aviso aos seus fantoches (Moro, Dellagnol, Greenwald...): cuidado, nós sabemos de tudo, não brinquem conosco.

Vejamos um exemplo do mal causado por esta operação:


A quem interessa a condenação deste homem? Ao Brasil? Por isso eu digo para deixarmos de lado partidarismo e lutarmos pelo Brasil, não por políticos. A condenação dele foi injusta. A quem interessa?

Quem tiver olhos de ver...

Coletado nas redes sociais:

"Apoiamos o combate à corrupção, mas acreditamos que devemos mirar em pessoas, não em empresas! Eis o grande erro da lava-jato. Em tempos de crise, desmantelamento da indústria e desemprego é um grande golpe ao povo brasileiro, ao capital nacional e ao crescimento econômico, utilizar um mecanismo de combate à corrupção como uma máquina de desmantelamento das empresas e dos trabalhadores. Todos devem pagar pelos seus crimes contra o povo, mas não podemos prejudicar a atividade econômica."



Dallagnol elogia Greenwald:



"O jornalista Glenn Greenwald, um dos criadores to The Intercept Brasil –site que divulgou conversas entre o ministro Sergio Moro (Justiça) e o procurador Deltan Dallagnol no domingo–, fez 1 discurso pró-Lava-Jato no Canadá em 2017. Na época, Dallagnol, compartilhou o vídeo com de seu discurso":


terça-feira, junho 18, 2019

Quebra-Cabeça Mental

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É quase inevitável não ter ouvido falar do horror que passou o pequeno Rhuan, muito falado na mídia e nas redes sociais recentemente. Essas histórias nos prendem a atenção justamente por serem horríveis e quase inacreditáveis. O que provavelmente passou desapercebido foram as técnicas utilizadas pela mídia ao noticiar esse caso e como elas funcionam.

Esse caso tornou claro algumas dessas técnicas justamente por envolver um tema fortes como o frio assassinato de uma criança e todas as circunstâncias do caso.

O que teria, afinal, motivado uma crueldade como esta? Lemos os jornais e assistimos a TV procurando uma explicação.

Como bem descrito em "A transformação social", de Cristian Derosa, os jornalistas hoje não se resumem a relatar fatos ou emitir algumas opiniões. São ensinados a moldar a crença geral e ensinar as pessoas a pensarem da forma "correta". São agentes de opinião pública, que vão se usar dos meios que têm para fazer isso.

E quais seriam esses meios? 

Quando se aborda temas como esse, logo surge a ideia de Lavagem Cerebral, que consiste em converter as crenças religiosas ou políticas de alguém. Para isso, é necessário quebrar toda a resistência emocional da vítima, usando meios como isolamento, privação de alimentos, tortura, estados de confusão e medo, e condições subumanas das instalações da prisão, longos interrogatórios, tudo intercalado com eventuais bons tratamentos, dando a ideia de que bastasse que concordassem em mudar de ideia que seu sofrimento cessaria. (Orwell descreve com certa precisão o processo de lavagem cerebral, em sua obra 1984. Sargant sugere que Orwell teve conhecimento do que realmente era feito e descreveu em forma de ficção.)

Certamente não é isso que ocorre quando ligamos a TV ou abrimos o jornal. Técnicas como estás não são possíveis de serem aplicadas em larga escala e tampouco possuem garantias de funcionar por longos períodos, após o período de conversão, pois eram comuns os casos de ex-prisioneiros de guerra voltassem ao que eram depois de voltarem à própria nação.

Ou seja, não é disso que se trata.

Para disseminar uma ideia a muita gente, é preciso formas mais sutis de se fazer isso, e talvez até de forma que as pessoas se submetam às influências por vontade própria.

Na década de 70, alguns terapeutas hipnotizadores perceberam que era possível obter os mesmos efeitos de suas terapias de hipnose sem o transe hipnótico e sem precisar de tanto tempo e esforço (às vezes muitas sessões eram necessárias antes de uma boa hipnose). Daí surgiram inúmeras técnicas que eram aplicadas em diversos tratamentos e terapias. Não demorou muito até que esses conhecimentos se espalhassem para inúmeras áreas, sendo usadas tanto para o bem quanto para o mal.

Essas técnicas rapidamente também foram adaptadas também por vendedores, que contam hoje com manuais de vendas repletos de conceitos desenvolvidos pela neurolinguística. Aquele cafezinho que te oferecem não é exatamente por conta da casa. 

A melhor forma de não cair no "papo do vendedor" é conhecer as técnicas utilizadas. Assim que um truque é utilizado e você toma conhecimento dele, o efeito é reduzido ou até anulado.

O mesmo acontece com as técnicas usadas pela mídia para formar opiniões. No momento em que técnica utilizada é identificada, é possível racionalizar sobre o conteúdo levando isso em conta, e então selecionar exatamente o que quer para si e formar as próprias convicções. Também é uma ilusão pensar que se pode fazer isso o tempo todo. Nem sempre conseguimos prestar tanta atenção aos detalhes e muitas vezes estamos simplesmente cansados, e a guarda baixa naturalmente.

Dentre as técnicas mais evidentes como a repetição (mostrar a mesma coisa várias vezes com intervalos calculados) e se apoiar em figuras de autoridade (os especialistas), temos outras menos evidentes e que passam desapercebidas. São formas sutis e que podem levar meses ou anos para terem resultados. Isso não é um problema, considerando o tempo médio que as pessoas assistem TV hoje em dia e o prazo com que trabalham os engenheiros sociais.

Lembrando o que Derosa explicou em seu livro, os jornalistas não querem apenas te informar sobre algo, querem que tenham determinadas ideias sobre aquilo que noticiam. Mas, quem que define essas opiniões a serem criadas? Isso é tema de inúmeros livros e adianto que a pesquisa não será fácil (tampouco agradável).

O caso do pobre Rhuan nos prende a atenção de uma maneira diferente. Ao ler notícias a respeito, é natural sentir que é impossível de parar de ler o relato até o fim. Ficamos chocados. Estamos mais sujeitos às técnicas da propaganda durante esse período de fascínio, assim como em estados de tédio e confusão. Isso era sabido e muito utilizado por Milton Erickson em suas contações de histórias (prolongar esse tema nos levaria aos filmes, programas e livros infantis).

É possível criar um vínculo entre duas coisas mesmo que na hora que você leia não faça sentido. Por exemplo, foi dito que uma redução de custo era necessário, o que poderia ter justificado o crime. No momento que alguém lê isso, pode até parecer um absurdo e a justificativa é descartada logo de cara. No entanto, as duas ideias são lançadas na mente e lá ficam por um tempo, procurando onde se estabelecer. O processo mental é conhecido como incubação e percolação - aquilo será integrado ao restante cedo ou tarde, como uma peça de quebra-cabeça que eventualmente achará seu lugar de encaixe. O efeito não é imediato.

Também foram lançadas ideias de que as criminosas eram religiosas e se conheceram na Igreja. O mesmo acontece na mente, as ideias recebem um tratamento a nível consciente, mas receberão outro a nível subconsciente. Durante o sono, os eventos e informações marcantes durante o dia devem ser alocados na memória e na mente de alguma forma, às vezes demorando um período longo.

É provável que lhe venha à mente imediatamente que "existem religiosos fanáticos, mesmo". Seria isso realmente comum ou lhe veio à mente de forma espontânea? Outras ideias e frases como essa podem surgir como algo elementar, mas muito difícil de terem suas origens rastreadas em nossa mente. 

Uma experiência que pode facilitar a compreensão disso foi uma descoberta que fizeram de que certas perguntas são lembradas depois como afirmações. Por exemplo, se uma manchete diz "seria ele um assassino?". Depois de alguns meses é comum ter dúvidas sobre exatamente o que estava escrito na notícia, e muitos acabam lembrando da matéria como se fosse uma afirmação e não como uma pergunta.

No caso do Rhuan, é possível que se some a outras informações feitas de mesmo teor no passado, e daqui alguns meses, quando vir outra notícia simplesmente dizendo que Fulano era religioso, sua impressão inicial já esteja enviesada e sua conclusão praticamente pronta. Isso pode ocorrer mesmo que na época tenha descartado essa relação como absurdo.

Para esses jornalistas, o verdadeiro motivo frequentemente não importa. O que importa é exercer sua função como agente social. O que importa são as convicções que estão sendo criadas.

Uma das melhores formas de se imunizar dessas técnicas sutis é realmente estudar a ponto de identificá-las no momento em que ocorrem.

Informe-se não apenas das notícias, mas das formas como elas chegam até você, ou provavelmente sua opinião não será realmente sua, mas resultado de inúmeros pedacinhos de um quebra cabeça que não foi o você que escolheu montar.

REFERÊNCIAS
"A Transformação Social", Cristian Derosa
"My Voice Will Go with You: The Teaching Tales of Milton H. Erickson", Sidney Rosen 
"Battle for the Mind: The Mechanics of Indoctrination, Brainwashing & Thought Control" , William Walters Sargant
"Frogs into Princes: Neuro Linguistic Programming", Richard Bandler, John Grinder
"Trance-Formations: Neuro-Linguistic Programming and the Structure of Hypnosis", Richard Bandler, John Grinder
"Reframing: Neuro-Linguistic Programming and the Transformation of Meaning", Richard Bandler, John Grinder
"Lavagem Cerebral - O Rapto do Espírito" Joost A. M. Merloo
"Teoria da Dissonância Cognitiva", Leon Festinger







quarta-feira, junho 12, 2019

Paulo Guedes é um banqueiro globalista

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Há pessoas que não sabem disso ainda, e quando tentamos contar há os que não acreditam, os que nos chamam de petistas, comunistas, etc. Sim, além de banqueiro (Co-fundador do BTG Pactual), gente nada confiável, Paulo Guedes é um globalista! Bom, aí vai a afirmação vinda de alguém que é conhecido no meio "liberal-conservador" brasileiro, ninguém menos que Heitor de Paola em sua conta do Twitter:





Há os que acreditam piamente que Paulo Guedes está fazendo caridade ajudando o Brasil com seu conhecimento e sua experiência. É muita ingenuidade e falta de informação. É claro que ele possui interesses que não beneficiam o povo, além de ser globalista, veja só:

Empresa de Paulo Guedes tem dívida com a União

Propostas de Bolsonaro favorecem investimentos de empresa de Paulo Guedes

Associação liderada pela irmã de Paulo Guedes se beneficia de cortes no ensino

E sobre a moeda única e mais outros assuntos globalistas, leia:

Por uma moeda única na América Latina

segunda-feira, junho 10, 2019

Sobre a criminalização da "homofobia"

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Por Antônio Carlos Costa Lima Vieira

PL 672/2019

Um mero vício de gente imatura ou psicótica se tornando a conduta humana mais sagrada e legalmente superior e paparicada. Tudo conforme as ordens dos grupos econômicos mais ricos do mundo; ordens obedecidas por políticos e capas-pretas de todo o mundo evoluído para o caldeirão de Satanás.
Agora, aqui no Brasil, querem proibir a rejeição responsável da ditadura de um vício e de uma teoria que impõe uma natureza humana deformada e artificial.
O Projeto de Lei 672/2019 quer reclusão de um a três anos e multa para qualquer pessoa que ouse usar a inteligência para discriminar e conceituar como tolas, pecaminosas, ridículas, estéreis e mesmo irrelevantes as orientações sexuais e/ou identidade de gênero.
Este projeto torna preconceito punível qualquer conceito que ouse contrariar os preconceitos legalmente impostos para a exaltação da homossexualidade e da promoção e defesa de uma delirante identidade de gênero.
Recebi esta convocação do Padre Paulo Ricardo e, agora, divulgo.
Aviso importante a todos que defendem a vida e a família: 
O Projeto de Lei que pune com prisão qualquer oposição às teorias de gênero está de volta à pauta da Comissão de Constitucionalidade do Senado Federal.
O Projeto de Lei 672/2019, de autoria do Senador Weverton Rocha, do PDT do Maranhão, supostamente, segundo o relator Senador Alessandro Vieira, deveria proteger os homossexuais e membros da comunidade LGBT contra a violência.
Na verdade, porém, conforme pode ser lido no próprio texto do projeto, a iniciativa, promoverá a criminalização de todos aqueles que se expressarem contra a ideologia de gênero, inclusive pais de alunos e professores. 
É o que afirma o PL 672/2019 quando:
(...) inclui na referida legislação os crimes de discriminação ou preconceito de orientação sexual e/ou identidade de gênero.
E estabelece punição para as práticas deste crime:
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de preconceito em razão da identidade de gênero e/ou orientação sexual.
Constitui crime:
Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedëncia nacional, identidade de gênero e/ou orientação sexual.
Pena: reclusão de um a três anos e multa.
Devido à forma equivocada como foi apresentado, o projeto foi aprovado em primeira votação por 18 votos a favor e um único contra na quarta-feira, 22 de maio. A lista dos votantes pode ser consultada aqui.
Mas depois de, literalmente, milhares de pessoas terem enviando mensagens e telefonado aos gabinetes dos senadores, e outros muitos terem se dirigido ao Senado para explicarem pessoalmente aos parlamentares o verdadeiro significado do projeto, o Projeto não conseguiu mais entrar em pauta para a votação suplementar nas duas semanas seguintes. 
No entanto, o PL 672/2019 está novamente agendado para entrar na pauta da CCJ na manhã da próxima quarta-feira, 12 de junho de 2019.
Conforme pode ser verificado na ficha de tramitação neste link, o PL está agendado para o quinto lugar da pauta.
Necessitamos da ajuda de todos para impedir a aprovação deste nefasto projeto.
Telefone e envie emails aos parlamentares membros da Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça do Senado Federal, explicando-lhes que foram enganados. 
Não se limite a protestar. 
Explique aos senadores e seus assessores sobre a malícia do projeto, como os eleitores estão a par dos acontecimentos e a preocupação dos paissobre os efeitos que o projeto aprovado terá sobre a educação de seus filhos. 
Mostrem como a verdadeira finalidade do PL 672/2019 não é proteger da perseguição os homossexuais, mas perseguir os pais de família que, no exercício constitucional do direito de educar seus filhos, manifestarem oposição à ideologia de gênero. 
Peçam a todos que votem contrariamente ao Projeto de Lei nesta quarta-feira, dia 12 de junho de 2019, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. 
Usem em todo momento de polidez e educação, mas sem deixar de ser muito claros em suas palavras, em nenhum momento utilizando expressões ofensivas ou indecorosas. 
Divulgue esta mensagem a todos os seus contatos e peçam que eles façam o mesmo. 
E-mails dos membros titulares e suplentes da CCJ. 
eduardo.braga@senador.leg.br; 
simone.tebet@senadora.leg.br; 
sen.meciasdejesus@senado.leg.br; 
jose.maranhao@senador.leg.br; 
ciro.nogueira@senador.leg.br; 
sen.luiscarlosheinze@senado.leg.br; 
elmano.ferrer@senador.leg.br; 
sen.oriovistoguimaraes@senado.leg.br; 
sen.selmaarruda@senado.leg.br; 
sen.venezianovitaldorego@senado.leg.br; 
otto.alencar@senador.leg.br; 
sen.angelocoronel@senado.leg.br; 
sen.aroldedeoliveira@senado.leg.br; 
sen.rodrigopacheco@senado.leg.br; 
sen.marcosrogerio@senado.leg.br; 
sen.jorginhomello@senado.leg.br; 
sen.eduardogomes@senado.leg.br; 
sen.marciobittar@senado.leg.br; 
sen.marcelocastro@senado.leg.br; 
dario.berger@senador.leg.br; 
sen.daniellaribeiro@senado.leg.br 
robertorocha@senador.leg.br 
sen.rodrigocunha@senado.leg.br; 
lasier.martins@senador.leg.br; 
sen.majorolimpio@senado.leg.br 
sen.flaviobolsonaro@senado.leg.br; 
sen.jorgekajuru@senado.leg.br; 
sen.marcosdoval@senado.leg.br; 
sergio.petecao@senador.leg.br; 
sen.nelsinhotrad@senado.leg.br; 
sen.carlosviana@senado.leg.br 
sen.zequinhamarinho@senado.leg.br; 
wellington.fagundes@senador.leg.br;
Telefones dos membros titulares da CCJ.
EDUARDO BRAGA (MDB-PA) 
E-mail: eduardo.braga@senador.leg.br
Telefone: (61) 3303-6230 / 6227 
SIMONE TEBET (MDB-MS) 
E-mail: simone.tebet@senadora.leg.br
Telefone: (61) 3303-1128 
MECIAS DE JESUS (PRB-RR)
E-mail: sen.meciasdejesus@senado.leg.br
Telefone: (61) 3303-5291 / 5292 
JOSÉ MARANHÃO (MDB-PB) 
E-mail: jose.maranhao@senador.leg.br 
Telefone: (61) 3303-6490 / 6485
CIRO NOGUEIRA (PP)
E-mail: ciro.nogueira@senador.leg.br 
Telefone: (61) 3303-6187 / 6188
LUIS CARLOS HEINZE (PP) 
E-mail: sen.luiscarlosheinze@senado.leg.br
Telefone: (61) 3303-4124 / 4132 / 4127 / 4129
ELMANO FÉRRER (PODE-PI) 
E-mail: elmano.ferrer@senador.leg.br 
Telefone: (61) 3303-2415 / 3055 / 1015
ORIOVISTO GUIMARÃES (PODE-PR) 
E-mail: sen.oriovistoguimaraes@senado.leg.br 
Telefone: (61) 3303-1635
JUÍZA SELMA (PSL-MT) 
E-mail: sen.selmaarruda@senado.leg.br 
Telefone: (61) 3303-6408
VENEZIANO VITAL DO RÊGO (PSB-PB) 
E-mail: sen.venezianovitaldorego@senado.leg.br 
Telefone: (61) 3303-2252 / 2481
OTTO ALENCAR (PSD-BA) 
E-mail: otto.alencar@senador.leg.br
Telefone: (61) 3303-1464 / 1467
ANGELO CORONEL (PSD-BA) 
E-mail: sen.angelocoronel@senado.leg.br 
Telefone: (61) 3303-6103 / 6105
AROLDE DE OLIVEIRA (PSD-RJ) 
E-mail: sen.aroldedeoliveira@senado.leg.br
Telefone: (61) 3303-6640 / 6646
RODRIGO PACHECO (DEM-MG) 
E-mail: sen.rodrigopacheco@senado.leg.br
Telefone: (61) 3303-2794 / 2795
MARCOS ROGÉRIO (DEM-RO) 
E-mail: sen.marcosrogerio@senado.leg.br
Telefone: (61) 3303-6148
JORGINHO MELLO (PL-SC) 
E-mail: sen.jorginhomello@senado.leg.br
Telefone: (61) 3303-2200

O Eclipse de Bolsonaro e a Constituição de um Governo Maçônico

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O ECLIPSE DE BOLSONARO E A CONSTITUIÇÃO DE UM GOVERNO MAÇÔNICO

1) Repito o que disse muitas vezes: às lojas e aos poderes globais já não interessava a permanência da esquerda no poder. (Tinham estado em aliança com ela, como se pode ver pelo apoio a Lula de boa parte dos ministros e das personalidades do antigo regime militar.) Daí o impeachment de Dilma. Para os planos da revolução marcusiana global, era hora de mudar.
2) Bolsonaro, por seu lado, sempre foi figura singular. Corajoso, combativo contra a esquerda e em parte contra o mesmo marcusianismo, nunca se fundou porém em doutrina sólida, além de entretecer alianças com religiosos da pior espécie. Como quer que seja, manteve tal combatividade e coragem ao longo de toda uma dramática campanha eleitoral, o que mereceu de nós o voto como num mal menor.
3) Chegado ao poder, no entanto, boa parte das personalidades que o apoiaram ou se elegeram por causa dele mostraram-se ou meros arrivistas ou efetivos agentes das lojas e do globalismo. Mourão é talvez o exemplo mais notório. Mas também o são Guedes (ao menos por seu liberalismo globalista), a esfinge Moro (veja-se o convite feito por ele a que Karnal desse palestras no âmbito de seu ministério, etc.), o atual ministro da Educação (um alto financista que não tem a menor ideia do que é educação e que acaba de lançar um projeto de regulamentação do homeschooling que traz o inequívoco selo do globalismo), e outros.
4) Mas obviamente as lojas e o globalismo apoiam a pauta ou agenda global (aborto -- lembram-se do apoio de Mourão ao aborto? --, criminalização da "homofobia", internacionalização da economia, multiculturalismo, encurralamento da religião, etc.). E como tem reagido a isso o mesmo Bolsonaro? Com a combatividade e coragem de antes? Não. Cala-se quanto a essa pauta ou agenda, talvez com a desculpa esfarrapada de que é preciso antes aprovar a reforma da Previdência. Dupla falácia: antes de tudo, quando se votar tal reforma, já terão passado coisas como a criminalização da "homofobia", a regulamentação globalista do homeschooling, etc.; depois, quem conhece suficientemente economia para endossar a afirmação de Guedes de que sem tal reforma o Brasil falirá? Não faliu nem sequer na época da corrupção sob o governo Dilma.
5) Este silêncio de Bolsonaro é o que o eclipsa. Já não se trata daquele Bolsonaro cheio de defeitos mas cuja guerra corajosa a muitos aspectos da revolução comunista e da marcusiana mereceu de nós um voto prenhe de certa esperança. É hoje como um títere, uma marionete de um governo maçom-globalista, e entrega-se ao ridículo ou à irresponsabilidade ou à estupidez com ideias absurdas sobre cadeirinhas de bebê nos automóveis, rerreformas ortográficas, tomadas e pinos, etc.
6) Para sair de tal eclipse, não resta a Bolsonaro senão voltar à sua antiga combatividade antirrevolucionária e antiglobalista e convocar os que votaram nele a que o apoiem nas ruas. Ou isso, ou nosso voto num mal menor terá sido voto num mal puro e simples.

sexta-feira, junho 07, 2019

Fattorelli explica a crise que está justificando a Reforma da Previdência

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Durante reunião da Comissão de Seguridade Social e Família, a coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, explica a atual conjuntura econômica e a crise fabricada para justificar o desmonte da previdência e do Estado.

Assista! Informe-se!


quinta-feira, junho 06, 2019

Reforma da Previdência do Paulo Guedes?

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Precisamos de reformas, isso ninguém nega. Mas que tipo de reforma? Quero chamar a sua atenção, caro leitor, para observações sobre esta Reforma da Previdência apresentada por Paulo Guedes.  Assistam os vídeos com calma, reflitam, leiam a PEC, informem-se.

Lembre-se de uma coisa: quem manda no mundo hoje é a "elite globalista", os donos da Nova Ordem Mundial, chame-os como quiser. Mas é um grupo que detém o poder, as finanças (os banco$$$), a mídia, e trabalha contra o povo, nunca a favor. Os integrantes dessa "elite" não tem moral. Eles querem a redução populacional, eles querem a religião única mundial, eles querem o fim da Igreja Católica. Pense nisso quando ouvir falar sobre esta Reforma da Previdência. Pense: para quem Paulo Guedes trabalha?

Quem vai lucrar muito com isso são os bancos, com esse sistema de capitalização proposto pelo Paulo Guedes! É por isso que estão fazendo tanta pressão, é por isso que o Guedes está chantageando o povo, retendo FGTS e PIS enquanto não aprovar a reforma dele. Não tem santinho nessa história, preste atenção: político, ministro, é ser humano, portanto erra.

Os bancos estão pagando para pessoas fazerem propaganda da Reforma do governo. Montaram lobby em Brasília e têm apoio do empresariado. Por que vocês acham que os empresários estão fazendo tanta propaganda da Reforma do governo? É porque eles não precisarão contribuir para a previdência do empregado, somente o trabalhador pagará!

Quer entender como somos massacrados pelos banqueiros? Então leia Gustavo Barroso, "Brasil,  Colônia de Banqueiros".

Cuidado com o Liberalismo. O problema não é somente o Comunismo, lembre-se.

Abaixo , os vídeos sobre o tema. Não importa QUEM diz, mas o QUÊ é dito!


 Eduardo Bolsonaro quando era CONTRA esta reforma:


Palestras no Clube de Engenharia no Rio de Janeiro. Gostei muito da primeira, onde a professora mostra os dados que estão sendo escondidos da população:



Clarissa Garotinho faz algumas observações muito boas:



Cabo Daciolo. Sim, o excêntrico ex-candidato. Relevem as coisas que ele diz sobre religião, e prestem atenção no que ele diz sobre a Reforma proposta pelo governo:


Informem-se e rezem. Muito.