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quarta-feira, julho 20, 2011

Idólatras?

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Veja o vídeo até o fim e responda com sinceridade:


quinta-feira, janeiro 15, 2009

Iconografia Cristã Primitiva

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A Igreja sempre utilizou como meio de comunicação para veicular conceitos e dogmas (verdades divinas), símbolos e imagens que eram mais compreensíveis que a transmissão oral e, também, como meio de instruir a população iletrada.

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No primeiro século, os elementos simbólicos utilizados para difundir as idéias cristãs, são provenientes do Egito, Etrúria e Pompéia. Desde o século II, encontramos pinturas nas paredes das catacumbas com cenas correspondentes aos episódios bíblicos, recorrendo a um simbolismo, pois não era permitida a representação dos mistérios religiosos para que não acontecesse profanação.


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Orante (detalhe), catacumba de Priscilla, cubículo de velatio, Roma, III século

Seus temas mais comuns são âncoras, cestos cheios de pão, uvas com pássaros bicando-as, e peixes. Outras representações interessantes são a do Bom Pastor, da Cruz Gamada e da Orante (tipo feminino em pé, gravada por meio de punção em superfície de estuque e pintada em arcosolium (abóbada) e cubiculum (capela).


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Bom Pastor, 400 (c.), catacumbas de Priscília, Roma

A linguagem ingênua da época paleocristã usa a pomba para falar da paz eterna, o anjo como pureza sem pecado, a fênix como ressurreição e o peixe para falar de Jesus (pois peixe em grego, são as iniciais de Cristo, filho de Deus, Salvador).


Extraído do Diretório da Arte

terça-feira, agosto 12, 2008

Veneração de imagens pelos cristãos primitivos

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Os apóstolos veneravam a imagem da Virgem Maria nas catacumbas de Roma, onde eles celebravam ocultamente:

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Veja como os primeiros cristãos veneram as sagradas imagens:

"Uma vez que evoquei a lembrança desta cidade [Paneas], não considero justo omitir uma narrativa digna de memória até para os pósteros. Com efeito, diz-se ter sido oriunda deste lugar a hemorroíssa que, conforme narram os santos evangelhos encontrou junto do Senhor a cura de seus males(cf. Mt 9,20ss; Mc 5,25; Lc 8,43). Mostra-se na cidade sua casa, e subsistem admiráveis monumentos da beneficência do Salvador para com ela.

Com efeito, sobre um rochedo elevado, diante das portas da casa, ergue-se uma estátua feminina de bronze. Ela tem os joelhos dobrados, as mãos estendidas para a frente, em atitude suplicante. Diante dela há outra estátua da mesma matéria, representando um homem de pé, sobre uma coluna, parece brotar uma planta estranha que se eleva até as franjas do manto de bronze; é o antídoto de doenças de toda espécie.

Assegurava-se que a estátua é imagem de Jesus; ela subsiste ainda até hoje, de sorte que nós a vimos ao visitarmos a cidade" (Eusébio de Cesaréia, HE VII,18,1-3. 375 DC)

"Não é de admirar que outrora pagãos beneficiados por nosso Salvador, a tenham erguido [a imagem do relato anterior], quando sabemos terem sido preservados ícones pintados em cores dos apóstolos Pedro e Paulo e do próprio Cristo. É natural, pois os antigos, segundo um uso pagão entre eles observado, tinham o costume de honrá-los desta maneira sem preconceitos, quais salvadores." (Eusébio de Cesaréia, HE VII,18,4. 375 DC)

"Igualmente o trono de Tiago, o primeiro a receber do Salvador e dos apóstolos o episcopado da Igreja de Jerusalém e freqüentemente nas Escrituras é designado como irmão de Cristo (Gl 1,19; 1Cor 15,7; Mt 13,55), foi conservado até hoje e os irmãos da região sucessivamente o cercaram de cuidados. Deste modo realmente demonstram a todos a veneração que os homens de outrora e os atuais dedicavam e ainda dedicam aos homens santos, porque amados de Deus. Eis o referente a esta questão." (Eusébio de Cesaréia, HE VII,19. 375 DC).

Fonte: Dicionário da Fé

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