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terça-feira, dezembro 01, 2015

Preconceito não é Burrice




Um slogan bastante surrado hoje em dia, freneticamente repetido sobretudo por gays e esquerdistas, é de que “preconceito é burrice”. Entretanto, pretende-se aqui demonstrar que tal afirmação não passa de um lugar-comum falacioso e totalmente vazio de significado. 

Preconceito significa pré-julgamento. Significa extrair de determinado objeto, lugar ou pessoa uma conclusão antecipada sem que ela possa ter um decisivo amparo da razão. Pré-julgar é algo inevitável. Fazemos pré-julgamentos a todo instante. Exemplos são inúmeros, e importa aqui citar aqueles que demonstram que o preconceito pode não ser burro. 

Um exemplo é uma pessoa que instada a decidir entre almoçar entre um restaurante bem conservado e outro que esteja com as suas paredes descascando, faça a primeira escolha. Esta escolha não tem nada de burra. É perfeitamente possível que o restaurante que foi preterido em função daquelas más condições ofereça uma boa comida ou até melhor que o outro. Entretanto, é bastante razoável supor que o desleixo dos proprietários em conservar o estabelecimento interfira na qualidade da comida, de modo que, embora a decisão guiada pelo preconceito não seja racional, pode ser razoável. Com efeito, nem tudo o que não é racional, é irracional.Irracional é aquilo que contraria a razão. Um exemplo são os dogmas católicos e milagres, que não contrariam a razão,mas que não são explicados pela razão. Outro exemplo é o preconceito. Baseado nisso, chamar preconceito de burrice, por não ter o amparo decisivo da razão, é o mesmo que chamar os católicos de burros por crerem em dogmas e milagres que não podem ser explicados pela razão. O princípio é o mesmo. 

Preconceito não é pecado. Nunca foi exorcizado pela religião, pelo menos antes do Concílio Vaticano II, mas sua demonização provém do iluminismo, que não aceita julgamentos não-empíricos em seu racionalismo extremado. Não se deve confundir o preconceito com a discriminação. O preconceito é o pré-julgamento, enquanto a discriminação é o preconceito em operação. O preconceito é a idéia abstrata e a discriminação o ato concreto. Entretanto, ambos podem ser tecnicamente ou moralmente bons. Um lugar onde costumamos exercer prodigamente os preconceitos e discriminações é no supermercado. Lá, pré-julgamos um molho de tomate como bom só por provir da Itália, um azeite como bom só por provir de Portugal, um bacalhau como bom só por provir da Noruega, e aí, em uma atitude totalmente discriminatória, compramos tais produtos, preterindo os demais. Significa com isso que todo molho, todo azeite e todo bacalhau provenientes de tais países são bons? Obviamente que não, pois dificilmente teríamos condições de experimentar todas as marcas vendidas em tais países para emitir conclusão precisa. Ao vermos um sorvete da marca do supermercado, acabamos por pré-julgá-lo como ruim, e aí compramos o tradicional sorvete Kibon ou Nestlé, em mais uma atitude discriminatória.

O supermercado é um dos lugares onde mais exercemos preconceitos e discriminações 

Quem nunca ouviu falar também da marca de eletro-eletrônicos CCE, cujo apelido pejorativo ficou conhecido como "Começou Comprando Errado"? Quem nunca teve uma experiência desagradável ao adquirir um aparelho da marca? Essas experiências ruins alimentam os preconceitos de toda uma coletividade para com a marca, que acaba sendo discriminada diante de uma outra marca de melhor reputação. CCE: marca de tradicional preconceito entre consumidores brasileiros. 

Um outro preconceito, que é bastante comum entre brasileiros, é o de evitar a compra de produtos chineses. Pela nossa experiência, sabemos que produtos chineses, sobretudo eletrônicos, são de baixa qualidade, e quase sempre acabam se deteriorando rapidamente. Entretanto, não temos a exata ciência de que todos os produtos chineses, mesmo os eletrônicos, sejam de baixa qualidade. Porém, é no mínimo imprudente o consumidor absolutamente livre de preconceitos com produtos chineses, pois poderá experimentar possíveis dissabores em suas aquisições. Assim, como classificar de "burro" o preconceito a produtos chineses, já que a marcada experiência do brasileiro com tais produtos não é boa? Agora pergunto: tais preconceitos e discriminações são burras ou arbitrárias? Claro que não! Se os preconceitos e discriminações podem ser aplicados a lugares e coisas, por que cargas d'água não poderiam ser aplicados a pessoas? Uma pessoa pode escolher não querer receber transfusões de homossexuais em razão do histórico de doenças ligadas ao homossexualismo e receber a pecha de "homofóbico" ou "intolerante". Este pré-julgamento é perfeitamente razoável, considerando que os homossexuais têm 20 vezes mais chances que os héteros de estarem contaminados, segundo a OMS. Ora, a pessoa que apesar de desconhecer essa informação, rejeita o sangue homossexual por preconceito, é diligente com sua saúde e amor à vida e, por isso, nada tem de burra, pois seu preconceito acaba se confirmando por estatísticas favoráveis à razoabilidade de sua decisão. 

Mais um exemplo de preconceito que não é burro é a decisão de um empregador não contratar ex-presidiários. Não significa que todo ex-presidiário volte a delinqüir e com isso prejudicar o empreendimento, mas guiado pela prudência o empregador prefere contratar pessoas sem histórico prisional para não experimentar possíveis problemas. Trata-se certamente de um preconceito, guiado pela prudência, experiência e não pela razão, pois não há estatísticas informando sobre a reiteração da prática criminal por ex-presidiários a fim de amparar tal decisão. Novamente é um preconceito que nada tem de burro. A reputação de certas coisas, lugares e pessoas não é tomada arbitrariamente, mas é pré-conhecida em virtude de suas experiências históricas. Jogar a experiência no lixo só para se dizer "sem-preconceitos" não é, por certo, um gesto de sabedoria. Muito pelo contrário, trata-se de uma estupidez sem tamanho abdicarmos da experiência que nutrimos em toda nossa vida, seja ela proveniente de experiência pessoal ou do intercâmbio com pessoas mais velhas. 

Preconceitos também podem salvar vidas. Eu suspeito que o gênero humano teria sido extinto nos primeiros anos caso não houvessem preconceitos, pois a ciência era extremamente incipiente e o homem guiava-se sobretudo pela experiência. Refletindo a respeito, um amigo citou-me um exemplo de bastante sabedoria. Se você como homem primitivo observasse animais comendo certos cogumelos, poderia ter uma noção que deles poderia se alimentar, ainda que não totalmente segura. Não fosse esse preconceito, provavelmente o homem arriscaria sua vida comendo cogumelos venenosos para se dizer "absolutamente livre de preconceitos". 

Outro exemplo bastante útil hoje em dia são os testes de laboratório com chimpanzés. Guiando-se por um raciocínio probabilístico, não totalmente seguro, portanto, conservamos preconceitos de que aquilo que não faz mal a este macaco provavelmente não faz mal ao ser humano, já que a fisiologia deles é muito próxima a nossa, mas não 100% igual. Estes são exemplos de preconceitos que podem salvar vidas, e por conta da proximidade ao nosso instinto de auto-conservação - princípio basilar da moral - são moralmente bons. 

Desta forma, viemos a constatar através destes exemplos que burros são aqueles papagaios esquerdistas que, guiados por conclusões irrefletidas repetem freneticamente slogans falaciosos. Há preconceitos guiados por reflexões arbitrárias, assim como há preconceitos guiados pela razoabilidade. Se há uma coisa e outra, tachar o próprio preconceito por burrice é uma generalização extremamente burra.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Como agir quando um local de trabalho exige compromissos morais?


Por Atila S. Guimarães
Traduzido por Andrea Patricia
 

Caro Sr. Guimarães,

Primeiramente quero agradecê-lo pela clareza com a qual o senhor tem provido os leitores do site Tradition in Action. Eu encontro uma grande consolação em sua perspectiva, enquanto eu leio mais e mais os artigos postados.
Eu gostaria de pedir que o senhor, por favor, me ajude com a seguinte questão: eu obtive um Doutorado num campo profissional de terapia anos atrás, e ensinei meio período numa universidade local (como temos filhos, eu tenho deveres e demandas em casa).
Aproximadamente dois anos atrás, quando eu acordei para os problemas na Igreja Católica, bem como para os meus próprios pecados, eu também percebi que a associação nacional a qual eu pertencia, a partir qual eu recebi algumas das minhas credenciais, possuía uma história relativamente longa de prover uma plataforma para avançar a agenda homossexual. (Ano passado, eles também contrataram uma palestrante para a sua convenção nacional que era uma forte apoiadora da Planned Parenthood, embora isso nunca tenha sido propagandeado em sua biografia impressa no boletim nacional).
Além disso, uns dois anos atrás, uma mulher católica escreveu uma carta ao editor da publicação mensal da associação nacional expressando sua preocupação sobre a afiliação da associação nacional com um grupo imoral. Ela foi subsequentemente caluniada e censurada nas edições seguintes da publicação por outros membros da associação, tudo com apoio do editor. Eu fiquei horrorizada. Devido a estes acontecimentos, eu havia decidido que eu não poderia mais justificar a adesão à associação nacional, pois eu não queria contribuir para a imoralidade do mundo, e temia estar diante de Deus quanto a isso.
O que aconteceu em seguida foi que eu pedi meu emprego porque a universidade não contrata profissionais que não são credenciados pela associação nacional. A adesão à associação nacional é vinculada às credenciais da pessoa, por mais estranho que pareça. Eu poderia recuperar minha adesão, o que me devolveria as minhas credenciais, mas o pensamento de fazer isso gerou um conflito em mim. Parece que se eu fizer isso eu estarei traindo a verdade (conhecida também pelo nome de Jesus Cristo) por causa de um emprego.
Eu não quero trair, mas sem as credenciais, é quase impossível obter um emprego. Eu tenho especialização e embora não trabalhe muito, eu sei que eu posso oferecer uma grande ajuda a pessoas que vierem buscar meu conhecimento.
Por favor, o senhor poderia me dar uma perspectiva sobre essa questão?
Eu o agradeço muito por qualquer ajuda que possa me prestar quanto a esta situação, e mais uma vez, pela luz que o senhor possa dar em um momento tão escuro.
Sinceramente,

E.S.
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O Editor responde:

Cara E.S.,

Obrigado por suas palavras gentis e por sua consideração em pedir meu conselho nesse assunto delicado.

Talvez você não saiba, mas eu não tenho nenhuma formação especial em Moral. Quando eu respondo questões como a sua, eu estou apenas aplicando os princípios do senso católico próprio para cada leigo. Com esse pressuposto, deixe-me ver se eu poderei ou não ajudá-la ao tentar interpretar a mente da Santa Madre Igreja e dar a você alguns parâmetros para orientá-la.

Resumindo, o problema é que você precisa de credenciais para exercer sua profissão, e o único órgão que as emite requer um juramento ou uma assinatura ou outro tipo de adesão (você não especificou qual) concordando que você irá respeitar homossexuais, planejamento familiar e outras coisas contra a Moral Católica.

Regra geral de caridade

O primeiro ponto que você deve esclarecer é em que grau essa associação nacional demanda sua adesão à promoção da homossexualidade e outras questões morais que você mencionou.

A princípio, um católico deve dar assistência a qualquer um de seus semelhantes em caso de emergência, independente de quem seja. Isso é o que Nosso Senhor nos ensinou na parábola do Bom Samaritano. Foi isso o que as inúmeras instituições católicas de caridade sempre fizeram através de toda a História.

Então, se os requisitos desta associação são gerais em termos, referindo-se a tais emergências onde homossexuais são incluídos entre outras vítimas, eu acredito que eles devem ser assistidos como qualquer outra pessoa.  Então, a minha opinião é que você pode concordar com tais requisitos sem preocupação de estar cometendo um pecado.

Enfrentando demandas imorais dos órgãos oficiais

Entretanto, se os requisitos são específicos, demandando tanto que você dedique uma parte considerável de seu tempo assistindo homossexuais ou se engajando na promoção de causas sobre os direitos homossexuais, então a questão demanda atenção maior.

A solução desse problema depende da sua resposta a esta questão: o quanto você realmente precisa trabalhar e ganhar dinheiro para sustentar sua família?
 
Para responder a esta questão, você deve considerar que com relação à necessidade, existe uma hierarquia. Quando você diz que você precisa trabalhar, você deve determinar qual o grau de sua necessidade a partir das seguintes categorias:

·       Indispensável – algo essencial para a vida – você precisa de dinheiro para manter a sua família; sem isso seus filhos irão passar fome ou sua mãe irá perder a assistência médica da qual ela precisa para viver, ou você irá perder sua casa porque você não consegue pagar as contas mensais;

·       Necessário - você precisa de dinheiro o qual seus filhos podem viver sem, mas na faltado dinheiro eles não poderão continuar com seus estudos, ir ao médico, ou se vestir de acordo com o nível social de sua família;

·        Conveniente – com esse dinheiro extra você poderia pagar por cursos de idiomas, e assim seus filhos poderiam ter empregos melhores, frequentar círculos sociais melhores, casar com pessoas de melhor situação econômica. Se não forem idiomas, então algo similar: associar-se a um clube adequado, vestir-se de modo mais digno e adequado aos princípios católicos.

·          Supérfluo – com esse dinheiro extra você poderia enviar seus filhos para passar férias na Flórida ou fazer uma viagem familiar para esquiar no Colorado para se livrar do estresse, ou você poderia remodelar o seu pátio num estilo mais na moda para o seu prazer e para causar uma boa impressão em os seus amigos.

Se a renda que você está procurando é para necessidades supérfluas ou convenientes, não tente pegar de volta a licença para seu trabalho. O acordo que você terá de fazer representa um prejuízo moral muito acima de suas necessidades.

Entretanto, se você precisa trabalhar para ganhar um salário para coisas indispensáveis ou necessárias, então você pode submeter-se às regras da associação sem concordar com elas. Ou seja, você aceita tais regras não pelo que elas representam, mas para adquirir meios para a sobrevivência de sua família. 

Se eu não estou enganado, isso é o que em Moral é chamado de princípio do duplo efeito.

Um exemplo simples é este: um homem precisa do seu carro para ganhar dinheiro para sobreviver; o único posto de gasolina da cidade apoia a homossexualidade. Quando ele vai encher o tanque de seu carro, ele não está apoiando a homossexualidade, mas adquirindo os meios para prover a si e sua família.

Concluindo: se a associação que dá as credenciais para seu emprego é o único órgão apto a fazer isso, e você precisa (indispensavelmente e necessariamente) desse emprego para prover sua família, você pode se submeter aos termos deles sem concordar com eles.  

Se esse é o caso, quando situações concretas se levantarem com as quais você não concordar, você pode fazer arranjos práticos para evitar promover a homossexualidade, planejamento familiar, etc. Se esses arranjos são impossíveis, é melhor deixar o emprego e buscar outros meios para prover sua família. Nunca é lícito promover a homossexualidade ou quaisquer outros assuntos contra a moral católica.

Tendo provido estas orientações, creio que você é a única pessoa que deve julgar como sua situação se encaixa nesses parâmetros.

Eu espero que esses princípios a ajudem a seguir em frente com a consciência em paz.

Cordialmente,

Atila S. Guimarães

Original aqui.

sexta-feira, junho 28, 2013

Povo manipulado pelos fabricantes da Nova Ordem Mundial



Leia o texto deste link, de um discurso de 1969 do Dr. Richard Day, que foi diretor do National Medical of the Rockefeller Institute, e que descreve “’um sistema do Novo Mundo’ já em vigor que permanentemente transformaria o mundo.” É interessantíssimo. 

Trechinho:

“Dr. Day disse que o sexo vai ser separado do casamento e da reprodução (ou seja, 'liberação sexual') para acabar com a família e reduzir a população. Aborto, divórcio e homossexualidade serão feitos socialmente aceitáveis. "Aos homossexuais será dada a permissão para agir. Todos, incluindo os idosos, serão incentivados a ter relações sexuais. Ela será trazida à tona. Um vale tudo." O "Stonewall Riots", que desencadeou o movimento dos "direitos dos homossexuais", ocorreu três meses depois dessa palestra. Pornografia, violência e obscenidade na TV e no cinema serão aumentadas. As pessoas vão ser insensíveis à violência e à pornografia e sentirão que a vida é curta, precária e brutal. A música vai "piorar" e será utilizada para a doutrinação.”

sexta-feira, abril 19, 2013

Cenas da JMJ: espiritualidade ou folia?



ATENÇÃO: ESSA POSTAGEM CONTÉM FOTOS ILUSTRATIVAS DA JMJ, FOTOS INDECENTES.

Vejamos algumas cenas da Jornada Mundial da Juventude flagradas pelas câmeras. Eu não gosto de mostrar fotos indecentes em meus blogs, evito ao máximo, mas creio que para algumas mentalidades somente imagens fortes podem surtir algum efeito. Devemos mostrar aos que querem enxergar o mal que é comparecer a um evento como esse. Temos que avisar as ovelhas para que tenham cuidados com os lobos. Simples assim.

 É algo católico se manifestar como na foto acima? E essa imagem é veiculada no site oficial da JMJ. Ou seja, eles incentivam gestos que hoje são conhecidos como não-católicos. Preciso explicar o que significa isso hoje em dia? 


Há católicos que pensam que a JMJ é algo bom, mas não percebem que um evento onde altos prelados praticamente abençoam apresentações de músicos com canções que nada tem a ver com o catolicismo, que não dão nenhum código de vestuário decente, e deixam que os jovens assistam à Missa (que nem mesmo é a Missa Tradicional) e se aproximem do Santíssimo vestidos como prostitutas e marginais, não pode ser algo querido por Deus; esses prelados promovem um evento onde jovens solteiros de ambos os sexos dormem próximos uns aos outros, alguns dentro de barracas, contrariando totalmente a moral cristã. Tem que ficar claro que os católicos fiéis à Doutrina da Igreja repudiam esse evento e querem a total reforma ou o fim dele. Como eu acredito que uma reforma só pode acontecer quando Roma voltar a ensinar e viver a Fé verdadeira, meu voto é pelo fim da JMJ como se apresenta hoje e desde o começo.

Independente da intenção do jovem que queira estar numa JMJ, o mais importante é o que é pregado lá. A JMJ possui, no mínimo, as seguintes falhas:

- apresenta Vias Sacras “recriadas”, com teor liberal-socialista, em vez de Tradicional;
- apresenta shows de música pop, coisa sem necessidade num evento religioso;
- não dá nenhum código de vestuário decente;
- permite que jovens solteiros de ambos os sexos durmam juntos, longe das vistas dos pais;
- não celebra a Santa Missa Tridentina em Latim.


Então não é uma questão de “ah, vou lá dar o meu testemunho”. Isso é ingenuidade. Você pode até ter boas intenções, mas o problema é muito mais profundo. O problema vem de cima, do topo da hierarquia, pois os próprios bispos apóiam tal evento, o Papa está lá sem dizer uma palavra sobre a imoralidade da coisa toda, etc. Isso é fato, só não vê quem não quer. Os católicos precisam tomar uma atitude, precisam reclamar, do mesmo jeito que fez São Paulo quando chamou a atenção de São Pedro, o Papa, na frente de todo mundo! Esse é o exemplo do Evangelho.

Então os artigos que traduzo, as coisas que escrevo, sobre a JMJ são para avisar aos que querem ver, porque com os cegos voluntários eu não quero conversa, eles estão brincando com a hora da verdade. Deus tenha misericórdia deles. As pessoas que freqüentam JMJ em sua maioria, não todas, são pessoas mundanizadas, que vão a praias mistas, que usam biquíni e tomara-que-caia, shorts curtos, pulam carnaval, entre outras coisas; e ainda se acham muito católicas, repetindo baboseiras clichês do mundo neoconservador e achando que têm razão. Nada conhecem de fato sobre Doutrina, achando que até espirro de Papa é infalível. É a desgraça da crise de Fé que vivemos atualmente. Para saber um pouco sobre de onde vem o horror que vemos hoje, leia este artigo que traduzi, aqui.

+ Para começar a saber mais sobre Catolicismo e compreender a crise de hoje, leia:
Pacientes na Tribulação, SPES e os escritos de Dom Lefebvre.
+ Para entender sobre obediência leia aqui e aqui.
+ Para aprender o Catecismo, leia: Regi Saeculorum e A Grande Guerra.
Há vários outros blogs bons, mas fiquem com esses para começar.

Vejamos agora algumas cenas nada modestas acontecidas em várias JMJ, todas comentadas. Os textos são traduzidos por mim e foram extraídos do site Tradition in Action.

***

Amor livre sob a proteção da Igreja - JMJ 2005






Acima, uma cena comum nas JMJs: um jovem casal se beijando em ambiente de completa liberdade. Abaixo, primeira fileira, adolescentes de ambos os sexos dormindo perto uns dos outros sem qualquer barreira para prevenir seus maus instintos de se desenvolverem. Segunda fileira, uma manifestação do tipo paz e amor no estilo característico de Woodstock. 



Terceira fileira, esquerda, um punk sorridente com um penteado extravagante posa como se estivesse recebendo uma bênção de Bento XVI. À direita, outro punk está à vontade no ambiente de tolerância de Cologne 2005 (em Alemão: Köln 2005). Última fileira, rapazes sem camisa e garotas com shorts entram nas águas do rio Reno para saudar o barco de Bento XVI, chegando para a JMJ.






  
Original aqui.



Revolução Cultural sob proteção da Igreja



Acima: um padre e uma freira dançando em cima de barris em frente à Catedral de Cologne.
À direita: jovens mulheres em trajes brancos dançando pelo altar onde está exposto o Santíssimo Sacramento num ostensório.

Abaixo, primeira fileira à esquerda: jovens casais chegando a estação de Cologne para passar cinco dias e noites juntos. 
À direita: um casal deitado no chão em seus sacos de dormir durante a Missa de Bento XVI.

Segunda fileira, à esquerda: uma figura riponga [hippy no original. N.dTr.] enrola rosários sobre a cabeça como se fosse um lenço, segurando uma bandeira da Santa Sé. 
À direita: uma garota tendo uma cruz tatuada em sua barriga.

Teceira fileira, à esquerda: jovens homens cobrem-se com as bandeiras de seus países, dando a impressão de que estão nus. 
À direita: um casal se abraçando numa atmosfera de grande liberdade moral. 




  Original aqui.


Novas devotas



Para expressar seu entusiasmo por Ratzinger, jovens mulheres tatuam a parte de baixo de suas costas com a frase: "Eu amo o Papa!" [em alemão: Ich liebe den Papst!]

É indiscutivelmente uma forma original de expressar sua devoção pelo Papado. 
Também não há dúvida que essa e outras iniciativas tais foram permitidas pelo clero que dirige a juventude.  Um “sinal dos tempos” indicando para onde a formação da juventude está se conduzindo. Esse é um bom exemplo dos frutos do Vaticano II na pastoral atual também.

Julgando pelas cores que elas usam nas suas echarpes em volta da cintura, as jovens são parte da delegação da Baviera para a Jornada Mundial da Juventude 2005 em Cologne.



Original aqui.


Estilo Woodstock Ainda Presente na JMJ em  Sydney



Algumas pessoas podem estar se perguntando se a inculturação aborígine exibida na JMJ Sydney eclipsou ou até mesmo erradicou o estilo Woodstock dessas reuniões. Isso não aconteceu. Os dois estilos se fundiram confortavelmente, permitindo ao tribalismo urbano se beneficiar do contato com o tribalismo aborígine. 

O desprezo pela moral católica tanto por parte dos organizadores quanto dos jovens permaneceu tão completo como foi nas JMJ anteriores. De fato, não havia restrições sobre o comportamento dos casais jovens não-casados​​, que continuaram a dormir juntos em alojamentos fechados, abaixo na primeira fileira. Alguns deles foram tão longe a ponto de posar para os repórteres deitados juntos e fazendo carícias uns nos outros, como os “peregrinos” alemães, acima. 

Ninguém se incomodou com o extravagante punk americano, segunda fileira abaixo, que estava completamente à vontade com o seu estilo de cabelo vermelho-arara, enquanto um grupo de jovens africanos se movia freneticamente ao ritmo do rock eclesiástico tocado por uma das muitas bandas, como o duo franciscano, última fileira à direita.


Original aqui.


A Dança da Freira com o Padre missionário



Cologne 2005, Agosto 16 - 21 – A belga Irmã Johanne Vertommen dança com o padre missionário John em dois close-ups da Jornada Mundial da Juventude 2005. 

Essas fotos foram publicadas pelo jornal flamengo Het Laatste Nieuws. Quando um reporter perguntou a Irmã Johanne sobre as poses de sua dança, ela respondeu: “Minha Madre Superior levantou a questão hoje. Ela acha que eu deveria ter um pouco de cuidado e ter em mente que eu represento a nossa comunidade."

Isso quer dizer que, por este comportamento indecente em público - para qualquer jovem, mas especialmente para uma freira – a Irmã Johanne não recebeu reprimenda, mas apenas uma observação prudencial. Também não houve relatos até o momento de qualquer reprimenda feita ao Pe.
John...

Como justificativa para esse comportamento, Irmã Johanne adicionou: "Eu não faria isso em casa, mas em tais ocasiões eu me deixei levar pelo entusiasmo do grupo."

Se Irmã Johanne e Padre John fizeram isso em plena luz do dia em frente às câmeras, pode-se imaginar quais ações de entusiasmo espontâneo os levaria quando eles estivessem sozinhos juntos. 

Além disso, se as pessoas religiosas entram neste tipo de "entusiasmo" típico de uma Jornada Mundial da Juventude, o que se pode imaginar em matéria de casais não-casados ​​que estão autorizados a dormir juntos durante todo o encontro de seis dias?


Original aqui.


Falta de pureza na JMJ de Toronto



É julho de 2002. A delegação de Luxemburgo presente na Jornada Mundial da Juventude em Toronto, acima, aguarda a chegada de João Paulo II. Até que o Pontífice apareça, a juventude se diverte. Se alguém observar detalhadamente a foto, verá que eles manifestam a atmosfera geral de falta de modéstia e pureza. O homem no centro encosta seu torso nu nos ombros desnudos da mulher em seu colo, enquanto sua mão acaricia sua coxa. Suas posições revelam que seus corpos estão tão juntos quanto possível. A posição de suas pernas nuas dificilmente é decente em companhia mista.

Atrás do primeiro casal, um jovem massageia o pescoço de sua amiga.

Abaixo, primeira fileira: casais em contato próximo encontram proteção debaixo de uma tenda improvisada. Segunda fileira: a juventude de Luxemburgo apresenta música moderna durante a celebração da Missa. Terceira fileira: casais esperam para embarcar no avião de volta para a Europa, depois 13 dias de viagem "piedosos e dignos".


Original aqui.


JMJ: Indo em direção a um bordel "sagrado"?




A JMJ-2011 em Madrid terminou. Ainda mais que nas anteriores, esse encontro foi marcado pelo relaxamento dos costumes. Casais deitados juntos no chão em plena luz do dia, mulheres usando biquínis e homens com peitos desnudos dificilmente podem induzir outros participantes a praticar a virtude, eufemisticamente falando. Em vez disso, tal comportamento faz um forte convite ao pecado.

Acima, as pernas de um casal estão entrelaçadas, enquanto estavam deitados juntos em público; abaixo primeira linha: uma garota provocativa usando um top de biquíni toma a iniciativa de beijar seu companheiro sem camisa, seus corpos estão ensopados depois de terem sido molhados pela caminhão de água. Segunda fileira: protegida do sol por bandeiras espanholas, uma jovem mulher mostra seu corpo num biquíni ligeiramente modificado enquanto ela casualmente busca por petiscos na sua bolsa. Seus vizinhos usam trajes similares. 

Terceira fileira: um casal se dirige para a vigília papal. Ela enrolou sua blusa para mostrar a barriga e, em vez de usar um “chapéu de peregrino” para proteger sua cabeça do sol, ela escolhe colocá-lo na sua cintura para atrair a atenção dos transeuntes para o seu derriere. Seu companheiro sem camisa usando uma bermuda frouxa mostra parte de sua roupa de baixo.

Quarta fileira: garotas usando ousados tops de biquíni entram numa espécie de êxtase sensual quando a água fria toca seus corpos: uma forte ocasião de pecado para os jovens homens presentes. Quinta fileira à esquerda: enquadrado por cinco pares de pernas, um rapaz seminu se prepara para a cerimônia, enquanto à direita seu fleumático colega usando sunga observa o movimento no campo. Sexta fileira: um jovem seminu e sua amiga ensopada de água desfrutam o borrifo que deixa a blusa dela transparente. 

Quando quase tudo convida à sensualidade e quase nada impede as coisas de alcançar seus últimos estágios, não é necessário ser muito inteligente para concluir que aquelas conseqüências finais aconteceram. As fotos ousadas mostradas aqui nos permitem dizer que a atmosfera da JMJ-2011 assemelhava-se a uma enorme orgia. Sua principal diferença é que essa atmosfera tipo bordel na JMJ é abençoada pelas autoridades religiosas e endossada pela presença de Bento XVI. 

Se você também se opõe a essas cenas e concorda com esses comentários, você deve tomar alguma ação.

Não mande seus filhos para a JMJ. 

Expresse-se sobre essa imoralidade escandalosa
.





***

Depois dessas imagens quem ainda achar que pode frequentar esse ambiente e ainda assim ser edificado ou evangelizado na JMJ, está com sérios problemas. Se isso tudo aconteceu lá fora, não quero nem pensar na bagunça que vai ser aqui no Brasil.

Deus tenha misericórdia dos que não querem ver.

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-Para ver vídeos no site oficial, clique aqui. Algumas imagens que aparecem nessa postagem estão nos vídeos.
-Vejam no site da JMJ Rio algumas fotos que ilustram a falta de espírito católico e total falta de modéstia de quem se prepara para o evento.
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Leia aqui o que já escrevi e traduzi sobre a JMJ:

O que há de errado com o Dia Mundial da Juventude?

JMJ com Michel Teló, Ivete Sangalo e Milton Nascimento.

JMJ: Sydney ou Sodoma?

É hora de terminar a Jornada Mundial da Juventude