sexta-feira, abril 20, 2007

Ah, aquele tempo!

2 comentários





Algumas vezes eu me volto para o passado em busca de algo que não tenho ou que penso não ter agora. Fico recordando momentos alegres, pensando em como era bom aquele tempo, amargurada porque agora tudo é diferente. O mais interessante é que se eu parar para pensar vou lembrar também que nem tudo era lindo e maravilhoso naquela época, que sentia falta de outras coisas e que ansiava por outras experiências, reclamava da situação ou das pessoas.

Existe, em muitas pessoas, uma tendência em ficarem presas, apegadas às coisas do passado, como se aquilo sim tivesse sido perfeito. Vez ou outra eu ouço alguém dizer: “ah, no meu tempo era tão bom!”. E agora? Não é mais seu tempo?

O apego a pessoas, fatos e lugares do passado não permite que se veja com clareza o presente e é justamente o presente o momento mais importante! Quero aprender a viver o agora de forma plena, aceitando o que não pode ser mudado e transformando o que deve ser transformado. Aprender a aceitar que cada coisa tem seu tempo e agradecer aos fatos, às pessoas, aos lugares transformando os laços de apego em laços de amor, de amizade, de gratidão.

Não, não é fácil, mas eu bem que venho tentando fazer isso, ficar no presente e não me voltar nem para o passado nem para conjecturas sobre o futuro. Ficar planejando o futuro – fazendo deste um tempo perfeito, onde tudo vai dar certo – é digamos, coisa de doido.

Eu tenho o presente e tenho que buscar o melhor agora. Sei que o amanhã virá, mas não sei como será, nem tenho lá muito controle sobre isso. Sei que se eu faço o bem agora, já estou fazendo muito bem. Mas se eu fico pensando em fazer o bem amanhã, e hoje faço bobagens – no estilo “os fins justificam os meios” - estou brincando de viver e arriscando algo muito mais sério.

É por isso que tenho hoje total ojeriza a utopias. Os utópicos pensam em um amanhã maravilhoso e enquanto esse amanhã não chega, vale tudo para se dar bem e para “construir um futuro magnífico”, não importa se para isso seja preciso derrubar quantos não queiram participar deste tal futuro gla-mou-ro-so (sic). Não dá. No way. Cansei.

Responsabilidade é bom e eu gosto. Bom senso também.

sábado, abril 14, 2007

O amor é a razão

6 comentários





O amor é a razão de nossas existências. Amamos, somos amados, ficamos felizes se estamos amando e sendo amados e nos entristecemos se pensamos não receber amor. Tudo o que nós precisamos é amor. Do amor viemos e para o amor devemos voltar. Estamos aqui aprendendo a amar, aprendendo o caminho de volta para Deus.

Mas estou me referindo aqui ao amor que se reporta a Deus em primeiro lugar. Deus é amor. Quando amamos estamos ligados a Ele.

Amor se constrói a cada dia, aos poucos, com muita vontade de fazer o melhor, com paciência, desprendimento e respeito. Amor nasce, se desenvolve, amadurece, é algo verdadeiro, nunca morre.

Amar é saber esperar, saber respeitar o espaço do outro, saber o momento de chegar e de partir. Amar é procurar apoiar o outro, limpar suas feridas quando necessário e até mesmo se ferir no lugar dele se for possível.

Amor é entrega, é desnudamento da alma, revelação de sonhos.

O amor nos move a todo instante, quer queiramos ou não.



domingo, abril 08, 2007

É Páscoa! Ele ressuscitou!

6 comentários



Hoje é um dia de muita alegria!


Ele ressuscitou!


Abriu as portas para a humanidade!



Que Ele olhe por nós!



Feliz Páscoa!


sexta-feira, abril 06, 2007

Sexta-feira da paixão

4 comentários







Numa sexta-feira Ele morreu na cruz.

Sacrificou-se pela redenção dos homens.

Este é um dia de reflexão.


Olhai por nós, Pai do Céu!

Amém.

quarta-feira, abril 04, 2007

Pequenas coisas que matam

5 comentários
Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket


Interessante como pequeninas coisas podem magoar. Podem atuar como o veneno que vai sendo inoculado aos poucos e destruindo devagar.

Certas atitudes e palavras funcionam assim e vão minando uma relação, seja de trabalho, de pai e filho, de marido e mulher, de amigos, qualquer uma.

Percebo como é importante o diálogo, a tentativa de entender o outro, de buscar compreender o que se passa na mente e no coração dele. O que acontece, porém, é que muitas vezes termino por projetar meus próprios anseios e receios no outro e termino por brigar com ele, quando deveria resolver em mim mesma as questões que me incomodam. Em uma relação isso pode servir para me conhecer melhor, mas o ideal seria que eu evitasse um conflito para resolver o que está incomodando. É claro que às vezes conflitos são inevitáveis e o jeito é tentar minimizar os efeitos e ter humildade para reconhecer o erro e pedir perdão quando necessário. Tomar a iniciativa de fazer as pazes é muito importante, pois senão torna-se aquele joguinho infantil de “eu só faço se ele fizer”, o que pode levar a um desgaste desnecessário.

Cada um de nós deve saber o que quer num relacionamento e, então, buscar construir uma relação de acordo como o que se espera. Ninguém disse que isso é fácil, mas há que se procurar ter cuidado com as pequenas coisas e não deixar para resolver amanhã o que pode ser resolvido hoje, sob pena de destruir algo que poderia ser muito bom.