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quarta-feira, janeiro 30, 2013

Reparação pelo Carnaval: reze você também!



Voltando do recesso, vamos já começando a falar sobre um dos temas que mexem com as cabeças de católicos Brasil afora, por razões diferentes entretanto. É, meus caros, vem aí o Carnaval. Festa repleta de superficialidade, nojeira e pecados, muitos pecados.

Muitos são os que se perdem ou que se aprofundam no caminho da perdição nessa época. E muitos são os católicos que defendem essa festa diabólica, por mais que santos e mais santos tenham alertado sobre o horror dessa época, sobre como Nosso Senhor sofre, sobre o quanto Nossa Senhora se angustia. Não importa. O que importa para as pessoas de hoje é seguir suas próprias cabeças que se não estão repletas da Palavra de Deus - claro, se estivessem, elas nunca se deixariam levar pela ideia de que podem participar de uma festa onde Deus é tão ofendido -, estão repletas das mentiras do Demônio. Simples assim. 
 
Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo, agora?” (Escritos Espirituais).

Rezem o Santo Terço ou Santo Rosário diante do crucifixo na intenção de reparar os ultrajes, sacrilégios e indiferença aos Sagrados Corações pelos pecados cometidos no período do carnaval e da Quaresma. (Escravas de Maria)
Vejam o vídeo abaixo sobre a reparação a ser feita no Carnaval. Serão 40 horas de oração em reparação pelos pecados cometidos contra Deus nessa festa famigerada. As Escravas de Maria também irão participar. Vejam o vídeo e rezem:



"Como Jesus agradece as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas! (Santo Afonso)

Postado por Andrea Patrícia às 1:09 PM
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sábado, janeiro 26, 2013

Comentários Eleison: O Liberalismo - Blasfêmia


“Comentários Eleison”, por Mons. Williamson –

Número CCLXCIX (289) - 27 de janeiro de 2013
 
 
O LIBERALISMO - BLASFÊMIA

 
O liberalismo é realmente tão horrível como parece ser? Essa ou aquela pessoa é acusada de ser “liberal”, mas uma grande quantidade de acusados nega vigorosamente que o rótulo se atribua a ela. Quem está certo? Acusadores ou acusados? Como “liberalismo” é um nome para o erro abrangente dos tempos modernos, responsável por lançar um sem-número de almas no fogo do Inferno, ele certamente merece mais uma abordagem.

A liberdade tanto se relaciona com aquilo de que estou livre, ou seja, de uma ou outra restrição, como se relaciona com aquilo para o que estou livre, ou seja, para um ou outro propósito. Destes dois tipos de liberdade, a liberdade negativa da restrição vem antes do propósito positivo no tempo, mas depois dele em importância. Vem antes no tempo porque, se estou impedido de alcançar um objetivo, o alcançar o meu objetivo está fora de questão. Por outro lado, vem depois em importância porque o valor da não restrição dependerá do valor do objetivo para o qual ela é utilizada. Assim, segurar uma faca liberta-me de estar desarmado, mas, se eu usar essa “liberdade de” para cortar o pão para comer, a “liberdade de” é boa, enquanto, se eu usá-la para esculpir minha avó, a “liberdade de” se torna assassina.

Agora, o que o liberalismo faz é tornar a “liberdade de” um – ou o – valor supremo em si mesmo, independentemente da “liberdade de”, ou o propósito bom ou mau para o qual ela vai ser usada. Assim, a liberdade ou a “liberdade de” se torna independente de um propósito bom ou ruim, independente do certo e do errado. Mas a diferença entre o certo e o errado é parte essencial da criação de Deus, concebida do fruto proibido no Jardim do Éden em diante para o homem fazer a sua escolha entre o Céu e o Inferno. Portanto, colocar a falta de constrangimento do homem adiante da lei de Deus é colocar o homem antes de Deus.

Sendo, então, a negação implícita da lei moral de Deus, do certo e do errado, o liberalismo implicitamente faz guerra a Deus, colocando o “direito” humano do homem de escolher acima do direito divino de Deus para comandar. Agora, como o Arcebispo Lefebvre costumava dizer, os liberais vêm em 36 variedades diferentes, nem todas com a intenção de fazer guerra a Deus. Mas a guerra a Deus continua a ser a conclusão lógica dos liberais, que dão valor supremo à liberdade, que é a razão pela qual para muitos deles vale tudo. Deus e suas regras foram postos de lado, e então a adoração da liberdade se torna para os liberais a sua religião substituta, uma religião sem regras, exceto a sua própria vontade. Sendo, além disso, uma substituta da religião, ela deve livrar-se da verdadeira religião, que bloqueia seu caminho, e assim os liberais se tornam naturalmente cruzados contra a ordem de Deus em todos os cantos de sua criação: casamentos livres de gênero, famílias livres das crianças, Estados livres de um líder, a vida livre da moral, e assim por diante. Tal guerra contra a realidade de Deus é algo completamente insano, mas os liberais, aparentemente tão doces para com os seus companheiros a quem eles estão “libertando”, podem de fato ser totalmente cruéis para quem fica no caminho da sua cruzada. É na lógica do substituto da religião que eles não precisam ter nenhuma decência normal em tripudiar sobre os antiliberais, que não merecem compaixão.

Há 20 séculos a Igreja Católica condenou tal insanidade. No entanto, no Concílio Vaticano II a Igreja oficial deu lugar a ela, por exemplo, ao declarar (Dignitatis Humanae) que cada Estado deve proteger mais a liberdade das restrições civis na prática de sua religião que suas “liberdades-para” a prática da verdadeira religião. E agora os líderes de determinada sociedade religiosa querem colocá-la sob a autoridade dos romanos do Vaticano II. Para a religião verdadeira, tal ação é, como a chamou o Arcebispo Lefebvre, uma “Operação Suicida”. Sendo assim, o liberalismo é intrinsecamente suicida.

Kyrie eleison.

 
Postado por Andrea Patrícia às 7:39 PM
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terça-feira, janeiro 22, 2013

“Em épocas de Carnaval”



Prezados amigos,


Viva Cristo Rei e Salve Maria!
Sabemos que este mundo jaz nas trevas da escuridão; Os homens de nosso tempo esquecidos de Deus se afundam cada vez mais em seu abismo de nada a caminho da perdição eterna. 
Estamos às portas de um tempo infelicíssimo: o tempo do carnaval. É nesta festa pagã, sempre condenada pela Igreja, infernal e inundada de uma bestialidade sem limites que os homens ofendem ao Bom Jesus desprezando como nunca sua lei e sua doutrina. 
Para os homens do mundo é um tempo de festa. Para os homens de Deus um tempo de lágrimas.
O anúncio do carnaval deve nos soar como soou nos ouvidos de Nosso Senhor o barulho das armas, lanternas e armaduras daqueles brutos que seguiam no Horto ao lado de Judas para traí-lo.
Católico, chore!
“Procurei consoladores e não os achei” Esta é a queixa que Ele nos faz. Como poderemos ouvi-la sem nos devorar de dor? Como não se alistar de imediato no número daquelas almas reparadoras?
Nós convidamos você a estar presente conosco nos dias 10, 11 e 12 de Fevereiro, rezando aos Pés Sacrossantos de Jesus Hóstia, durante 40 horas.
Contemple a Nosso Senhor Jesus Cristo flagelado, faça uma força e venha!
Local: Convento das Irmãs Rosarianas (Nos arredores do Mosteiro da Santa Cruz)
Início: Dia 10 de Fevereiro, domingo, às 15h.
Mais informações: 
Capela Nossa Senhora das Alegrias - Vitória/ES
capela@nossasenhoradasalegrias.com.br
Telefone: (27) 33455601
Os santos e o carnaval
“Era dos últimos dias de carnaval; toda a galharda juventude da aldeia entregava-se a alegres folguedos. Enquanto reboavam na praça publica o canto e a música, propôs-lhe o irmão que se permutassem as roupas e se mascarassem. Margarida, que ainda não tinha completado cinco anos, opôs-se terminantemente e afastou-se do irmão, dizendo que aquilo podia ofender a Deus.
A esta delicadeza de consciência unia um amor ardente pela oração e pela solidão, e precoces instintos de penitencia, tais que enchiam de maravilha a quantos a rodeavam. Rezar e sofrer eram as supremas aspirações da sua alma virgem.” (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)
Numa noite de carnaval vestiu-se luxuosamente para tomar parte num festim, ao qual muitas das suas companheiras a haviam convidado. De volta, quando estava para se deitar, apareceu-lhe Jesus no mistério doloroso da sua flagelação, todo desfigurado pelos açoites, com o corpo ensanguentado, o semblante pálido e macilento, os lábios crestados pela sede e os divinos olhos cheios de lágrimas; e, depois de a haver fitado com olhar severo: «Filha cruel, disse-lhe, vê a que estado me reduziram as tuas vaidades! Tu estás perdendo um tempo infinitamente precioso de que deve-verás prestar rigorosas contas; atraiçoas-me e me persegues, depois de eu te haver dado tantas provas do meu amor». (A Esposa do Sagrado Coração de Jesus - História da sua Vida - P. Beltrami - 2ª ed. brasileira)
“Certa vez, em tempo de Carnaval... Ele (Jesus) se me apresentou na figura de um ECCE HOMO (“Eis aqui o homem” Jo 19,5), carregando sua Cruz, todo coberto de chagas e contusões e brotando, de todo o seu corpo, seu Sangue adorável. Com uma voz dolorosamente triste, dizia:”Não haverá ninguém que tenha piedade de Mim e queira compadecer-se e tomar parte em minha dor vendo o lastimoso estado em que Me põem os pecadores, sobretudo neste tempo de Carnaval?” Prostrando-me aos seus sagrados pés, ofereci-me a Ele, com lágrimas e suspiros. Colocou sobre os meus ombros aquela pesada Cruz , toda eriçada de pontas de pregos, e sentindo-me sucumbida sob o seu peso, comecei a compreender melhor a gravidade e malícia do pecado, a qual sentia tão vivamente no meu coração, que teria preferido mil vezes precipitar-me no Inferno a cometer voluntariamente um único pecado. “Maldito pecado – disse – que detestável és, pela injúria que fazes a meu soberano Bem!” (Santa Margarida Maria, Autobiografia, capítulo 9)
“Parecia-me que me cravavam em uma cruz dolorosíssima, na qual sofri tanto que dificilmente poderia explicar e nem conhecia a mim mesma, sobretudo nos três últimos dias de Carnaval, nos quais acreditei que estava próximo o meu fim.” (Carta de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise – n° 62 – em Março de 1687)
“Meus sofrimentos são tais que acreditava que ia morrer em cada momento, embora já tivessem sido anunciados por este caritativo Coração. Creio que me fez o seguinte pedido: ‘Se queria acompanhá-Lo na Cruz durante este tempo (de Carnaval) em que está tão abandonado pelo empenho que todos tem de divertir-se, e pelas amarguras que me faria sentir, poderia eu, em algum modo, suavizar as que os pecadores derramam sem cessar em seu Sagrado Coração; que devia, sem cessar, gemer com Ele para alcançar misericórdia, a fim de que os pecados não chegassem ao cúmulo, e Deus perdoasse os pecadores pelo amor que tem a este amável Coração, que não cessa de consumir-Se pelo amor que tem aos homens.” (Carta 97 de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise)
“Durante os três dias de Carnaval, queria fazer-me em pedaços para reparar os ultrajes que fazem sofrer os pecadores à Sua Divina Majestade; e enquanto me era possível, os passava jejuando a pão e água, dando aos pobres o que recebia para meu alimento.” (Santa Margarida Maria, Escritos Autobiográficos – Tejada SJ – 2ª Edição, p.99).
“Meu Reverendo Padre: Nosso soberano Dono Se dignou infundir-me muito consolo com a leitura de vossa carta, depois de ter-me proibido de lê-la por muito tempo, por causa de certo impulso demasiado impetuoso que me tinha vindo de buscar nela consolo no sensível e doloroso estado de sofrimento em que Ele me havia colocado durante o Carnaval. Ofendem-No e O abandonam tantos pecadores! Parece-me que de tal modo é este o meu tempo de dor e amargura que não posso ver nem gostar de outra coisa do que ao meu Jesus sofredor e abandonado. Compadeço-me de Suas dores e penetra-me tão vivamente com elas o Seu Coração adorável que não conheço mais a mim mesma.” (Carta 135. de 17/1/1690, o.cit. pg. 471).

Fonte: SPES
Postado por Andrea Patrícia às 1:00 PM
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sábado, janeiro 19, 2013

Comentários Eleison: Duas Viagens

“Comentários Eleison”, por Mons. Williamson –


Número CCLXXXVIII (288) - 19 de janeiro de 2013





DUAS VIAGENS



Viagens desde meados de dezembro, pela América do Norte e pela França, têm-me permitido observar dentro da Fraternidade São Pio X um perigoso estado de indeterminação. Onde o Superior Distrital não está cego, o perigo é contido um pouco momentaneamente, de modo que a resistência é confusa. Onde, no entanto, o Superior Distrital é um servo voluntário da sede da FSSPX, há o movimento de avanço gradual para a neo-Igreja; mas também a Resistência está se formando. O que está em jogo?

Desde a ruptura do protestantismo, o mundo vem deslizando cada vez mais para longe de Deus. Graças ao Concílio de Trento (1545-1563) a Igreja Católica se manteve firme, mas graças ao Concílio Vaticano II (1962-1965) a Igreja Católica oficial começou a cair. Então, graças principalmente (mas não só!) ao Arcebispo Lefebvre (1905-1991) as relíquias da Igreja de Trento se reuniram para formar, no meio do deserto da modernidade, um oásis católico: a FSSPX. Mas era, com certeza, apenas uma questão de tempo para que a débil FSSPX fosse tentada, por sua vez, a participar da queda em que a Igreja poderosa não tinha sido capaz de resistir.
Entretanto, assim como no Concílio Vaticano II a liderança oficial da Igreja fora obrigada a fingir que não estava rompendo com a Igreja Tridentina (por exemplo, Bento XVI e a “hermenêutica da continuidade”), a liderança oficial da FSSPX agora é obrigada a fingir que não está rompendo com o Arcebispo Lefebvre. Assim, como a maioria dos políticos dos últimos 500 anos, os líderes da FSSPX estão falando para a direita enquanto andam para a esquerda, porque é isso o que um grande número de pessoas quer, ou seja, a aparência do Cristianismo sem a sua substância (veja II Tm. III, 1-5, especialmente o versículo 5). Como Descartes, tais líderes “avançam atrás de uma máscara”, procurando disfarçar o seu movimento para a esquerda por baixo de palavras para a direita, ou palavras ambíguas.
O que aconteceu com a FSSPX na primavera passada é que, como diz o Pe. Chazal, a máscara caiu, porque a liderança da FSSPX deve ter calculado que havia chegado o momento de fazer seu movimento aberto de volta para a Igreja mainstream. Infelizmente para esses líderes, surgiu, entre março e junho, resistência suficiente para bloquear, no Capítulo Geral da FSSPX, em julho, qualquer tentativa imediata para se juntar à neo-Igreja. E assim, a partir desse Capítulo, a máscara foi colocada de volta. Mas os liberais não se convertem, o que seria um milagre da graça, porque o esquerdismo é a sua religião real. É por isso que os líderes da FSSPX estão certamente esperando que o mundo moderno, a carne e o diabo continuem o seu trabalho de puxar o clero e os leigos da FSSPX para a esquerda, para que dentro de alguns anos, no máximo, já não haja nenhuma resistência significativa, como havia no verão passado, para a FSSPX voltar à neo-Igreja.

Isso deixa a FSSPX a meio caminho. No entanto, como o bom senso do Arcebispo Lefebvre observou, os superiores moldam os que lhes estão sujeitos e não o contrário. É por isso que, a menos que os atuais líderes da FSSPX sejam desviados por um milagre, a FSSPX está fadada a ser dissolvida na neo-Igreja. Não se pode dizer que a punição não terá sido merecida. Mas vamos rezar à Mãe de Deus por alguns milagres de misericórdia de seu Divino Filho.

Kyrie eleison.

Postado por Andrea Patrícia às 9:39 PM
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domingo, janeiro 13, 2013

Comentários Eleison: Retorno do Cinquentismo

“Comentários Eleison”, por Mons. Williamson –

Número CCLXXXVII (287) – 12 de janeiro de 2013



RETORNO DO CINQUENTISMO




Questão escaldante: como poderiam os líderes da Fraternidade São Pio X, que foi fundada pelo Arcebispo Lefebvre para resistir à neo-Igreja, estar agora buscando seus favores, a fim de se reunir a ela? Uma resposta é que eles nunca compreenderam totalmente o Arcebispo. Após o desastre do Concílio Vaticano II na década de 1960, eles viram nele a melhor continuação da Igreja pré-desastre da década de 1950. Na realidade, ele era muito mais do que isso, mas, quando ele morreu, tudo o que eles queriam era voltar ao catolicismo acolhedor da década de 1950. E não eram os únicos a preferir Cristo sem a cruz. É essa uma fórmula muito popular.
O catolicismo da década de 1950 não era como um homem em pé na beira de um penhasco alto e perigoso? Por um lado ele ainda estava de pé a uma grande altura, caso contrário o Concílio Vaticano II não teria sido uma queda tão grande. Por outro lado ele estava perigosamente perto da borda do penhasco, caso contrário, mais uma vez, não poderia ter caído tão abruptamente na década de 1960. De nenhuma maneira era tudo ruim na Igreja da década de 1950, mas era algo muito próximo ao desastre. Por quê?
Porque os católicos em geral estavam, na década de 1950, exteriormente mantendo as aparências da verdadeira religião, mas interiormente muitos estavam flertando com os erros ateus do mundo moderno: o liberalismo (o que mais importa na vida é a liberdade), o subjetivismo (a mente do homem e a vontade são livres de qualquer verdade objetiva ou lei), o indiferentismo (de modo que não importa que religião um homem tem), e assim por diante. Assim, tendo os católicos a fé e não querendo perdê-la, gradualmente se adaptaram a esses erros. Eles iriam assistir à Missa aos domingos, ainda poderiam ir à confissão, mas alimentariam sua mente na mídia vil, e o seu coração seria arranhado em relação a certas leis da Igreja, sobre o matrimônio para os leigos, sobre o celibato para o clero. Assim, eles poderiam manter a fé, mas queriam cada vez menos nadar contra a corrente poderosa do mundo glamoroso e irreligioso ao redor deles. Eles foram chegando cada vez mais perto da borda do penhasco.
 Agora, o Arcebispo teve suas falhas, que se pode pensar se refletem nas dificuldades atuais da Fraternidade. Não vamos idolatrá-lo. No entanto, ele era na década de 1950 um bispo que tinha muito não só das aparências do catolicismo, mas, bem dentro dele, a sua substância, como o provam os ricos frutos de seu ministério apostólico na África. Assim, enquanto o Concílio Vaticano II conseguiu incapacitar ou paralisar quase todos os seus colegas bispos, ele conseguiu recriar, quase sozinho, um seminário e Congregação pré-Vaticano II. A aparição de seu oásis católico no meio do deserto conciliar deslumbrou muitos bons jovens homens. Vocações também foram atraídas pelo carisma pessoal do arcebispo. Mas a partir de 10 a 20 anos após sua morte, em 1991, a substância do seu patrimônio passou a parecer cada vez mais pesada para empurrar contra a corrente cada vez mais forte do mundo moderno.
Então, negando-se a carregar a cruz de serem desprezados pela Igreja mainstream e pelo mundo, os líderes da FSSPX começaram a sonhar com ser mais uma vez reconhecidos oficialmente. E o sonho prevaleceu, porque, afinal de contas, os sonhos são muito mais agradáveis do que a realidade. Devemos orar por esses líderes da FSSPX. A década de 1950 foi-se, foi-se para sempre, e é pura ilusão desejar o seu regresso.
Kyrie eleison.

Postado por Andrea Patrícia às 3:34 PM
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segunda-feira, janeiro 07, 2013

Lançamento do livro “Liberalismo e Catolicismo”


Padre Augustin Roussel

Liberalismo e Catolicismo 

Doutor em Filosofia

Tradução de Adilson Soares de Almeida
158 páginas
Preço do livro 32,00, frete incluso p/ qualquer parte do Brasil. Desconto para grandes quantidades. Preços a combinar 

Contas bancárias: 

1) Cheque Nominal a José da Silva Nascimento
Banco Itaú
Titular: José da Silva Nascimento
Conta Poupança: 15359-8 /500
Agência: 9204

2) Obs. Para depósitos bancários favor enviar o comprovante. Se se preferir, mediante o e-mail vendasmsc@gmail.com . 

Endereço para correspondência:  

Sociedade Civil Mantenedora do Mosteiro da Santa Cruz
CaixaPostal96582
Nova Friburgo - RJ
CEP: 28610-974

 

Postado por Andrea Patrícia às 2:25 PM
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sábado, janeiro 05, 2013

Comentários Eleison: Sinal Amarelo

“Comentários Eleison”, por Mons. Williamson –

Número CCLXXXVI (286) – 5 de janeiro de 2013

SINAL AMARELO


Nem todos os leitores dos “Comentários Eleison” devem ter lido a admirável carta escrita pelo Pe. Ronald Ringrose há dois meses e dirigida ao Superior do Distrito dos EUA da Fraternidade São Pio X, Pe. Arnauld Rostand. O Pe. Ringrose tem sido por mais de 30 anos o pastor independente da paróquia Tradicional de Santo Atanásio localizada nos arredores de Washington - DC, e por todo esse tempo tem sido um fiel amigo, sem ser um membro, da FSSPX. No entanto, em junho do ano passado, ele recebeu em sua paróquia o primeiro encontro nos EUA do núcleo de sacerdotes que agora formam uma Resistência a essa mudança de direção da Fraternidade, latente há muito tempo, mas que se tornou clara para todos na primavera do ano passado. Como fiel executivo de Dom Fellay, nos EUA, o Pe. Rostand escreveu-lhe propondo uma reunião onde poderia persuadir o Pe. Ringrose de que a mudança não era mudança. Aqui está a resposta do Pe. Ringrose:
“Obrigado por sua carta de 12 de outubro, na qual o senhor propõe uma reunião para discutir a situação dentro da Fraternidade São Pio X. Apesar de ser essa uma oferta muito gentil de sua parte, o que aprecio muito, eu não acho que essa reunião vá servir a qualquer propósito útil, uma vez que os problemas decorrem do topo da liderança da Fraternidade, e o senhor não está em posição de mudar isso.
É verdade que eu tenho sido um forte apoiador da Fraternidade por muitos anos. Este apoio foi baseado no fato de que a minha missão como padre e a missão da Fraternidade eram uma e a mesma: ajudar as almas a se agarrar à fé católica durante esse tempo em que parecem ter sido abandonadas pela Roma pós-Vaticano II.
Agora tenho de ser mais cauteloso e reservado nesse apoio. Fiquei alarmado com os dizeres do Superior Geral de que 95% do Concílio Vaticano II seriam aceitáveis. Deixa-me pasmo a liderança da Fraternidade responder a três bispos da Fraternidade, sugerindo que eles estariam transformando os erros do Concílio Vaticano II em uma “super-heresia”. Estou desapontado com o fato de a resposta da Fraternidade ao Assis III ter sido tão fraca e anêmica. Estou triste pelo castigo injusto aplicado aos sacerdotes da Fraternidade que estão seguindo o exemplo do Arcebispo Lefebvre, e indignado com o tratamento dado ao Bispo Williamson – e não se trata apenas da sua recente expulsão, mas do tratamento injusto que ele tem recebido ao longo dos últimos anos.
Antes deste ano, quando perguntado sobre a Fraternidade por algum paroquiano inquiridor, eu sempre dava à Fraternidade um sinal verde. Dada as recentes ações da Fraternidade, ainda não dei a ela um sinal vermelho, mas dei um sinal amarelo de cautela. O sinal vermelho virá se e quando a Fraternidade se permitir ser absorvida pela Igreja Conciliar, à qual o Arcebispo Lefebvre tão vigorosamente resistiu.
É com grande tristeza que escrevo estas palavras. Há muitos bons, zelosos e fiéis sacerdotes dentro das fileiras da Fraternidade. Muitos deles eu conheço pessoalmente e admiro. Muitas almas dependem deles. É por amor à Fraternidade que temo pelo seu futuro. Tenho medo de que ela esteja em um caminho suicida. A liderança pode pensar que um acordo está fora de questão, mas eu temo que esse não seja o pensamento de Roma.
Rezo para que a Fraternidade retorne à missão dada a ela pelo Arcebispo Lefebvre sem se comprometer ou se restringir. Quando isso acontecer, ela vai ter o meu apoio incondicional.”
E a carta de Pe. Ringrose termina com saudações fraternas. É realmente um modelo de lucidez e firmeza, cortesia e caridade. Vida longa ao Pe. Ringrose, para que mantenha um incomparável bastião do catolicismo bem ao lado da capital dos Estados Unidos!

Kyrie eleison.

Postado por Andrea Patrícia às 2:18 PM
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