terça-feira, agosto 23, 2016

Em setembro e em outubro, dois cursos de Carlos Nougué sobre tradução

Em Estudos Tomistas

O que é a tradução literária


Tradução do espanhol ao português


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Queda Livre



"Desde minha gloriosa época escolar até os dias de hoje não me parece que a escola tenha evoluído muito, não obstante a enorme quantidade de especialistas que ganharam uma dinheirama criando métodos de ensino, os mais inúteis possíveis. A escola que deveria dilatar os horizontes nada faz senão estreitar as percepções. A questão me parece, é de lógica elementar. Trinta anos dessa educação resultaram nesse quadro de degradação moral e psicológica; dificultando a transição do jovem a vida adulta, na escola particular; deixando-os em inferioridade quando precisam disputar um emprego, ou uma vaga na universidade, na escola pública; trinta anos de deformação das mentes. Que uma mudança de rumo deva acontecer é mais do que urgente. Caso contrário continuaremos a acreditar apenas em nossas percepções primárias, em nossos impulsos emocionais, em nossos instintos animalescos."


segunda-feira, agosto 22, 2016

Comentários Eleison: Bispo Fellay III

Comentários Eleison - por Dom Williamson
CDLXXV (475) - (20 de Agosto de 2016):

 BISPO  FELLAY  –  III


Três Bispos disseram a verdade, mas “Ninguém tão cego
Como aquele que não quer ver” – ele se encerra em seu ego.

Lendo as duas questões recentes destes “Comentários” sobre a mentalidade que induz o Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X a buscar implacavelmente a um acordo meramente prático com as autoridades da Igreja em Roma, um bom amigo recordou-me de que as ideias foram expressas há quatro anos em sua Carta de 14 de abril de 2012, na qual ele responde aos outros três bispos que o havido advertido seriamente contra a tentativa de qualquer acordo meramente prático com Roma. Muitos dos atuais leitores destes “Comentários” podem ter esquecido, quiçá nunca souberam, daquele aviso ou da resposta do Bispo Fellay. Certamente, a troca das cartas diz muita coisa que vale a pena recordar. Aqui estão elas, resumidas tão cruelmente como de costume, com breves comentários:

A principal objeção dos três bispos a qualquer acordo prático com Roma realizado sem um acordo doutrinal era o abismo doutrinal entre a Roma Conciliar e a Fraternidade Católica Tradicional. Meio ano antes da morte do Arcebispo Lefebvre, ele disse que quanto mais se analisa os documentos e a repercussão do Vaticano II, mais se percebe que o problema é menos os erros clássicos em particular, mesmo a liberdade religiosa, a colegialidade e o ecumenismo, do que “uma total perversão da mente” em geral, subjacente a todos os erros específicos e procedendo de “uma nova filosofia completa fundada no subjetivismo”. Contra o argumento-chave do Bispo Fellay de que os Romanos já não são tão hostis, mas benevolentes para com a Fraternidade, os três bispos responderam com outra citação do Arcebispo: tal benevolência é apenas uma “manobra”, e nada poderia ser mais perigoso para o “nosso povo” do que “colocar-nos nas mãos dos bispos conciliares e da Roma modernista”. Os três bispos concluíram que um acordo meramente prático destroçaria a Fraternidade e a destruiria.

Para esta profunda objeção, tão profunda quanto o abismo entre o subjetivismo e a verdade objetiva, o bispo Fellay respondeu (google Bispo Fellay, 14 de abril de 2012): — 1 que os bispos estavam sendo “muito humanos e fatalistas”. 2 A Igreja é guiada pelo Espírito Santo. 3 Por trás da benevolência real de Roma pela FSSPX está a Providência de Deus. 4 Equivaler os erros do Concílio a uma “super-heresia” é uma exageração inapropriada, 5 o que logicamente irá conduzir os tradicionalistas ao cisma. 6 Nem todos os Romanos são modernistas, pois cada vez menos deles acreditam no Vaticano II, 7 a tal ponto que se o Arcebispo estivesse vivo hoje, não teria hesitado em aceitar o que está sendo oferecido para a FSSPX. 8 Na Igreja sempre haverá o joio e o trigo, então o joio Conciliar não é motivo para um recuo. 9 Como eu desejo aconselhá-los aos três, mas cada um dos senhores em diferentes posições “forte e apaixonadamente não conseguiram me compreender”, e até me expuseram em público. 10 Opor a Fé à Autoridade é “contrário ao espírito sacerdotal”.

E finalmente, os brevíssimos comentários sobre cada um dos argumentos do Bispo Fellay:

1 “Muito humano”? Como disse o Arcebispo, o grande abismo em questão é mais filosófico (natural) do que teológico (sobrenatural). “Muito fatalista”? Os três bispos foram muito mais realistas que fatalistas. 2 Os homens da Igreja conciliar estão guiados pelo Espírito Santo enquanto eles destroem a Igreja? 3 Por trás da malevolência real de Roma está a firme resolução de dissolver a resistência da FSSPX contra a nova religião Conciliar – assim como aconteceu com as Congregações Tradicionais no passado! 4 Apenas os mesmos subjetivistas não conseguem enxergar o abismo entre subjetividade e Verdade. 5 Os católicos objetivistas firmes na Verdade estão longe do cisma. 6 Os maçons mantêm um cinturão em Roma. Ninguém que não seja modernista possui poder para falar ali. 7 Acreditar que o Arcebispo teria aceitado as ofertas atuais de Roma é equivocar-se completamente sobre ele. O problema básico só tem piorado desde a sua época. 8 A colher do Bispo Fellay está muito curta para ele cear com os (objetivos) demônios Romanos. 9 Os três bispos compreenderam muito bem o Bispo Fellay, mas ele não quis dar ouvidos ao que os três diziam a ele. Terá sido por ele considerar-se infalível? 10 São Paulo certamente imaginou que a Autoridade poderia se opor à Fé – (Gl I, 8-9 e II, 11). São Paulo carecia de “espírito sacerdotal”?

Kyrie Eleison.

Traduzido por Christoph Klug

                                                                                                                                  

sexta-feira, agosto 19, 2016

Há Saída Política Para o Brasil?




Trechinho:

"Pois bem, para que nos certifiquemos do malefício da Revolução (ou seja, daquela tríplice revolução), olhemos tanto para o convulso mundo contemporâneo – à beira da desagregação – como para a alternância de democratismo e de comunismo desde o século XIX, a qual não se atenuou senão com a referida hegemonia da revolução marcusiana – a causa principal da referida desagregação."

Um candidato católico e tomista à vereança do Rio de Janeiro




Não é difícil constatar que nossas possibilidades de bem votar nas próximas eleições para a vereança se reduzem a quase zero. E, no entanto, na cidade do Rio de Janeiro temos uma novidade talvez sem-par: um católico e, ademais, tomista – Sidney Silveira – é candidato a vereador. Não só terá meu voto, mas conta desde já com meu firme apoio. Eis a página de sua campanha: