sábado, julho 20, 2019

Os Falsos Conceitos de Direita, Conservadorismo e Nacionalismo

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Direita, Esquerda, Steve Bannon, Banca (Banqueiros) Foro de São Paulo, Pátria Grande, Terceira Esquerda. Veja neste vídeo do professor Loryel Rocha. Embora eu discorde de algumas ideias dele, admiro o conhecimento que ele possui em História e Sociologia, e neste vídeo ele traz informações muito interessantes. 

Assista:


sexta-feira, julho 19, 2019

Engenharia em baixa, Brasil na berlinda

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Procuradores da Lava-Jato

Leiam o artigo abaixo e reflitam. Mais uma vez eu pergunto: a quem interessa esse desmonte? 

Quem manda no Brasil? De quem esse pessoal da Lava-Jato recebe ordens?

Hoje a classe profissional brasileira que mais sofre com o desemprego é a do engenheiro. Quantos ex-colegas meus estão na rua, amigos sem emprego? Muitos. Gente competente, trabalhadora, que agora está na rua. 

E ainda tem gente que se alegra com isso, que repete que Bolsonaro já tirou mais de 10 mil da Petrobrás. É bonito isso, ver tanta gente sem trabalho? Que ódio é esse minha gente? Por que tanto ódio de nossas estatais? 

Essa ideia do patrimonialismo ("o Estado malvado e incompetente, que nos rouba") é falsa, tudo isso foi construído pela maçonaria. As pessoas foram doutrinadas a aceitar que o mercado é bom e o Estado é mau. Grande bobagem. Quem se aproveita de nós, a elite financeira oligárquica, não está no Estado, está fora, está no mercado e se aproveita do Estado para nos massacrar.

E as empresas destruídas pela Lava-Jato? Nos EUA se uma empresa é pega em atividades corruptas ela não é fechada, os seus donos são responsabilizados, fazem acordos com o governo para não demitir os trabalhadores e punem somente os responsáveis. É assim que tem que ser. Quando se fecha grandes empresas quem é mais prejudicado é o povo. Pensem nisso.

Não acreditem em tudo o que vêem ou ouvem por aí. Busquem, estudem, pesquisem, queiram a verdade sempre. CATÓLICO TEM A OBRIGAÇÃO DE BUSCAR A VERDADE!

Leiam o artigo:


Engenharia em baixa, Brasil na berlinda

Força-tarefa de Curitiba ignora o interesse nacional ao destruir empresas
O Brasil registra atualmente uma série de indicadores extremamente preocupantes. A face mais cruel e reveladora está certamente nos 13,1 milhões de desempregados no Brasil, conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada em 29 de março último. Se forem somados a esse grupo aqueles que labutam mas não têm atividade regular de 40 horas semanais e os que sequer conseguem procurar uma vaga apesar de precisarem dela, chega-se aos 27,9 milhões de chamados “subutilizados”.
Esses números mostram, a um só tempo, um terrível drama social e humano e a situação caótica da nossa economia, cujo crescimento em 2018 ficou em pífio 1,1%, repetindo o resultado de 2017 e longe de recuperar as retrações de 3,5%, em 2015, e 3,3%, em 2016. Mantendo a perspectiva pessimista, a expectativa para 2019 divulgada pelo Banco Central no início de abril ficou abaixo dos 2%.
Juntamente com o crescimento da pobreza gerado por esse cenário, há sérios gargalos na infraestrutura urbana e nos serviços essenciais comprometendo o bem-estar da sociedade, que sofre com a falta de moradia, saneamento, transporte, saúde e educação, para mencionar as questões básicas.
É mais que tempo de o Brasil tomar a decisão de reverter essa trajetória decadente, absolutamente incompatível com tudo que já foi capaz de realizar como nação, apesar de todas as mazelas a ainda serem superadas. Premissa inescapável para a correção de rumo que garanta crescimento econômico e condições de vida digna à população é a retomada da engenharia nacional. Não há hipótese de se alcançar prosperidade e avanço com o desmonte da capacidade tecnológica do País.
Um dia exportador de know-how e competidor global na realização de grandes obras, o Brasil hoje vê suas construtoras postas praticamente fora do jogo devido às consequências da operação Lava Jato. Essa, equivocada e inexplicavelmente, inviabilizou empresas em vez de simplesmente punir os indivíduos praticantes de delitos.
As consequências dessa lógica foram medidas pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep), que aponta “desmonte de importantes setores da economia nacional, principalmente da indústria petrolífera e da sua cadeia de fornecedores, como a construção civil, a metal-mecânica, a indústria naval, a engenharia pesada, além do programa nuclear brasileiro”. Segundo artigo do professor William Nozak, estudioso do setor, “apenas em seu primeiro ano, estima-se que a Lava Jato retirou cerca de R$ 142,6 bilhões da economia brasileira”. Significa que a operação produziu prejuízos bem mais elevados que aqueles causados pela corrupção, calculados em cerca de R$ 50 bilhões, num pacote que inclui pagamentos de propinas e desvios com formação de cartel, superfaturamento em obras e fraudes em licitações.
Problemática também foi a redução da obrigatoriedade de contratação de conteúdo local na exploração de gás e petróleo em reservas brasileiras. Isso vai na contramão do interesse da indústria e da engenharia nacionais e as coloca fora da cadeia produtiva do setor. O Brasil torna-se mero exportador de óleo bruto; a riqueza significativa é gerada em outros países.
Na mesma linha, se deu o fim de obrigatoriedade de participação da Petrobras na exploração das reservas do pré-sal. Principal empresa brasileira e essencial para que Brasil se firme entre os grandes produtores de petróleo, a companhia passa por um processo de desinvestimento e venda de ativos que tende a encolhê-la e a reduzir sua relevância.
Completa o quadro de desestruturação da nossa inteligência produtiva a franca desnacionalização do setor de projetos com a entrada indiscriminada de escritórios estrangeiros no mercado brasileiro e a aquisição das principais firmas nacionais por companhias de outros países.
Esse pacote vem se refletindo diretamente na engenharia e nos seus profissionais. Apenas entre janeiro de 2014 e dezembro de 2017, haviam sido eliminados mais de 50 mil empregos da categoria no País, conforme levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a partir de informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Esses números não revelam ainda as dificuldades de outros milhares de profissionais da área tecnológica que são autônomos, microempresários ou proprietários de pequenas e médias empresas que vêm sofrendo com a falta de trabalho.
Garantir oportunidade e valorização dessa mão de obra qualificada e absolutamente essencial ao desenvolvimento é parte imprescindível de um programa nacional de crescimento sustentável que precisa urgentemente ser desenhado e posto em prática. A alternativa a isso é relegar o Brasil a condição subalterna no contexto da globalização e condenar o seu povo a pobreza e precariedade.

Murilo Pinheiro
Murilo Pinheiro é presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP)

Catecismo Ilustrado!

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Esse livro é lindo, tem imagens maravilhosas, ótimo para as crianças, mas é para adultos também. Foi publicado pela primeira vez sob o Pontificado de São Pio X. Participe!

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terça-feira, julho 16, 2019

Não é felicidade o Nirvana Budista

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No homem (animal de desejos e capaz de descobrir bens superiores e de anelar por eles) esta vida nobre e dita verdadeira consiste em conhecer os tesouros que o possam saciar a fim de consegui-los e de gozar deles.

Não é felicidade o Nirvana Budista que, pretendendo a Deificação, vai mutilando a vida psíquica, anulando toda atividade e desejo (anulação que significa empobrecimento).

Ao contrário, suma felicidade é a do Céu e também grande, em proporção, a da terra, quando os tesouros possuídos divinos e humanos, de tal maneira satisfazem as aspirações e absorvem toda a consciência, que anulam o pensamento do passado e do futuro e fazem impossível qualquer desejo. (Anulação esta positiva porque inclui a posse de todo o desejável).

(Pe. Narciso Irala. Controle Cerebral e Emocional*, p 26.)

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*Eu recomendo muito esse livro. É muito bom mesmo, cheio de ensinamentos sobre como relaxar, como vencer a insônia, a ansiedade, etc.

domingo, julho 14, 2019

Comentários Eleison: Mais Solapamento

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Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DCXXVI (626)- (13 de julho de 2019)



Mais Solapamento


Católicos! Deixem os eletrônicos de lado!
Toda a realidade verdadeira eles têm afastado.


Estes "Comentários" já recomendaram mais de uma vez o site de Internet do comentarista americano de desenvolvimento político e econômico mundial, o Dr. Paul Craig Roberts, porque ainda que este careça da perspectiva completa que proporciona a única religião verdadeira, vê muita verdade mundana, e a relata em seu site: paulcraigroberts.org, a ponto de alguém poder-se perguntar quando ele será assassinado. Mas o assassinato é sempre complexo, e no de um mensageiro sempre se corre o risco de dar crédito à sua mensagem. Seja como for, os artigos do Dr. Roberts são amplamente lidos em todo o mundo, e um artigo recente reforça em um nível muito prático o começo da dissecação do Pe. Calderón do "novo homem" do Vaticano II (ver os "Comentários" de 22 de junho), pelo fato de o homem moderno ter sido separado da verdade objetiva pelo subjetivismo. Leia o artigo do Dr. Roberts, ligeiramente resumido a seguir, sobre o progresso atual típico dessa separação.

O Dr. Roberts começa citando um site em que se diz muita verdade, o Zero Hedge, que informa que a capacidade de falsificar a realidade está crescendo a passos largos. Os geeks insensatos desenvolveram agora tecnologia que torna a realidade falsa indistinguível da realidade real. “Eu não acho que estejamos bem preparados. E não acho que o público esteja ciente do que está por vir”, disse o presidente do Comitê de Inteligência da Câmara de Representantes dos Estados Unidos. Ele estava falando do rápido avanço da tecnologia de síntese. Essa nova capacidade de inteligência artificial permite que os programadores competentes criem áudio e vídeo de qualquer pessoa dizendo absolutamente qualquer coisa. As criações são chamadas "deepfakes", e por mais ultrajantes que sejam, elas são praticamente indistinguíveis daquilo a que correspondem na realidade. Acabávamos de adaptar-nos a um mundo onde a nossa realidade parecia falsa, quando as coisas que são falsas se converteram em nossa realidade.

"Superaram-nos em armas", disse um perito em forense digital da Universidade da Califórnia em Berkeley, "O número de pessoas que agora trabalham com vídeo-síntese supera o número de pessoas que trabalham na detecção de ‘deepfakes’ em 100 para 1"... Dois terços dos americanos já dizem que as imagens e os vídeos alterados se tornaram um problema importante para entender os fatos básicos dos acontecimentos atuais. Os investigadores advertem sobre a crescente "apatia da realidade", que significa que se requer tanto esforço para distinguir entre o que é real e o que é falso, que simplesmente nos damos por vencidos e dependemos de nossos instintos básicos, nossas tendências tribais e nossos impulsos. Imersos nos enganos de nossos líderes, passamos a não acreditar em mais nada.

Por exemplo, dois petroleiros explodiram em chamas, lançando fumaça. Naquele exato momento, um barco suspeito da Guarda Revolucionária Iraniana apareceu em um vídeo borrado. As imagens virais inundaram os nove bilhões de telas do planeta. Cada lado contou uma história diferente. Ninguém sabia em quem confiar. As teorias da conspiração preencheram o vazio, já que cada um de nós nos apegamos àquilo em que mais queremos acreditar. https://www. zerohedge.com/news/2019-06-16/hedge-fund-cio-i-dont-think-public-aware-whats-coming

O Dr Roberts continua: Por que os geeks da tecnologia se orgulham de desenvolver tecnologia que torna a verdade ainda mais difícil de se descobrir? O que há de errado com seu caráter que faz deles seres humanos que criam métodos para destruir a capacidade de conhecer a verdade? Em que isso se diferencia de liberar uma substância indetectável no ar que aniquila a vida? O único uso desta tecnologia é conceder ao estado policial o controle total. Agora é possível colocar palavras e ações nas bocas e ações de qualquer pessoa, e usar a evidência falsa para condená-la pelo crime simulado. Sem verdade, não há liberdade, não há pensamento independente, não há consciência. Há apenas a Matrix. Como os EUA perderam tanto o rumo, a ponto de as corporações, os investidores e os cientistas estarem motivados para desenvolverem tecnologia que destrói a verdade? Não são esses idiotas irracionais nossos verdadeiros inimigos? A coisa mais difícil do mundo atual é averiguar a verdade. E o artigo do Dr. Roberts termina com um pedido de apoio, o qual certamente merece.

Leitores, apeguem-se à verdade por suas preciosas vidas, porque ela está sendo solapada rapidamente, já que o mundo está colocando a liberdade na frente da verdade, e a fantasia na frente da realidade. As consequências serão humanamente desastrosas para todos nós.

Kyrie eleison.