terça-feira, abril 15, 2014

A paranóia do bullying

Cena do famoso filme dos anos 80, Te Pego Lá Fora (Three O'Clock High, 1987).




Recomendo a leitura de um texto interessante do Sergio Luiz Figueira sobre o tal bullying.

Creio que a maioria das pessoas que passaram pela escola foram vítimas de brincadeiras sem graça por parte de seus colegas. Eu mesma era chamada de "quatro olho" por causa do meu querido óculos. Mas nem por isso fiquei traumatizada e passando mal por causa dessas bobagens. Claro que não é correto maltratar e zombar das pessoas. Mas estas são coisas que devem ser resolvidas pela família e pelos funcionários das escolas, não pelo Estado. O que vemos hoje é uma supervalorização de coisas tais como o bullying em detrimento de coisas realmente importantes. Ensina-se homossexualismo e sexo precoce nas escolas, e devemos nos preocupar mais com o bullying? 

Bom, leiam o texto indicado, é realmente interessante.

Trechinho:


"Através dos anos aprendi, na grande maioria das vezes, a raciocinar em sentido contrário ao que os meios de comunicação demandam ser positivo e necessário para a sociedade.

Essa é a regra, já que sabemos que os meios de comunicação estão açambarcados por uma elite satânica: “os inimigos de todos os homens” (I Ts. 2:15).

Os mesmos meios de comunicação que favorecem a causa gay de todas as formas, vêm bombardeando os cidadãos com campanhas contra o bullying, sem, contudo, revelar o background deste movimento.

O que está por trás disso tudo?"


Continue lendo aqui.

sábado, abril 12, 2014

Comentários Eleison: Turnê Francesa

Comentários Eleison – por Dom Williamson
CCCLII (352) - (12 de abril de 2014):

TURNÊ FRANCESA

            Mais boas notícias, desta vez da França. Novamente virão em pouca quantidade, mas com muita qualidade. Um pequeno grupo de bons sacerdotes está a se reunir e a tomar medidas a fim de assegurar que a Fé continuará a ser defendida conforme as linhas estabelecidas por Monsenhor Lefebvre, evitando o sedevacantismo, à direita, e o conciliarismo – em cima. O QG da FSSPX seguirá a desarmar seus seguidores, enquanto um restante de felizes sacerdotes continuará a se fortalecer com a verdadeira religião, enquanto aguarda a próxima etapa, a de sua perseguição.
           
            Foi isso o que observei em minha quarta turnê de palestras iniciadas no último outono nos centros na França, onde os leigos estão interessados na doutrina antiliberal dos Papas católicos desde Pio VI (1717-1799) até Pio XII (1876-1958). Essa doutrina não era nova, mesmo no início do século e meio no qual foi explicitada. Ela era apenas aquela parte particular do ensino atemporal da Igreja que precisava ser atualizada desde o momento em que a ordem social cristã do século XV foi solapada e suplantada pela Revolução Francesa de 1789.

            Essa Revolução foi o liberalismo maçônico em guerra contra Deus, visando a derrubar o trono e o altar. Desde então os tronos católicos passaram a ser virtualmente derrubados pela “democracia”, enquanto os altares católicos foram virtualmente derrubados pelo Vaticano II por meio da conversão à religião do homem concretizada pelo Concílio. Monsenhor Lefebvre, contudo, apegando-se à religião de Deus, desejava que seus seminaristas estivessem completamente familiarizados com a doutrina contrarrevolucionária da Igreja a fim de saberem como manter a sua posição católica no meio de um mundo liberal. Segue-se que os colegas leigos católicos que vêem como a Fraternidade Sacerdotal São Pio X de Monsenhor vem sendo astuciosamente transformada em uma Neofraternidade, estão interessados nas Cartas Encíclicas dos Papas dos 150 anos anteriores ao Vaticano II. Na primeira de minhas quatro turnês de palestra houve cinco paradas. Na última, entre o fim de março e início de abril, houve nove, e existe o risco de surgirem mais convites. Mais e mais colegas leigos franceses estão acordando para o modo como a Fraternidade vem sendo induzida ao erro.

            Infelizmente, são muitos os sacerdotes da FSSPX que continuam fascinados por um tal mestre da sedução perdido em seu sonho mundano. Encontrei alguns deles nessa última turnê. Eles são, sem dúvida, bons homens, têm sido bons sacerdotes, têm seus olhos abertos e vêem muitas coisas; mas quando voltam a ser expostos àquele sedutor, sua visão é ofuscada e sua vontade é inibida. O verbo grego “diaballein”, de onde vêm as palavras “diabólico” e “diabo”, significa: virar de cabeça para baixo, cair em confusão.
           
            Esses sacerdotes confusos contrastam com a meia dúzia mencionada acima que está a ver claramente e a tomar atitudes em relação ao que vêem. A tensão pela qual eles foram torturados enquanto tentavam se manter leais aos líderes diabólicos é coisa do passado. Eles estão serenos, e felizmente se puseram a fazer planos para dar continuidade ao trabalho de Monsenhor Lefebvre. O Padre de Mérode, ordenado há muitos anos, e que decidiu deixar a FSSPX, comprou uma casa em Lourdes e está comprando outra no sudoeste da França. Elas servirão de base para um apostolado das muitas almas interessadas na região, e como refúgio para padres que precisem de um lugar para se restabelecer. Eu posso acrescentar que encontrei uma alma venerável em Lion que está oferecendo um estúdio seu naquela cidade para qualquer sacerdote que, semelhantemente, esteja procurando por um teto. Também a Casa da “Resistência” em Broadstairs, na Inglaterra, já está aberta e pode receber a visita de sacerdotes. Um já esteve por lá. Discrição garantida.

Mesmo de fora, Monsenhor, de tua Fraternidade desviada,
Tua nobre obra segue fiel ao intento pelo qual foi criada.

Kyrie eleison.



quinta-feira, abril 10, 2014

É mais fácil pecar por falsa prudência do que por zelo excessivo



Por Tradition in Action
Traduzido por Andrea Patrícia




É algo muito comum para nós católicos americanos confundir prudência com concessões liberais. “Sim, sejamos prudentes ao pregar sobre os dogmas Marianos para não enfurecer os protestantes.” Ou, “Vamos evitar atacar a homossexualidade para não sermos humilhados na sociedade." Ou ainda, “É melhor não dizermos nada sobre o judaísmo como religião, ou senão seremos rotulados de antissemitas.”

Talvez nosso pecado capital seja um excesso de prudência humana, que é outro nome para respeito humano. Para nos ajudar a vencer esse defeito, nós oferecemos um comentário do padre Cornélio a Lápide, o grande exegeta do século XVI, que nos ensina a como nos livrarmos desse vício.
***

Pe. Cornélio a Lápide, SJ.

Ao anjo da igreja de Éfeso escreve:…
Mas eu tenho algo contra ti, porque deixaste teu primeiro amor (Apocalipse 2,4).

São Timóteo, Bispo de Éfeso por mais de 40 anos, mostrou-se ser um pouco relaxado na pregação da palavra de Deus aos Efésios na obra para a sua conversão. A razão para isso foi que ele teve de enfrentar a persistência tanto dos judeus quanto dos adoradores de Diana contra seu apostolado. Assim, movido parte pela pusilanimidade e moderação e parte por prudência humana, ele considerou mais conveniente tornar-se mais suave para não perturbar a vida da Religião por um zelo excessivo ou provocar a fúria dos gentios contra ele e seu rebanho, como aconteceu com São Paulo, que teve que enfrentar a multidão contra ele: ‘Salve a grande Diana de Éfeso’ (Atos 19, 34). Então, o primeiro ardor de São Timóteo em pregar o Evangelho enfraqueceu, e esse foi o seu pecado, não mortal, mas venial.

Isso também acontece com pessoas que possuem autoridade. Elas pecam mais frequentemente por tibieza disfarçada de prudência, do que por imprudência sob a aparência de zelo.

O conselho de Cristo dado através de São João a São Timóteo corrigiu sua falta, e ele retornou ao fervor que possuía no início. Na verdade ele reprovou os adoradores de Diana com tanto ardor que ele recebeu o martírio pelas mãos deles no ano 109 do Senhor, em 24 de janeiro, cuja memória está registrada nos sagradas anais da Igreja.



(Cornélio a Lápide, Commentarii in Sacram Scripturam,
Ludovico Vives: 1976, vol. 21, p. 41)

Original aqui.

terça-feira, abril 08, 2014

Mais uma vítima do feminismo

Mark Mayo


A notícia sobre um soldado da Marinha dos Estados Unidos que perdeu a vida tentando salvar a de sua colega, chamou minha atenção.

Um marginal, que já havia sido condenado por assassinato, chamado Savage (interessante o nome, não?) entrou com um caminhão na Base Naval e desarmou a marinheira que estava na entrada. Sim, uma militar treinada foi desarmada por um marginal...

O marinheiro Mark Mayo, saltou na frente da mulher e atirou no bandido, que atirou nele também. Outros soldados atiraram no bandido. Morreram os dois.

A família de Mark conta que ele sempre foi um bom aluno e que eles procuraram outra vizinhança por causa da segurança, e que não imaginavam que ele estivesse inseguro trabalhando dentro de uma Base Naval.  

Agora, o que uma mulher está fazendo guardando uma Base Naval? É claro que ela não iria guardar mesmo nada, pois não tem força, nem destreza, e nem habilidade para lutar e vencer homens! Quando é que as pessoas irão acordar para o fato de que homens são diferentes de mulheres? Que os dois não tem a mesma força ou destreza? Até quando iremos viver nessa mentira?

Eu sei de umas coisas: se eu tivesse que escolher entre um militar - ou policial - homem ou mulher para me proteger, eu escolheria o mais forte e capaz para este serviço: o homem (estou partindo do pressuposto que os homens escolhidos para essas funções são os capazes, claro, pois é assim que acontece). Se eu tivesse que escolher entre um bombeiro homem e uma bombeira mulher para salvar minha casa do fogo, escolheria o mais forte e hábil para este serviço: o homem. É comprovado que as mulheres não conseguem passar nos testes de força que são aplicados para bombeiros. Mas elas processam e ganham e assim passam a fazer parte da força contra incêndio. É uma piada! Testes e exercícios são mudados e amenizados para que as mulheres passem a fazer parte do corpo de bombeiros, da polícia e das forças armadas. Isso é ridículo, simplesmente ridículo. Mas quem se importa? Eu duvido que um desses falsos profetas promotores da Nova Ordem Mundial, que elaboram essas políticas demoníacas para a sociedade, tenham mulheres como seguranças.

Voltando ao caso do marinheiro. Mark Mayo fez o que todo homem normal e decente faz: proteger as mulheres. Ele saltou na frente da marinheira (bom, marinheira de faz-de-conta, porque não pode ser de fato marinheiro aquele que não possui força e destreza necessárias para tal serviço) protegendo-a de ser alvejada pelos tiros do bandido selvagem. Por causa disso, perdeu a vida. Que Deus tenha misericórdia de sua alma.

Mark Mayo, mais uma vítima do feminismo!


sábado, abril 05, 2014

Comentários Eleison: Canonizações Irreais

Comentários Eleison – por Dom Williamson
CCCLI (351) - (05 de abril de 2014):

CANONIZAÇÕES IRREAIS


                  A “canonização” de dois Papas conciliares, João XXIII e João Paulo II, está marcada para o último domingo deste mês, e muitos fieis católicos estão apavorados. Eles sabem que os Papas conciliares são (objetivos) destruidores da Igreja. Eles sabem que a Igreja afirma que as canonizações são infalíveis. Serão eles forçados a acreditar que João XXIII e João Paulo II são santos? Isso confunde a mente. Mas não é necessário que seja assim.

            Em agosto do ano passado estes “Comentários” mencionaram o fato de que as “canonizações” da Neo-Igreja são uma realidade tão diferente das canonizações pré-conciliares, que nenhum católico precisa acreditar que as canonizações pós-conciliares são infalíveis. Eu não estava equivocado, mas quando afirmei o fato de que isso é assim, não expliquei o motivo, que é uma maneira superior de conhecer algo. Pelo contrário, em uma conferência de um retiro, talvez de 1989, Monsenhor Lefebvre deu uma razão profunda para a afirmação. Essa razão – da deterioração mental modernista – é crucial para que se compreenda retamente toda a revolução conciliar.

            Monsenhor disse que, como um grande número de homens modernos, os Papas conciliares não acreditam em qualquer verdade estabelecida. Por exemplo, a formação de João Paulo II foi baseada na verdade que evolui, que muda com o tempo, que progride com o avanço da ciência etc. A ideia de a Verdade nunca ser fixa foi a razão pela qual, em 1988, João Paulo II condenou as Consagrações Episcopais da FSSPX, pois elas surgiram de uma ideia fixa da Tradição Católica, e não de alguma outra vivente ou mutante. Pois de fato o católico sustenta, por exemplo, que cada palavra do Credo seja imutável, porque as palavras foram cunhadas ao longo do tempo para expressar da forma mais perfeita possível as verdades imutáveis da Fé, e essas palavras têm sido infalivelmente definidas pelos Papas e pelos Concílios.

            As canonizações verdadeiras são outro exemplo: (1) o Papa se pronuncia como Papa, (2) que tal e tal pessoa é um modelo de fé e moral, (3) de uma vez e para sempre (ninguém era normalmente descanonizado), (4) para toda a Igreja aceitá-la como tal modelo. Assim, as canonizações costumavam satisfazer as quatro condições do ensino infalível da Igreja, e eram mantidas como sendo infalíveis. Mas essa ideia católica de que uma é verdade imutável é inconcebível para as fluidas mentes modernas como as dos Papas conciliares. Para eles, verdade é vida, uma vida em desenvolvimento, em evolução, que cresce em direção à perfeição. Como então pode um Papa conciliar realizar, e menos ainda impor, uma canonização infalível?

            Monsenhor imaginava como um Papa conciliar poderia reagir à ideia de ele ter feito tal coisa: “Ah, não! Se algum dia, no futuro, verifica-se que a pessoa que eu canonizei não tem todas as qualidades requeridas, bem, algum sucessor meu bem poderá declarar que eu fiz uma declaração sobre a virtude daquela pessoa, mas não uma definição de uma vez e para sempre de sua santidade”. Enquanto isso, a “declaração” de do Papa “canonizante” tem deixado felizes o Presidente da República local e os cristãos locais, e tem dado a todos eles uma desculpa para ter uma festa por celebrar.

             Ao se pensar bem sobre isso, vê-se que essa explicação de Monsenhor se aplica à toda a Neo-igreja. O que nós temos no Vaticano II é a beleza exigente da Verdade imutável de Deus que leva ao Céu, sendo substituída pela feiura complacente da fluida fantasia do homem que pode levar ao Inferno, mas que permite ao homem, como ele pensa, tomar o lugar de Deus. O passo fundamental nesse processo é desengate da mente da realidade. Quando o processo é aplicado atualmente à Igreja em forma de modernismo, os resultados são tão totalmente contrários aos anteriores, que as novas realidades requerem absolutamente novos nomes: Neo-igreja, neo-canonizações, neo-santos etc. Afinal, não estão os conciliaristas orgulhosos por renovarem tudo na Igreja?

Kyrie eleison        

           

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