quarta-feira, novembro 29, 2017

Convite para ordenação do Diácono Rodrigo Ribeiro, FSAJM

0 comentários

terça-feira, novembro 28, 2017

Saúde é importante

0 comentários



"São Francisco de Sales nos diz: 'Exorto-vos a que conserveis a vossa saúde, porque é essa a vontade de Deus; exorto-vos a que conserveis as vossas forças, para as empregardes na glória de Deus; é melhor ter forças de mais do que de menos, porque uma vez perdida é difícil recuperá-la. Dai, pois, ao vosso corpo a medida de alimentos e de bebida que convém à conservação das vossas forças e da vossa saúde.'" (Extraído de Direção Para Sossegar as Almas Timoratas, de Pe. Quadrupani. Pg 31-32, grifos meus.)

É importante sim buscar ter uma boa saúde. Só quem já viveu episódios de doença sabe o quanto é ruim ficar sem forças para trabalhar, para cuidar dos filhos... o quanto é ruim dar trabalho aos outros, ser um peso na vida de alguém, quando se poderia ter evitado tais episódios alimentando-se bem, sem abusar de coisas que não são saudáveis. 

Em vez de nos entupirmos com remédios (causas de muitas mortes no mundo inteiro), por que não buscar aprender sobre os alimentos, os nutrientes, e mudar ou melhorar o nosso estilo de vida para ter mais saúde e menos doenças?

Como diz o Dr. Rondó: "A prevenção é a melhor medicina".

Acredito ser importante buscar informações sobre saúde com gente séria. Deixo abaixo alguns links de sites e canais sobre o tema. Nada perfeito, porque perfeição neste mundo é coisa difícil, mas muito bom:








Comentários Eleison: Como discernir? - II

0 comentários
Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DXLI (541) (25 de novembro de 2017)



COMO DISCERNIR? – II


Como lutar contra um inimigo forte e perigoso?
Quando a primeira coisa que deveria saber sobre ele eu desconheço?

A primeira pergunta de Joseph foi sobre a confusão na Igreja em geral (ver os "Comentários" da semana passada); a segunda, por sua vez, refere-se à Fraternidade Sacerdotal São Pio X em particular. Ei-la:

O senhor escreveu na semana passada que, julgado por seus frutos, o Vaticano II não foi católico, enquanto Dom Lefebvre o foi. No entanto, na Fraternidade Sacerdotal São Pio X que ele fundou parece ter surgido uma nova maneira de pensar na qual se poderia articular em uma série de proposições. Por exemplo:

1 Mesmo que o Papa e os Bispos se comportem mal, eles ainda são as autoridades válidas da Igreja.

2 O Papa Francisco pode ser um modernista, mas ele ainda tem o poder de trazer a FSSPX de volta para a Igreja.

3 Os bispos conciliares não são todos maus. Eles podem ter reações cristãs, demonstrar que têm consciência da crise da Igreja, defender a moral católica em público, exigir o respeito a Deus na liturgia, mostrar devoção à Santíssima Virgem Maria, e assim por diante.

4 Pode-se prever um acordo com Roma desde que "nos aceitem como somos".

5 Somos culpáveis se recusamos sistematicamente qualquer acordo com Roma.

6 É mais útil falar da piedade de Dom Lefebvre do que da sua oposição ao Concílio.

7 É melhor estar em bons termos com a FSSPX do que em maus termos por causa de opiniões falíveis.

8 Os conciliaristas são indisciplinados e desobedientes. Os membros da FSSPX devem ser disciplinados e obedientes.

Concluindo, dada a complexidade da situação em que os católicos se encontram hoje, os membros ou seguidores da Fraternidade podem ser responsabilizados por pensar de acordo com essas proposições?

Resposta: tudo depende do quanto saibam esses membros ou seguidores. Por exemplo, os seguidores da FSSPX mais antigos sabiam que o Concílio era uma nova religião, e que, portanto, a oposição do Arcebispo era uma questão de fé, intrinsecamente mais importante do que a piedade, pois como pode haver piedade sem a fé? Os veteranos da Fraternidade têm muita culpa (a menos e até que finalmente reajam publicamente), porque eles estão permitindo que o que Joseph acima chama "uma nova maneira de pensar" tome a Fraternidade do Arcebispo, para que os jovens da Fraternidade tenham menos chance de entender o que há de errado com as oito proposições acima. Há uma nova geração de sacerdotes da Fraternidade tão piedosa como se poderia desejar, mas (sempre com exceções) que não tem ideia da crise que está agora devastando a Igreja há mais de meio século:

1 É verdade que o Papa e os bispos, de acordo com as aparências, parecem ser as autoridades válidas da Igreja, mas seu comportamento quanto à Fé é tão mau que muitos católicos sérios questionam essa validade.

2 Para qual Igreja o Papa trouxe a NeoFraternidade? Para a Neoigreja? “Eles me expulsaram da Neoigreja?”, dizia o Arcebispo “excomungado” – “E daí? Eu nunca pertenci a ela!”.

3 De fato, nem todos os bispos conciliares são maus, mas quase todos são modernistas, o que significa que muitos deles perderam sua fé católica sem sequer perceber. O homem moderno é tão corrupto que enquanto sua religião católica passou a corresponder à modernidade, ele nem percebeu que ela deixou de ser católica.

4 "Aceitar-nos como somos" foi para a FSSPX uma coisa em, digamos, 1987. É outra coisa completamente diferente em 2017!

5 Se Roma voltasse para a verdadeira Fé, não haveria mais necessidade de acordo.

6 Graças a Deus também pela piedade do Arcebispo, mas, de longe, sua qualidade mais importante era a sua fé.

7 "Opiniões falíveis"? Existe algo chamado verdade! Alguém que tenha alguma importância na Neofraternidade realmente estudou os documentos do Vaticano II? Eles negam que estes representam uma nova religião?

8 Os membros da FSSPX devem ser disciplinados e obedientes ao quê? À nova religião Conciliar centrada no homem?

O problema com todas essas proposições é que a FSSPX nasceu no meio da grande guerra que o mundo moderno tem feito contra Deus, mas desde a morte do Arcebispo em 1991 seus líderes perderam toda compreensão efetiva sobre quem está travando essa guerra , e como e por quê. Joseph, leia a "Pascendi", uma e outra vez, até que você a tenha compreendido completamente!


Kyrie eleison

segunda-feira, novembro 27, 2017

A Gruta do Petit Trianon

0 comentários


O trabalho na Gruta foi concluído em 1782, ao mesmo tempo que a Rocha e da vizinha 'Montanha Caracol'. Chegando da direção da Rocha, um caminho leva para baixo e chega em um pequeno vale através do qual flui um rio. O caminho segue a curva do fluxo para revelar um grupo de rochas a partir das quais a água parece surgir. Uma entrada, originalmente protegida por uma treliça de madeira, conduz à gruta. 

Abrigada nas sombras, a caverna é iluminada apenas vagamente por aberturas esculpidas nos recantos e caminhos da rocha. Um banco (uma vez coberto por um cobertor verde destinado a imitar a aparência de musgo) que parece ter sido cortado da rocha é o único lugar disponível. Escondido em um canto, uma cachoeira cai pela face da rocha e flui para dentro do córrego. Na extremidade da gruta, uma escada leva para cima a uma entrada escondida no pico do afloramento artificial. Esta porta secreta permitiu que os ocupantes da gruta se afastassem de quaisquer intrusos indesejados que seguissem pelo caminho do vale. A Rainha pagaria muito por essa característica brincalhona, já que os rumores maliciosos sobre o verdadeiro propósito de tais passagens secretas começaram a circular. Em 1789, uma multidão de visitantes curiosos reuniu-se para admirar o que era apenas uma loucura pitoresca encontrada em muitos jardins desta época. 

No final do século XX, esta seção dos jardins quase perdera completamente sua forma, e uma completa campanha de restauração foi concluída em 2006. Entre outras coisas, esta restauração restabeleceu a cachoeira artificial dentro da gruta e atualizou o paisagismo da vale como um todo.


Original aqui.

domingo, novembro 26, 2017

Aos tradicionalistas - Por Pe. René Trincado (SSAJM)

0 comentários

Parte do sermão do Pe. René Trincado, o qual pode ser lida na integra AQUI

Permitam-me aqui um parêntesis. Cuidado com o qualificativo de “modernistas”. Não olhemos com desdém ao restante dos católicos, aos que chamamos secamente de modernistas, pois, em sua imensa maioria, são vítimas dos salteadores que os despojam da verdadeira fé. Cuidado, porque esses, muitas vezes, muitíssimas, são isso: vítimas, não vitimadores. Não são os assaltantes da parábola, senão o homem assaltado. Pensemos, por exemplo, no imenso bem espiritual que, em sua grande simplicidade, com suas fervorosas orações fazem essas anciãs “modernistas”, verdadeiras devotas do Rosário, assíduas nas paróquias; pensemos nessas monjas “modernistas” de clausura que, apesar da Missa Nova e das más pregações, vivem inteiramente crucificadas por causa de sua caridade ardentíssima.

Pensemos nesses sacerdotes e leigos que se esforçam sinceramente para alcançar a santidade, apesar de ter de respirar cada dia a fumaça liberal que entrou no templo através do buraco escavado desde dentro por uma hierarquia de traidores. Cuidado com o desprezo pelo próximo: não nos vá a suceder que estejamos fazendo às vezes a oração do fariseu: graças te dou, Senhor, porque não sou como os demais homens, nem como esses estúpidos e ignorantes modernistas das paróquias. Cuidado: pior que ser herege material modernista é ser um orgulhoso tradicionalista, porque Deus resiste aos soberbos e dá sua graça aos humildes (1Pd V, 5). 

Cuidado com a soberba. O orgulho farisaico é a grande tentação dos tradicionalistas. Os fariseus foram os descendentes dos assideus, esses mártires e heróis tradicionalistas que combateram às ordens dos Macabeus. Cuidado com a soberba. A esses que parecem viver de diatribes e discussões, teríamos de lhes perguntar o que é mais importante: se ter razão ou ter caridade. Se os tradicionalistas temos a verdade, é por um presente, uma graça de Deus. Mas a luz da fé verdadeira é para iluminar os homens em ordem à salvação eterna, não para querer deslumbrá-los fazendo gabo de conhecimentos, nem para esmagá-los.

Estimados fiéis: Deus nos faça caridosos e humildes. Certamente, os tradicionalistas devemos ser o bom samaritano especialmente para com todas as pobres ovelhas assaltadas e feridas por esses ministros do diabo que lhes dão a beber o veneno liberal e modernista. Estes últimos se comportam como os ladrões da parábola, de modo muito mais criminoso que o Sacerdote e o levita, que pecaram somente por omissão. Estes ladrões são a Hierarquia liberal que objetivamente despoja e assassina às almas desde essa verdadeira emboscada que foi o Vaticano II. Com estes envenenadores de almas não cabe buscar cooperação nem concórdia alguma, nem menos aceitar a possibilidade de se submeter um dia ao seu poder destruidor. Se o samaritano houvesse pretendido pôr-se às ordens dos ladrões, não teria feito com isso um ato de caridade, senão a maior insensatez imaginável.E teria terminado roubando o assaltado e o deixado mais ferido também. A primeira caridade é a verdade. No caso dos tradicionalistas, a primeira caridade está em conversar a salvo o alimento saudável das almas, o tesouro divino da fé católica, a Verdade, essa Verdade que um dia voltará a resplandecer na Igreja porque as portas do inferno não prevalecerão (Mt XVI, 18).

Que pela intercessão da Santíssima Virgem, Deus nos conceda a humilde caridade fraterna.

Fonte:Apostolado da Oração Tradicional

quinta-feira, novembro 23, 2017

Espiritismo e Protestantismo

0 comentários


Rousseau, Pestalozzi e Kardec: mesmas ideias


Apesar de o espiritismo buscar uma explicação do "karma" inspirada num "libertarismo" da agência (nossos reveses seriam consequência de "nossas" escolhas, mesmo que o ignoremos) e, de fato, incorrer no erro oposto do pelagianismo, não consegue evitar a queda num fatalismo muito semelhante ao luterano/calvinista (as nossas condições dependeriam das nossas escolhas, que por sua vez dependeriam do nosso grau de "evolução espiritual") - que isso seja, claro, de uma incoerência patente não vem propriamente ao caso.

Além do mais, os indícios de "evolução" são bastante aparentados aos "sinais de eleição" ou de "condenação" do calvinismo e a explicação espírita dos gozos e sofrimentos é bastante próxima à doutrina protestante sobre os galardões (levando em ambos os casos a uma valorização "ética" do sucesso material). Em todo caso, a mesma admissão de uma ordem causal férrea, similar à do moderno determinismo "científico", encontra-se nas seitas calvinistas e espíritas. Isso para não falar do individualismo, da rejeição à hierarquia, do minimalismo cultual, da secularização dos costumes, das táticas de propaganda etc. Não por acaso, Rivail/Kardec teve sua formação no ambiente protestante e liberal do Instituto Pestalozzi, e o espiritismo se espalhou, sobretudo na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, através de seitas muito semelhantes às "evangélicas" e àquelas como o unitarismo, a "ciência cristã", o "exército da salvação" etc., que começaram a pulular pelo século XIX.

Há ainda muitos autores que associam correntes protestantes ao gnosticismo, e o teólogo presbiteriano Philip J. Lee admite mesmo um forte pendor gnóstico intrínseco ao protestantismo (que ele considera "contido" por certas admissões de Lutero e Calvino relativas à continuidade histórica da Igreja e à aceitação - à sua maneira - da Tradição, mas que são totalmente abandonadas pelas variantes mais modernas) - há ainda toda a controvérsia sobre a influência de movimentos esotéricos (que fervilhavam no Renascimento) na própria fundação do protestantismo, as relações entre o luteranismo e a Rosa-Cruz, as influências recíprocas entre protestantismo e maçonaria etc. Em "místicos" protestantes como Böhme e Swedenborg, esses elementos são bastante evidentes. A própria ideia de reencarnação adotada por kardecistas e teosofistas surgiu no entrecruzamento entre a "teologia" liberal protestante e a maçonaria na Alemanha do século XVIII, em especial com Lessing.

terça-feira, novembro 21, 2017

Comentários Eleison: Como discernir? - I

0 comentários
Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DXL (540) (18 de novembro de 2017)


COMO DISCERNIR? – I


Quando é boa a intenção dos homens, como distinguir o bom do mau?
Observando onde há realmente bons frutos.


Um jovem com uma boa mente está fazendo uma boa pergunta sobre a crise na Igreja e outra boa pergunta sobre a crise na Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Veja como Joseph aborda sua primeira questão:

Por um lado, a crise conciliar foi uma em uma série de crises que afligem a Igreja, como o Protestantismo, o Liberalismo e as Revoluções, com duas Guerras Mundiais, e, portanto, uns erros fizeram o caminho no Concílio, os quais foram claramente condenados pela Igreja antes do Vaticano II. E após o Concílio, as novidades foram aplaudidas pelos inimigos clássicos da Igreja, como os maçons e os socialistas, enquanto o espírito missionário da Igreja praticamente se extinguiu. Por outro lado, as ideias do Concílio são obra dos mais inteligentes e supostamente católicos homens da Igreja, e não se pode dizer o tempo todo que o Papa não é Papa, nem que a maioria dos Bispos seja consagrada invalidamente. Portanto, pode-se dizer que a crise conciliar envolve áreas de sombra que ainda dificultam a visão clara? E se não podemos chegar a conclusões definitivas, podemos ter a certeza de que estamos mantendo a verdadeira Fé?

A melhor resposta vem do próprio Senhor, falando no Sermão da Montanha (Mt VII, 15-20): – “Pelos frutos, os conhecereis”. Obviamente, Nosso Senhor sabia que haveria ataques constantes à Sua Igreja com repetidas tentativas do Diabo para semear confusão nas mentes de Seus seguidores. A confusão que se seguiu ao Vaticano II não é diferente em espécie de crises anteriores na História da Igreja, mas pela defecção dos clérigos no Vaticano II, a confusão hoje é sem precedentes em grau – nunca antes a massa de pastores católicos esteve tão perdida, nem, portanto, o rebanho católico.

No entanto, para encontrar o caminho para longe da confusão, o mesmo princípio infalível ainda se aplica: as ações falam mais alto do que as palavras, e os frutos das ações do homem são o guia mais seguro para quem ele é e o que ele realmente pretende. Especialmente no caso do modernismo um homem pode enganar-se quanto ao que ele quer ou pretende, porque ninguém está tão profundamente separado da realidade que um modernista. “O fim do mundo será caracterizado por homens fazendo o mal pensando que estão fazendo o bem”, disse o Padre Faber em meados do século XIX. No século XXI, estamos no final mau deste processo de séculos de humanidade enganando-se a si mesma, já que ela se afastou de Deus. Então, Deus estaria deixando Seu rebanho indefeso contra inusitados lobos em pele de ovelha como são os modernistas? Não, porque julgar pelos frutos é algo que qualquer um pode fazer, com um mínimo de senso comum e vontade reta.

Portanto, Joseph, você observa que as autoridades da Igreja de hoje são homens altamente inteligentes e supostamente católicos, e você assume razoavelmente que são as autoridades válidas da Igreja, porque mesmo se você sabe que seus frutos são tão pouco católicos, a ponto de fazerem com que muitos discutam essa validade, não obstante quem mais está ali que esteja autorizado a falar e a agir pela Igreja Universal? Mas, ao mesmo tempo, você observa que suas ideias estão em consonância com graves erros anticatólicos do passado, e que agora são aplaudidos por inimigos clássicos da Igreja, como os maçons. Argumentos de um lado e de outro. Dúvidas e sombras. Como você resolve a confusão?

Resposta: por sua própria observação de que o espírito missionário desapareceu da Igreja desde o Vaticano II. Aqui estão os frutos. O Concílio pregou o ecumenismo (Unitatis Redintegratio), a liberdade religiosa (Dignitatis Humanae) e a relativa aceitabilidade de falsas religiões como o Hinduísmo, o Islamismo e o Judaísmo (Nostra Aetate) – como o espírito missionário poderia não colapsar após o Concílio? E também não esvaziaram e fecharam inúmeros mosteiros, seminários, conventos, dioceses e paróquias desde o Vaticano II? Foram abertos novos em algum lugar? Sim, em todo o mundo sob a liderança do único Bispo católico que desde o princípio repudiou abertamente o Concílio e todas as suas obras, Dom Lefebvre. Aqui estavam os mesmos bons frutos dos mesmos princípios católicos, aplicados fielmente em desafio ao Vaticano II. Joseph, você não precisa procurar mais nada.
                                                                                                                                      
Kyrie eleison.

Traduzido por Cristoph Klug.

segunda-feira, novembro 20, 2017

O Belvedere

0 comentários


O Belvedere também foi projetado por Richard Mique, e completado em 1781. Esta loucura é colocada no alto do montículo pequeno que tem vista para o lago.

É um pavilhão octogonal coroado com uma cúpula de baixo perfil em grande parte escondida pela balaustrada circundante. Acima das quatro janelas estão esculturas de baixo relevo representando as quatro estações. Quatro portas de pátio abrem para o interior, cujas paredes são adornadas com pinturas murais notáveis de Sébastien-François Le Riche. O teto, que mostra os querubins que brincam em um céu azul claro, foi pintado por Lagrenée, enquanto o chão é pavimentado com um mosaico de mármore. 

A rainha usou o Belvedere como um salão no verão, com suas muitas portas e janelas permitindo que a luz inundasse e criando a impressão de uma sala de estar ao ar livre.

Original aqui.

domingo, novembro 19, 2017

Pedido de ajuda – Demande d’aide – Request for help – Pedido de ayuda

0 comentários
PAX

​Caros amigos e benfeitores,
Chegando o fim do ano, nossas despesas aumentam consideravelmente e, neste momento, estamos com dificuldades, principalmente para pagar nossos funcionários, cuja primeira parcela do décimo terceiro salário deve ser paga já no meio deste mês​.
Assim, gostaríamos de poder contar mais uma vez com sua caridade para que possamos cobrir essas despesas.
Asseguramo-los de nossas orações quotidianas, pelos senhores e, neste mês, especialmente por todos os seus falecidos.
Em Jesus, Maria e José,
Dom Tomás de Aquino, por seu secretário Renato Müller

quarta-feira, novembro 15, 2017

Espiritismo: profundamente irracional

0 comentários



E ainda há quem acredite nisso!
O espiritismo não é só uma doutrina profundamente irracional, que esconde sob um véu de pretenso racionalismo os mais grosseiros paralogismos e grotescas formulações conceituais: a ideia de uma "punição" por crimes que se desconhece terem sido cometidos; a arbitrariedade da própria existência de "estados menos evoluídos" quando todos estão destinados à mesma "perfeição"; uma noção de "espírito" herdada do dualismo cartesiano que procura um "nexo" com o mundo corpóreo na bizarra noção de "perispírito"; a confusão entre o "espiritual" e o "sutil"; uma concepção de "realidades espirituais" completamente materializada e inspirada em fantasias de "utopia" burocrática de péssimo gosto; a própria ideia de uma continuidade pessoal com "reinicialização" periódica etc.
O espiritismo não é só uma doutrina inspirada no pior das modas intelectuais e da pseudociência oitocentistas: de uma forma especialmente tosca de positivismo ao mesmerismo, do progressismo "evolucionista" ao curandeirismo dos "fluidos" e ao racismo "científico".
O espiritismo não é somente um discurso que se ampara em ridículas falsificações históricas ("a Igreja já ensinou a reencarnação", "as traduções da Bíblia disfarçaram o conteúdo reencarnacionista" - além das inúmeras "gafes" históricas das "psicografrias" de um Chico Xavier, que chegam a confundir personagens homônimos distantes vários séculos um do outro) e em simulações de quinta categoria do estilo de grandes escritores etc.
O espiritismo não é só marcado por fraudes evidentes em toda a sua história: do logro das irmãs Fox (depois reconhecido pelas próprias) às farsas desmontadas por Houdini e a diversos casos relacionados a Chico Xavier e seus associados (alguns dos quais chegaram aos tribunais), e em especial o seu sobrinho, Amauri Pena.
O espiritismo não apenas eleva a "grande dignidade" um tipo de prática (necromancia) que as mais diversas tradições religiosas não hesitaram em condenar, em uníssono, como uma espécie de "fundo do poço" espiritual.
O espiritismo não apenas se baseia em "testemunhos" que, no dizer dos próprios "codificadores", são passíveis de falha, e discrimina entre os "bons" e "maus" espíritos com base numa ostentação de "nobreza de modos".
O espiritismo não apenas destrói qualquer resíduo de senso estético e de aparência de piedade devocional ao apelar, na sua "fenomenologia", para um verdadeiro teatro de horrores - simulados ou autênticos (isto é, com origem espiritual - o que não implica que sejam causados por "almas desencarnadas") - como "incorporações", "materializações", "mesas dançantes" etc.
O espiritismo não apenas situa seus praticantes no limiar da doença mental, ao expô-los continuamente a tais mórbidos espetáculos e submetê-los a experiências de desintegração da personalidade e ambientes de fortíssimas condições de sugestionamento.
O espiritismo não apenas explora a credulidade e os sentimentos de saudade e luto que unem as pessoas a seus parentes e amigos falecidos, ofendendo ainda a própria memória dos mortos.
O espiritismo não apenas seduz com um discurso calculadamente enganador, que afeta respeito e reverência pelas figuras de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Virgem Santíssima e outros santos de Deus (que não raro têm seus nomes associados aos "centros"), as pessoas provenientes de lares católicos - ao mesmo tempo em que os descaracteriza e ataca virulentamente a Igreja, seus dogmas e sua hierarquia.
O espiritismo não é somente algo estimulado e promovido por organizações comprometidas com um projeto de destruição da "religião organizada", das estruturas familiares e dos valores vitais da sociedade - tais como a maçonaria e a Rede Globo -, sendo a "espiritualidade" preferida por nove entre dez das celebridades do "show business" que ostentam um estilo de vida dissoluto e fútil.
O espiritismo é, antes de mais nada, uma distorção brutal (sendo, no fundo, uma espécie de gnosticismo exotérico) dos princípios cristãos, pervertendo a caridade em condescendência para com o "menos evoluído"; estimulando o indiferentismo religioso e a presunção soberba da salvação por mérito próprio; reduzindo Cristo a "mestre moral" e "espírito de luz", e diluindo até frações homeopáticas a mensagem do Evangelho; promovendo o mais crasso laxismo moral, sobretudo por meio de uma ética do "sucesso", do progressismo e do orgulho burguês, além do endosso à aversão (que se encontra na própria raiz da "cultura do descarte") a escolhas e compromissos definitivos.
Não pode restar dúvida de que o extravagante acolhimento dado a esse fenômeno em terras brasileiras está na raiz de muitos dos males de que a nação hoje padece.

terça-feira, novembro 14, 2017

Em toda parte há gente perturbada

0 comentários


Alguma vez você já teve vontade de deixar de frequentar sua paróquia ou grupo por causa de gente perturbada, fofoqueira ou com outro defeito que seja muito incômodo para você? 

Se sim, pense duas vezes. Em toda parte há gente perturbada. Nos tempos que vivemos hoje então, com toda esta terrível crise na Igreja, a quantidade de gente desequilibrada emocionalmente ou mentalmente é ainda maior. Então você responde: "ah, mas e os fofoqueiros, os que vivem olhando para a vida dos outros?, eles não deveriam saber se controlar, já que são cristãos?" Sim, claro que deveriam se controlar, claro que deveriam buscar mudar de comportamento, mas você vai mesmo deixar de frequentar os sacramentos ou um grupo em especial apenas porque há gente assim por lá? Você não acha que está dando muito poder a essa gente? O que o incomoda mais: o pecado alheio ou o seu orgulho ferido devido a não ser tão apreciado quanto gostaria? Eu sei que é desagradável ouvir coisas ruins sobre nós ou sobre pessoas queridas (ou sobre qualquer pessoa), mas será que não há uma forma de lidar com estas pessoas sem que precise se afastar da igreja/grupo? 

É o bastante cumprimentar educadamente, e evitar certas conversas. Não há necessidade de deixar de ir a Missa somente porque há pessoas desagradáveis por lá. Releve as atitudes alheias, reze por estas pessoas, busque o melhor em você mesmo para lidar com isso e fique firme. Quanto às injustiças, lembre-se: Deus está vendo tudo.

segunda-feira, novembro 13, 2017

Comentários Eleison: Comandos de Menzigen

0 comentários
Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DXXXIX (539) (11 de novembro de 2017)


COMANDOS DE MENZINGEN


A Providência manteve a Fraternidade em segurança?
Ao bloquear muitas tentativas de se juntar a Roma!


Os leitores desses "Comentários" não são de modo nenhum favoráveis à crítica das palavras e ações do QG de Menzingen da Neofraternidade Sacerdotal São Pio X. No entanto, há muitos que veem que assim como o Arcebispo Lefebvre estava, para o bem da Igreja Católica, plenamente justificado ao tomar sua frutuosa posição contra o naufrágio do Concílio Vaticano II, assim está-se hoje plenamente justificado, pela mesma salvação das almas, a criticar em público o deslize dessa Neofraternidade para os braços do clero da Roma conciliar. A edição de junho do jornal interno de Menzingen para os sacerdotes da Fraternidade, "Cor Unum", publicou outra dura justificativa para esse deslize. Menzingen é obstinado. Menzingen deve ser corrigido, em público.

Segue em itálico um resumo fiel de alguns dos principais argumentos, que podem ser verificados (em francês) na internet, no site Résistance catholique francofone :: Cor Unum juin 2017.

Dom Lefebvre fez com que as relações da Fraternidade com Roma estejam reservadas somente ao Superior Geral (SG).

Isto se deu porque ele sabia que não poderia confiar que os sacerdotes sob sua autoridade entendessem a extrema necessidade de prudência para lidar com os oficiais romanos. O presente SG prova o quão certo ele estava.

O Capítulo Geral de 2006 autorizou as autoridades da Fraternidade a expulsarem qualquer sacerdote que discordasse de suas políticas em público – "Este aviso deve ser levado a sério".

Foi assim que Paulo VI "expulsou" Dom Lefebvre. Será que Menzingen percebe a quem está imitando? E quanto aos sacerdotes que votaram em 2006, será que previram aonde levaria essa autorização para tais expulsões?

Não importa quão bons sejam os argumentos discordantes, a desacordo público sempre prejudica o bem comum.

Dom Lefebvre prejudicou o (verdadeiro) bem comum da Igreja por discordar durante duas décadas das autoridades? A verdade é a suprema medida de autoridade, especialmente na Igreja Católica, e não o contrário!

Dom Lefebvre salvou a Igreja ao formar sacerdotes de acordo com a Tradição Católica.

Não exatamente. Formar bons sacerdotes foi sua maneira de salvar a Fé Católica. Mas os sacerdotes que agora estão sendo formados por Menzingen para acompanhar os Romanos conciliares correm o risco de não salvar nem a Fé nem a Igreja.

O Arcebispo sempre reconheceu, e queria que os sacerdotes da Fraternidade reconhecessem, as autoridades da Igreja, tanto antes como depois de consagrar os quatro bispos em 1988.

Sim, mas em 1988, depois que os romanos demonstraram de uma vez por todas que não guardariam da Fé, sua atitude em relação a eles mudou radicalmente: "Até agora, a diplomacia; mas, a partir de agora, a doutrina", disse ele, como Menzingen bem sabe; mas Menzingen simplesmente não vê a importância da doutrina como o via o Arcebispo.

Exatamente. Os dissidentes de Menzingen estão fazendo de questões de prudência, assuntos de Fé.

Não. Submeter católicos crentes aos Romanos Conciliares – ou seja, descrentes –, é diretamente uma questão de Fé.

Mas como esses romanos poderão converter-se se os católicos crentes da Fraternidade recusarem-se qualquer contato com eles?

Como os católicos podem conservar a Fé se estiverem submetidos a modernistas contagiosos, ainda mais se são inconscientemente perigosos?

Mas nem tudo na Igreja oficial de hoje é Conciliar. Isto inclui os conservadores, que gostam de nós.

Mas os conservadores não têm poder. Todo o poder em Roma está nas mãos dos maçons, que são inimigos amargos e resolutos da Tradição Católica, da Igreja de Nosso Senhor, de Nosso Senhor e de Deus. E tudo na Igreja oficial está sendo levado finalmente na direção Conciliar, especialmente pelo Papa Francisco.


Kyrie eleison.

O Monumento do Amor

0 comentários


Richard Mique começou a trabalhar em seu projeto para essa loucura em 1777. No dia 5 de maio daquele ano, ele apresentou a rainha um modelo de madeira, gesso e cera, elaborado com suas instruções precisas pelo escultor Joseph Deschamps. De forma incomum, Marie-Antoinette aprovou os planos imediatamente sem modificações.

O monumento, situado numa ilha do rio, situa-se sobre uma plataforma circular com sete passos. Doze colunas Corintias são cobertas com uma cúpula de calcária de Conflans, coberta com chumbo e pintada para se parecer com madeira. O lado de baixo da cúpula apresenta caixotes e rosetas esculpidas em torno de um painel central esculpido por Deschamps. Medindo cerca de dois metros de diâmetro, esta peça central apresenta uma aljava, flechas e brasas flamejantes, entrelaçadas e adornadas com rosas e ramos de oliveira. O entablamento é composto de um arquitrave cujas seções de soffit são adornadas com rosetas e pergaminhos árabes, dentro e fora, juntamente com uma cornisa composta. O piso do monumento foi projetado pelo artesão de mármore Le Prince, incorporando branco veiado, vermelho do Languedoc e mármore de Flandres. A construção começou imediatamente e concluiu em julho de 1778. A alvenaria é trabalho de Guiard. Como a peça central deste novo monumento, a rainha rejeitou a escultura proposta por Deschamps e, em vez disso, instalou uma cópia do Cupido de Bouchardon formando seu arco do clube de Hércules (1750), originalmente destinado ao Salão Hércules, mas relegado ao Château de Choisy desde 1752. Marie-Antoinette transferiu estátua para o Louvre para permitir que o escultor Louis-Philippe Mouchy produzisse uma cópia. A cópia de Mouchy foi removida do Le Trianon durante a Revolução e passou algum tempo em Saint-Cloud antes de retornar à sua localização original em 1816. O monumento do amor foi completamente restaurado em 2006.

Original aqui.

quinta-feira, novembro 09, 2017

Ordenação diaconal no Mosteiro da Santa Cruz

0 comentários



Na Festa de Todos os Santos, aconteceu a ordenação diaconal do agora Diácono Rodrigo da Silva, sob imposição das mãos de Mons. Tomás de Aquino, bispo e prior do Mosteiro da Santa Cruz.

Com alegria, informamos que a ordenação sacerdotal se dará no dia 23 de dezembro. Diácono  Rodrigo será o primeiro  sacerdote da Sociedade Sacerdotal dos Apóstolos de Jesus e Maria.

A Resistência depende da Divina Providência. Caso queira colaborar com a ordenação sacerdotal, manifeste-se por meio do seguinte e-mail: rodrigomariasajm@gmail.com

Ou deposite na seguinte conta:

Caixa Econômica Federal :
Ag: 0046
Op: 013
CC: 00026514-7
CPF: 059.864.014-25
Rodrigo Henrique Ribeiro da Silva

Mais fotos:









Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

terça-feira, novembro 07, 2017

Crítica e controle

0 comentários



A crítica às vezes não passa de um reflexo do crítico. Pessoas propensas a sentir raiva podem fazer críticas severas regularmente apenas porque isso alivia o estresse delas. Indivíduos com baixa autoestima podem se sentir melhor quando colocam os outros para baixo. Então é importante considerar a fonte antes de decidir como prosseguir. ” (Amy Morin. 13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem. Sextante, 2015)

Eu já vi muito esse tipo de coisa. O medroso desestimula os outros a fazer algo novo ou que ele considere arriscado, porque ele vive com medo. O raivoso critica duramente, injustamente ou não, porque precisa descarregar sua ira. O que sofre com complexo de inferioridade não sabe elogiar, e não reconhece qualidades alheias para não sentir-se rebaixado. O imoral critica o moral porque não quer mudar de vida.

Com isso em mente, não se deixe abater por críticas. Avalie se fazem sentido para você ou se são simples reflexos dos que criticam. Ponha sua energia no que realmente importa: Deus, sua família, seu trabalho, seus empreendimentos. Não dê tanto poder às pessoas, esteja você no controle de sua vida, não entregue este controle aos outros.

Comentários Eleison: Islã Real

0 comentários
Comentários Eleison – por Dom Williamson
Número DXXXVIII (538) (04 de novembro de 2017)


ISLÃ REAL


“A realidade está lá fora – ESCUTEM-ME!”
“Sem chance! O Islã é doce, e mais doce não poderia ser.”


Quando a Grã-Bretanha tinha um Império, seus administradores estavam em contado direto com povos, raças e religiões em todo o mundo, e eles podiam falar destes por experiência própria. Hoje, em geral, os governantes da Grã-Bretanha têm apenas o seu liberalismo e a sua ideologia irreal, e é por isso que poucos deles sabem do que estão falando. O Pe. Henry Boulad, pelo contrário, é um padre jesuíta da velha escola nascido há 86 anos em Alexandria, no Egito, de uma antiga família cristã síria do Rito Melquita, antigo professor de Teologia no Cairo, Superior dos Jesuítas em Alexandria e dos Jesuítas no Egito, com, obviamente, uma experiência direta ao longo da vida sobre o Islã e os muçulmanos. Os ataques terroristas na primavera passada em duas igrejas cristãs no Egito levaram-no a dar uma entrevista na França e a escrever um livro a partir do qual adapta-se as seguintes observações. Ele seguramente sabe do que está falando!

“Acuso o Islã, mas não os muçulmanos individualmente, que são as primeiras vítimas do Islã. Decidi denunciar a fonte do terrorismo: a principal fonte do radicalismo islâmico no mundo é a Universidade de Al-Azhar” no Cairo, Egito, onde a ideologia mortal é ensinada como a doutrina oficial do Islã. Acuso a Universidade de Al-Azhar no Cairo, supostamente a encarnação do islamismo moderado, de criar um espírito de fanatismo, intolerância e ódio em milhões de estudantes e clérigos muçulmanos que vêm de toda parte para receber uma formação em seus institutos. Por este meio, Al-Azhar torna-se uma das principais fontes de terrorismo em todo o mundo.

Acuso o próprio Islã e não apenas o “extremismo islâmico”, porque o Islamismo é, por natureza, tanto político como radical. Há 25 anos, escrevi que o Islamismo é meramente o Islamismo despojado, em toda a sua lógica e rigor. Planeja uma sociedade visando a um califado mundial baseado na lei da Sharia, que é a única lei que considera legítima, como vinda de Deus. É um plano que toma todo o globo, que inclui tudo e é completamente totalitário. Acuso de mentirosos deliberados todos aqueles que fingem que os crimes cometidos pelos muçulmanos “não têm nada que ver com o Islã”. Estes crimes são cometidos em nome do Corão e seguindo suas claras instruções. O simples fato de que o chamado muçulmano para a oração e o chamado para matar os que não são muçulmanos são precedidos pelo mesmo grito “Allah-ou Akhbar” (Deus é grande), é altamente significativo.

Acuso os eruditos muçulmanos do século X pela promulgação dos decretos, agora irreversíveis, que levaram o Islã ao seu atual estado petrificado. O primeiro desses decretos cancelou todo tipo de precedência para os versos do Corão de Meca, que chamam por paz e harmonia, e deu prioridade aos versos de Medina, que exigem intolerância e violência. Promulgaram-se dois decretos adicionais para tornar irreversível este primeiro decreto: o Corão foi decretado como palavra incriada de Allah, e portanto é imutável; e qualquer outro esforço de interpretação está proibido, pois foi declarado que “a porta de ijtihad (reflexão) está fechada de uma vez por todas”. A sacralização destes três decretos fossilizou o pensamento muçulmano e contribuiu para a manutenção dos países islâmicos em um atraso e estagnação crônicos.

Acuso o Decreto “Nostra Aetate” do Vaticano II por lançar um diálogo inter-religioso destinado a ser aberto, acolhedor e compreensivo com os muçulmanos, porque durante 50 anos não demos um passo à frente, e agora estamos estagnados. O diálogo com um xeque de Al-Azhar terminou com a sua proclamação de que “todos os cristãos vão para o Inferno”. Nada se move, assim como nada se moveu nos últimos 11 séculos. Diálogo sim, mas quero um diálogo baseado na verdade. A caridade sem verdade não vai a lugar nenhum.”

Acuso a Igreja Católica de perseguir um diálogo com o Islã com base na complacência, na realização de compromissos e na duplicidade. Depois de 50 anos de iniciativas unilaterais, os monólogos da Igreja não levaram a lugar nenhum. Ao dar lugar ao “politicamente correto”, fingindo que o diálogo não deve ofender os muçulmanos porque devemos “viver juntos”, todas as questões espinhosas, mas vitais, são cuidadosamente evitadas. Mas o diálogo verdadeiro começa com a Verdade. Solicitei um encontro com o Papa Francisco. Sem resposta.


Kyrie eleison.

Traduzido por Cristoph Klug.

segunda-feira, novembro 06, 2017

Os Jardins Ingleses de Marie-Antoinette

0 comentários

Ao tomar posse do Petit Trianon em 1774, Marie-Antoinette começou a remodelar completamente os jardins. Os jardins botânicos de Louis XV foram substituídos por um vasto jardim anglo-oriental, mais de acordo com os gostos contemporâneos e com reproduções de características naturais como a Gruta. Ao projetar esses novos jardins, Marie-Antoinette tomou uma decisão consciente de limitar o número de edifícios. Ela finalmente se instalou em duas estruturas ornamentais, o Belvedere e o Monumento do Amor, ambos projetados por seu arquiteto oficial Richard Mique. via