sábado, maio 31, 2014

Comentários Eleison: Infalibilidade da Igreja V

Comentários Eleison – por Dom Williamson
CCCLIX (359) - (31 de maio de 2014): 

INFALIBILIDADE DA IGREJA V


O liberalismo é a guerra contra Deus, e é a dissolução da verdade. Dentro da Igreja de hoje por ele aleijada, o sedevacantismo é uma reação compreensível, mas que, porém, atribui à autoridade poder em demasia sobre a verdade. O mundo moderno perdeu a verdade natural, e ainda mais: perdeu também a verdade sobrenatural, e eis o coração do problema.

            Para nossos propósitos, poderíamos dividir todo o ensinamento papal em três partes. Em primeiro lugar, se o Papa ensina como Papa, sobre Fé ou moral, definitivamente e obrigando a todos os católicos, então temos seu Magistério Extraordinário (ME, para abreviar), necessariamente infalível. Em segundo lugar, se ele não emprega todas as quatro condições, mas ensina em conformidade com o que a Igreja tem ensinado sempre e em todo lugar, e imposto aos católicos para que creiam, então ele está participando do que é chamado o Magistério Ordinário Universal (MOU, para abreviar) da Igreja, também infalível. E em terceiro lugar, nós temos o restante de seu ensinamento, que, se não estiver em conformidade com a Tradição, não só é falível, como também falso.   

            A essa altura deveria estar claro que o ME está para o MOU como a cobertura de neve está para a montanha. A cobertura de neve não constitui o topo da montanha, mas simplesmente o torna mais visível. O ME está para o MOU como o servo está para o mestre. Ele existe para servir ao MOU, para tornar claro de uma vez por todas o que pertence e o que não pertence ao MOU. Mas o que faz com que o resto da montanha se torne visível, por assim dizer, é sua possibilidade de ser rastreado de volta até Nosso Senhor e Seus Apóstolos; em outras palavras, é a Tradição. Eis a razão pela qual toda definição do ME é um esforço para mostrar que o que está sendo definido sempre foi parte da Tradição. Era a montanha antes de ser coberta pela neve. 

            A essa altura também deveria estar claro que a Tradição diz aos Papas o que ensinar, e não o contrário. Essa é a base sobre a qual Monsenhor Lefebvre fundou o movimento Tradicional, mas é essa mesma base que, com todo o devido respeito, os liberais e os sedevacantistas não conseguem compreender. Basta ver no Evangelho de São João como frequentemente Nosso Senhor mesmo, como homem, declara que o que Ele está ensinando vem não Dele mesmo, mas de Seu Pai. Por exemplo: “Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou” (7, 16), ou, “Eu não falei de mim mesmo, mas o Pai que me enviou, ele mesmo me prescreveu o que devo dizer e o que devo ensinar” (12, 49). É claro que ninguém na Terra está mais autorizado que o Papa para dizer à Igreja e ao mundo o que está na Tradição, mas ele não pode dizer à Igreja ou ao mundo que há na Tradição o que em verdade não há. O que há na Tradição é objetivo, agora com 2.000 anos de idade, está acima do Papa e estabelece limites ao que um Papa possa ensinar, tal como os mandamentos do Pai define os limites para o que Cristo como homem, ensinaria.
           
            Então, como podem os liberais e os sedevacantistas alegarem de modo semelhante, com efeito, que o Papa é infalível mesmo fora do ME e do MOU? Pois ambos superestimam a autoridade em relação à verdade, e assim eles vêem a autoridade da Igreja não mais como a serva, mas como a dona da verdade. E por que isso? Porque ambos são filhos do mundo moderno, onde o Protestantismo desafiou a Verdade e o liberalismo desde a Revolução Francesa tem dissolvido a verdade objetiva. E se não há mais qualquer verdade objetiva, então é claro que a autoridade pode dizer qualquer coisa que possa fugir a ela, que é o que temos observado em torno de nós, e não há nada que possa impedir um Paulo VI ou um Dom Fellay de se tornar mais e mais arbitrário e tirano no processo.   

            Mãe de Deus, fazei com que eu possa amar, discernir e defender essa Verdade e essa ordem que vêm do Pai, ambas sobrenaturais e naturais, às quais Seu próprio Filho estava sujeito como homem, “até a morte, e morte de cruz”.

Kyrie eleison.


A profunda perda da verdade objetiva explica, ora veja,
As dificuldades sedevacantistas e liberais da Igreja.



quinta-feira, maio 29, 2014

É aconselhável aterrorizar os pecadores

Por Tradition in Action
Traduzido por Andrea Patrícia




Um dos falsos princípios do Liberalismo é o de que se deve sempre atrair as pessoas através de sorrisos e da bondade. O Progressismo tem seu falso movimento ecumênico que alega que nenhum católico deve ameaçar hereges, cismáticos, judeus ou pagãos com o fogo eterno do Inferno para o qual eles irão se não se converterem. Ambos os princípios são falsos. As Escrituras nos ensinam que o temor de Deus é o começo da sabedoria.

Hoje nós apresentamos aos nossos leitores a cerimônia muito antiliberal e antiecumênica estabelecida por Santo Afonso de Ligório para converter pecadores. O grande santo sabia muito bem o que estava fazendo, e a Igreja Católica também sabia o que ela estava fazendo quando o canonizou e confirmou seus métodos. Abaixo, está a cerimônia chamada “a maldição dos pecadores” que os missionários Redentoristas costumavam realizar para trazer maus católicos de volta ao caminho correto.

Santo Afonso de Ligório

Na carta de 26 de abril de 1775 para todos os missionários da Congregação do Santíssimo Redentor, popularmente conhecida como Redentoristas, Santo Afonso de Ligório estabelece um importante caminho para converter pecadores. Os sacerdotes devem tentar fazer o povo sentir ternura quando falarem sobre a Paixão de Cristo, ele os instruiu. Entretanto, eles devem também fazer com que eles sintam terror quando retratarem os castigos que os esperam se eles não reformarem suas vidas ... Para superar a obstinação dos duros de coração, Santo Alfonso recomendava que seus sacerdotes realizassem uma cerimônia móvel, que eles chamaram de “maldição dos pecadores”.
Nela, os missionários, usando uma sobrepeliz e uma estola preta, devem pronunciar as palavras de Davi aos pecadores impenitentes: “Maledicti qui declinant a mandates tuis” [Malditos aqueles que deixam de lado os Dez Mandamentos]. O ministro de Deus, o Santo adiciona, não pode fazer nada mais do que repetir as palavras de Deus: Ele não amaldiçoa os pecadores que se arrependem, mas sim aqueles que querem perseverar em seus pecados.
Alguns em sua Congregação pensaram que essa “maldição dos pecadores” era aterrorizante demais. Santo Afonso respondeu: “Mas o objetivo é precisamente instilar terror nas almas daqueles que não tem medo de nada, e que estão deliberadamente se dirigindo para as maldiçoes eternas.”.
(R.P. Berthe, St. Alphonse de Ligouri,
Paris: Librairie Téqui, 1939, p. 522)

Original aqui.

quarta-feira, maio 28, 2014

Guia de como legalizar qualquer aberração, do canibalismo...


Publico aqui um artigo muito interessante traduzido pelo pessoal do blog Caminho Alternativo:

Guia de como legalizar qualquer aberração, do canibalismo à pedofilia

Vale a pena ler!

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Este é um guia mostrando passo a passo como funciona a engenharia social usada pela elite financeira sionista para destruir os valores morais e éticos de uma sociedade, adaptando assim, o comportamento social aos seus interesses.

O artigo original se chama “¿Cómo legalizar cualquier fenómeno, desde la eutanasia hasta el canibalismo?” e foi publicado pelo Russia Today, mas fiz questão de colocar o tema da pedofilia no título já que esta é a próxima aberração a ser aceita pelas massas após o surgimento do lobby-gay.

Janela de Overton” é um conceito elaborado por Joseph P. Overton, ex-vice-presidente de um think tank chamado Mackinac Center for Public Policy.

Tradução: Caminho Alternativo (atenção no que está sublinhado pelo blog)

Na atual sociedade da tolerância, que não têm ideais fixos e, como resultado, una clara divisão entre o bem e o mal, existe uma técnica que permite alterar a atitude popular aos conceitos considerados totalmente inaceitáveis.

Esta técnica, chamada ‘a janela Overton’ e que consiste numa sequência concreta de ações com o fim de conseguir o resultado desejado, “pode ser mais eficaz que a carga nuclear como arma para destruir comunidades humanas”, opina o colunista Evgueni Gorzhaltsán.

Em seu artigo no portal Adme, coloca o exemplo radical de como converter em aceitável a ideia de legalizar o canibalismo passo a passo, desde a fase em que se considera uma ação repugnante e impensável, completamente alheia à moral pública, até se converter numa realidade aceitável pela consciência de massas e pela lei. Isso não se consegue mediante uma lavagem cerebral direta, senão por técnicas mais sofisticadas que são efetivas graças à sua aplicação coerente e sistemática sem que a sociedade perceba o processo, acredita Gorzhaltsán.

Primeira etapa: do impensável ao radical

Obviamente, atualmente a questão da legalização do canibalismo se encontra no nível mais baixo de aceitação na ‘janela de possibilidades’ de Overton, já que a sociedade o considera como um fenômeno absurdo e impensável, um tabu.

Para mudar essa percepção, é possível, se amparando na liberdade de expressão, transferir a questão à esfera científica, pois para os cientistas normalmente não há temas tabu. Portanto, é possível celebrar, por exemplo, um simpósio etnológico sobre rituais exóticos das tribos da Polinésia e discutir a história do tema de estudo e obter declarações autorizadas sobre o canibalismo, garantindo assim a transição da atitude negativa e intransigente da sociedade a uma atitude mais positiva.

Simultâneamente, deve-se criar algum grupo radical de canibais, embora exista somente na Internet, que seguramente será advertido e citado por numerosos meios de comunicação. Como resultado da primeira etapa de Overton, o tabú desaparece e o tema inaceitável começa a ser discutido.

Segunda etapa: do radical ao aceitável

Nesta etapa, deve-se continuar citando aos cientistas, argumentando que ninguém pode dizer que não possui conhecimentos sobre o canibalismo, já que se alguma pessoa se negar a falar disto será considerado um hipócrita intolerante.

Ao condenar a intolerância, também é necessário criar um eufemismo para o próprio fenômeno e assim dissociar a essência da questão de sua denominação, separar a palavra de seu significado. Assim, o canibalismo se converte em ‘antropofagia’, e posteriormente em ‘antropofilia’.

Paralelamente, se pode criar um precedente de referência, histórico, mitológico, contemporâneo ou simplesmente inventado, mas o mais importante é que seja legitimado, para que possa ser utilizado como prova de que a antropofilia em princípio pode ser legalizada.

Terceira etapa: do aceitável ao sensato

Para essa etapa, é importante promover ideias como as seguintes: “o desejo de comer pessoas está geneticamente justificado”, “às vezes uma pessoa têm que recorrer a isso, se houver circunstâncias favoráveis” ou “um homem livre têm o direito de decidir o que comer”.

Os adversários reais a esses conceitos, ou seja, as pessoas que não querem ser indiferente ao problema, intencionadamente se convertem para a opinião pública em inimigos radicais cujo papel é representar a imagem de psicopatas enlouquecidos, oponentes agressivos da antropofilia que clamam a queimar vivos aos canibais, junto com outros representantes das minorías.

Especialistas e jornalistas nessa etapa demonstram que durante a história da humanidade sempre houveram ocasiões em que as pessoas se comiam umas as outras, e que isso era normal.

Quarta etapa: do sensato ao popular

Os meios de comunicação, com a ajuda de pessoas conhecidas e políticos, já falam abertamente da antropofilia. Este fenômeno começa a aparecer em filmes, letras de canções populares e vídeos. Nesta etapa, começa a funcionar também a técnica que supõe a promoção das referências aos personagens históricos destacados que praticavam a antropofilia.

Para justificar aos partidários da legalização do fenômeno se pode recorrer à humanização dos criminosos mediante a criação de uma imagem positiva deles dizendo, por exemplo, que eles são as vítimas, já que a vida às obrigou a praticar a antropofilia.

Quinta etapa: do popular ao político

Esta categoria supõe já começar a preparar a legislação para legalizar o fenômeno. Os grupos de pressão se consolidam no poder e publicam pesquisas que supostamente confirmam uma alta porcentagem de partidários da legalização do canibalismo na sociedade. Na consciência pública se estabelece um novo dogma: “A proibição de comer pessoas está proibida.”

Esta é uma técnica típica do liberalismo que funciona devido à tolerância como pretexto para a prescrição dos tabus. Durante a última etapa do ‘movimento das janelas’ de Overton do popular ao político, a sociedade já sofreu uma ruptura, pois as normas da existência humana foram alteradas ou foram destruídas com a adoção das novas leis.

Gorzhaltsán conclui que o conceito das ‘janelas de possibilidades’, inicialmente descrito por Joseph Overton, pode extrapolar a qualquer fenômeno e é especialmente fácil de aplicar numa sociedade tolerante onde a chamada liberdade de expressão se converteu na desumanização e onde perante nossos olhos se eliminam um após o outro todos os limites que protegem a sociedade do abismo da autodestruição.

Chocados? Pois foi desta forma que conseguiram estabelecer a ditadura gay, a nova doutrina para homossexualizar crianças e jovens com o objetivo de destruir a sociedade e promover a redução populacional global.


A pedofilia já está na quarta etapa. A indústria sionista da música já começou a promover isto há um tempo através de marionetes como Britney Spears, Rihanna, Miley Cyrus, Selena Gomez, Taylor Swift (muitas destas garotas foram reveladas pela judaica e pedófila Disney), basta reparar no último vídeo feito para a canção “Chandelier” da compositora e cantora Sia, a mesma compositora da canção “Diamonds” cantada pela demoníaca Rihanna.


Nos comentários do vídeo o assunto “pedofilia” foi debatido, provavelmente devido ao maiô na cor da pele usado pela menina. Repare que se trata da quarta etapa, conforme publicado no artigo.





Cabe ao leitor escolher de que lado vai ficar, do lado das ovelhas manipuladas pela mídia sionista ou do lado dos valores morais e da família.

O mundo depende basicamente de informação e escolhas.

Extraído de Caminho Alternativo

sábado, maio 24, 2014

Comentários Eleison: Infalibilidade da Igreja IV

Comentários Eleison – por Dom Williamson
CCCLVIII (358) - (24 de maio de 2014): 


INFALIBILIDADE DA IGREJA IV


            Ao Cardeal Newman é atribuído um sábio comentário a respeito da definição de 1870 sobre a Infalibilidade Papal: “ela o deixa como o encontrou”. De fato, essa definição não alterou em nada o poder do Papa para ensinar infalivelmente, pois é da natureza da verdadeira Igreja de Deus que o próprio Deus a protegerá do erro, ao menos quando sua suprema autoridade ensinante estiver comprometida. Todo esse compromisso é atualmente chamado de “Magistério Extraordinário” da Igreja, mas só esse nome foi uma novidade em 1870, bem como o nome “Magistério Ordinário Universal”. Se o Vaticano I declarou que este último também fosse infalível, deveria igualmente ter sido assim desde o início da Igreja. Para discernir as realidades por trás dos nomes, vamos voltar a esse início.

            No tempo em que Nosso Senhor ascendeu ao Céu, Ele tinha, com Sua divina infalibilidade, confiado a seus Apóstolos um corpo de doutrina que deveria ser transmitido intacto à Sua Igreja até o fim do mundo (Mt 28, 19-20), doutrina que todas as almas deveriam crer sob pena de condenação (Mc 16, 15-16). Esse Depósito da Fé, ou Revelação pública, Deus determinou que se tornasse reconhecível e acessível às almas de boa vontade, pois obviamente o verdadeiro Deus nunca poderia condenar eternamente uma alma por se recusar a crer em uma mentira. Logo após a morte do último Apóstolo, esse Depósito já não só era infalível, como também estava completo.

            Então, do tempo dos Apóstolos em diante, deveria Deus sempre proteger todos os homens para que jamais ensinassem o erro? De modo algum. Nosso Senhor alertou-nos sobre os “falsos profetas” (Mt 7, 15), e São Paulo, da mesma forma, alertou-nos contra os “lobos arrebatadores” (At 20, 29-20). Mas como poderia Deus permitir que houvesse tal perigo, como esse dos pastores imbuídos do erro, para Seus cordeiros? É assim porque Ele não quer para o Seu Céu nem pastores robôs e nem cordeiros robôs, mas pastores e cordeiros que deverão ter usado o livre-arbítrio que Ele lhes deu para ensinar ou seguir a Verdade. E se muitos pastores O traem, Ele pode sempre fazer surgir, por exemplo,  um Santo Atanásio ou um Monsenhor Lefebvre para assegurar que Sua Verdade infalível permaneça sempre acessível às almas.

            Não obstante, esse Depósito estará incessantemente exposto aos lobos arrebatadores que tentam acrescentar-lhe erros ou dele subtrair verdades. Como, então, Deus continuará a protegê-lo? Garantindo que sempre que um Papa empregue todas as quatro condições de sua completa autoridade ensinante para definir o que a ele pertence e o que não pertence, ele esteja divinamente protegido do erro – o que nós chamamos hoje de “Magistério Extraordinário” (notem como esse Magistério Extraordinário pressupõe o Magistério Ordinário infalível, e não pode ser somada a ele nenhuma verdade ou infalibilidade, mas apenas uma maior certeza para nós seres humanos). Porém, se o Papa não emprega todas as quatro condições, então seu ensinamento será infalível se corresponder ao Depósito transmitido por Nosso Senhor – atualmente chamado de “Magistério Ordinário Universal –, e falível se ele não estiver dentro desse Depósito transmitido, que é a Tradição. Fora da Tradição, Seu ensinamento pode ser verdadeiro ou falso.

            Assim, não há um círculo vicioso (ver o CE 357 da semana passada), pois Nosso Senhor autorizou a Tradição, e a Tradição autoriza o Magistério. É certamente função do Papa declarar com autoridade o que pertence à Tradição, e ele estará divinamente protegido do erro se, para fazê-lo, empregar sua completa autoridade; mas ele pode fazer declarações fora da Tradição, caso em que não terá nenhuma proteção. Ora, as novidades do Vaticano II, tais como a liberdade religiosa e o ecumenismo, estão fora da Tradição da Igreja. Por isso não se encontram nem sob o Magistério Ordinário e nem sob o Extraordinário, e de todos os contrassensos dos Papas conciliares não há um que obrigue um católico a se tornar um liberal ou um sedevacantista.

Kyrie eleison.

Apenas de Deus provém a Tradição,

Que é dos Papas a régua de medição.

segunda-feira, maio 19, 2014

Tradução e Gramática: vídeo do Prof. Carlos Nougué; e notícia





O blog Questões Gramaticais, do Professor Carlos Nougué, saiu inexplicavelmente do ar. Pois bem, ainda este fim de semana o teremos de volta, ou teremos migrado para outro sistema. Lembre-se, por fim, que o curso Para Bem Escrever na Língua Portuguesa não se dará mediante nenhum blog, mas em sítio próprio e de todo profissional graças à plataforma Moodle. Usamo-nos de um blog como mero veículo de divulgação do Curso e da Suma Gramatical da Língua Portuguesa.

sábado, maio 17, 2014

Comentários Eleison: Infalibilidade da Igreja III

Comentários Eleison – por Dom Williamson
CCCLVII (357) - (17 de maio de 2014): 


 INFALIBILIDADE DA IGREJA III


            As palavras e ações loucas do Papa Francisco estão levando atualmente muitos crentes católicos em direção ao sedevacantismo, uma corrente perigosa. A crença de que os Papas conciliares não foram e não são Papas pode começar como uma opinião, mas muito frequentemente se observa que a opinião se torna um dogma, e então uma armadilha de aço mental. Eu acho que muitos sedevacantistas estão com sérias dificuldades em raciocinar porque a crise sem precedente do Vaticano II causou em suas mentes e corações católicos uma angústia, e assim, para confortá-la, eles encontraram no sedevacantismo uma solução simples, e não desejam voltar a sentir a angústia pela reabertura da questão. Então, se empenham enfaticamente numa cruzada para que outros se juntem a eles em sua solução simples, e ao fazê-lo, muitos deles – não todos – acabam exprimindo uma arrogância e uma amargura que não são sinais ou frutos de um verdadeiro católico.

            Pois bem, estes “Comentários” têm se abstido de proclamar com certeza que os Papas conciliares sejam verdadeiros papas, mas ao mesmo tempo eles vêm sustentando que os argumentos comuns dos sedevacantistas não são nem conclusivos e nem obrigam a todos os católicos, como alguns sedevacantistas pretendem nos fazer acreditar. Vamos retornar a um desses mais importantes argumentos, que é o da infalibilidade papal: os Papas são infalíveis. Mas liberais são falíveis, e os Papas conciliares são liberais. Logo, eles não são Papas.

            A isso alguém pode objetar que um Papa é certamente infalível apenas quando ele emprega as quatro condições do Magistério Extraordinário da Igreja ao ensinar 1) como Papa, 2) sobre Fé ou moral, 3) definitivamente, 4) de modo a obrigar todos os católicos. Em consequência disso, os sedevacantistas e liberais respondem de modo parecido que isso é o mesmo que a Igreja a ensinar que o Magistério Ordinário Universal é também infalível, e assim – e aqui está a ponto fraco de seu argumento –, toda vez que o Papa ensina solenemente, mesmo externamente ao Magistério Extraordinário, ele é também infalível. Ora, seu ensinamento liberal conciliar é solene, e, portanto, nós devemos nos tornar ou liberais ou sedevacantistas, dependendo do rumo tomado por quem está usando esse mesmo argumento.
           
            Mas o sinal que indica o ensinamento pertencente ao Magistério Universal Ordinário da Igreja não é a solenidade com que o Papa ensina fora do Magistério Extraordinário, mas o que indica se o que ele está ensinando corresponde ou não ao que Nosso Senhor, seus Apóstolos e virtualmente todos os seus sucessores, os bispos da Igreja Universal têm ensinado em todas as épocas e em todo lugar – em outras palavras, se o que ele está ensinando corresponde à Tradição. Ora, o ensinamento conciliar (por exemplo, a liberdade religiosa e o ecumenismo) está em ruptura com a Tradição. Portanto, os católicos de hoje não estão obrigados de fato a se tornarem liberais ou sedevacantistas.
           
            Contudo, tantos os liberais como os sedevacantistas persistem em seu exagero sobre a infalibilidade papal por razões que não são desinteressantes, mas isso é outra história. De qualquer forma, eles não desistem facilmente, e então voltam com outra objeção digna de ser respondida. Ambos irão dizer que argumentar que a Tradição é o que distingue o Magistério Ordinário é cair em um círculo vicioso, pois se a autoridade do ensinante da Igreja, ou Magistério, existe para dizer o que é a doutrina da Igreja, e assim o faz, como pode então a doutrina tradicional ao mesmo tempo dizer o que é o Magistério? Ou o professor autoriza o que é ensinado, ou o que é ensinado autoriza o professor, mas os dois não podem ao mesmo tempo autorizar um ao outro. Assim, argumentar que a Tradição que é ensinada autoriza o Magistério Ordinário que está ensinando é errado, e então o Papa é infalível não apenas em seu ensinamento Extraordinário, e, portanto, eles concluem, nós devemos nos tornar ou liberais ou sedevacantistas.

            Quem quer saber por que não há círculo vicioso, deve esperar até a próxima semana. Isso é algo tão interessante quanto o motivo pelo qual ambos, sedevacantistas e liberais, caem no mesmo erro sobre a infalibilidade.

Kyrie eleison.

Se todas as quatro condições o jogo não fazem.

Os Papas podem errar no que eles ensinam ou dizem. 

sexta-feira, maio 16, 2014

Transplante de órgãos, esterilização forçada, lei seca: alguns links





Trechinho:

"A retirada de alguns órgãos para transplante exige um assassinato, porque o "doador" precisa estar "não morto" para coletar os órgãos, uma vez que, estando já morto, tais órgãos são imprestáveis, pois já começam a se deteriorar. É o caso, por exemplo do coração. Mas para conseguir esses órgãos de um "doador" vivo, era necessário convencer a família de que o ente querido estava "morto", pois, por óbvio, ninguém, em sã consciência, estaria disposto a matar um familiar para beneficiar quem quer que seja! Foi assim que surgiu o conto da morte cerebral, um engodo que tem enganado tanto os leigos quanto os profissionais da saúde, como os médicos e todo o staff de um hospital-açougue. Diga-se de passagem que esta atividade criminosa é altamente lucrativa, pois, embora a "doação" seja gratuita, esse negócio envolve muito dinheiro. Só não ganha mesmo quem "doa" a própria vida, ou melhor, os seus herdeiros."

Esterilização em massa para reduzir a população!

 Trechinho:

"Pandemias fictícias e leis sobre a vacinação forçada são a preparação para a esterilização completa da população "excessiva" da Terra.
(...) 

Para aumentar ao máximo o movimento para a estabilidade populacional, propunha-se prestar atenção a treze países em desenvolvimento das regiões do planeta mais ricas em recursos: Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia. O "Memorando 200" propunha uma redução radical da população desses países, o que permite aos EUA explorar os seus minérios."

A falsa pedagogia do bafômetro

Trechinho:

.

"Graças ao lobby evangélico e à ingerência da ONU (representada aqui pela sua agência OMS) em assuntos nacionais, em 2008 veio a lume a Lei nº 11.705/2008, vulgarmente conhecida como “lei seca”. Na Exposição de Motivos do projeto de lei que lhe deu forma, associava-se o consumo do álcool a uma grande mortandade. Inclusive são feitas menções à perda de longevidade, o que, curiosamente, não merece idêntica atenção da mesmíssima agência OMS no tocante ao comportamento homossexual, que abrevia mais anos de vida que o cigarro.

(...)

Enfim, a lógica da lei foi a de diabolizar o consumo do álcool como sendo o grande vetor dos acidentes de trânsito, e que a repressão seria terapêutica para a sociedade.  Ocorre que esta tese de que a repressão ao álcool resultaria num decréscimo de mortes no trânsito restou superada na prática, embora ainda não seja admitida pelos veículos de comunicação, que continuam enganando a população com promessas vazias.  Vamos aos fatos."

quinta-feira, maio 15, 2014

Como os Católicos Caem no Liberalismo

Pe. Felix Sarda y Salvany
Traduzido por Andrea Patrícia



Pe. Felix Sarda y Salvany, 1844-1916


Várias são as maneiras pelas quais o fiel católico é arrastado ao erro do Liberalismo. 

Muito frequentemente a corrupção do coração é consequência de erros do intelecto, mas mais frequentemente ainda, os erros do intelecto seguem a corrupção do coração. A história das heresias mostra esse fato muito claramente. Os seus primórdios quase sempre apresentam o mesmo caráter, ou amor-próprio ferido ou um agravo a ser vingado; ou é uma mulher que faz o heresiarca perder a sua cabeça e sua alma, ou é um saco de ouro pelo qual ele vende sua consciência.

O erro quase sempre tem sua origem, não em estudos profundos e laboriosos, mas no monstro de três cabeças que São João descreve e chama de concupiscentia carnis, concupiscentia oculorum, superbia vitae - concupiscência da carne, concupiscência dos olhos, soberba da vida. 

Eis aqui as fontes de todo erro, eis os caminho para o Liberalismo. Detenhamo-nos neles por um momento. 

1. O homem torna-se liberal devido a um desejo natural por independência e por uma vida fácil.

O Liberalismo é necessariamente simpático à natureza depravada do homem, exatamente do jeito que a Catolicidade é essencialmente oposta a isso. O Liberalismo é emancipação da restrição; A Catolicidade refreia as paixões. Agora, o homem decaído, por uma tendência muito natural, ama um sistema que torna legítimo e santifica seu orgulho de intelecto e a permissão das paixões. 

Tertuliano diz: "A alma, em suas nobres aspirações, é naturalmente Cristã." Do mesmo modo pode-se dizer que o homem, com a sua mácula original, nasce naturalmente liberal. Logicamente então ele se declara um liberal na devida forma quando ele descobre que o Liberalismo oferece uma proteção para seus caprichos e uma desculpa para suas indulgências. 

2. Os homens tornam-se liberais pelo desejo de progredir na vida


Sociedades Secretas atraem homens jovens com promessa de sucesso


O Liberalismo é hoje a ideia dominante; ele reina em toda parte e especialmente na esfera da vida pública. É, por conseguinte, uma recomendação certa para a opinião pública. 

No início de sua vida, o jovem olha ao redor para os diferentes caminhos que conduzem à fortuna, fama e glória, e vê que uma condição quase indispensável para alcançar o objetivo almejado é, ao menos em nossa época, tornar-se liberal. Não ser liberal é colocar em seu caminho, o início, o que parece ser um obstáculo intransponível. Ele precisa ser heroico para resistir ao Tentador, que mostra a ele, assim como ele fez com Jesus Cristo no deserto, um futuro esplêndido, dizendo: Haec omnia tibi dabo si cadens adoraveris me – Tudo isso eu te darei, se, prostrado, me adorares.

Heróis são raros, e é natural que a maioria dos homens jovens começando sua carreira afilie-se ao Liberalismo. Isso promete a eles a assistência a uma imprensa poderosa, a recomendação a protetores poderosos, a potente influência das sociedades secretas, o patrocínio de homens eminentes. O pobre Ultramontano requer mil vezes mais mérito para tornar-se conhecido, adquirir um nome, e a juventude é ordinariamente pouco escrupulosa. 

O Liberalismo, ademais, é essencialmente favorável a esta vida pública que essa idade busca tão ardentemente. Ele mantém como iscas tentadoras escritórios públicos, comissões, ótimas posições, etc., que constituem o organismo da máquina oficial. Ele parece uma condição absoluta para preferência política. Encontrar um homem jovem e ambicioso que despreze e deteste o pérfido Corruptor é uma maravilha da graça Divina. 

3. Os homens tornam-se liberais devido à avareza, ou por amor ao dinheiro.

Ficar bem no mundo, ser bem sucedido nos negócios, é sempre uma tentação permanente do Liberalismo, esbarrando com o homem jovem a cada curva. À volta dele em mil maneiras ele sente a hostilidade secreta ou aberta dos inimigos de sua fé. Na vida mercantil ou nas profissões ele é esquecido, negligenciado, ignorado. 

Se ele relaxa um pouco na sua fé, junta-se a uma proibida sociedade secreta, pronto! Eis que os parafusos e barras são retirados; ele consegue o "abre-te sésamo" para o sucesso! Então a injusta discriminação contra ele se derrete num abraço fraternal do inimigo, que recompensa sua perfídia fazendo-o progredir de mil maneiras. Tal tentação é difícil para o ambicioso resistir. 

Ser liberal, é admitir que não há grande diferença entre os credos dos homens, de que no fundo é tudo a mesma coisa afinal de contas. Proclame sua mente aberta ao admitir que  outras religiões são tão boas para as outras pessoas como a sua fé é para você; elas estão, na medida do que elas conhecem, tão certas como você está. O que um homem acredita é principalmente uma questão de educação e temperamento. Então rapidamente você receberá tapinhas nas costas como um homem de “mente aberta” que escapou das limitações estreitas da sua crença. Você será tratado com condescendência extensivamente, pois o Liberalismo é muito generoso com um convertido. “Tudo isso eu te darei, se, prostrado, me adorares" diz Satã a Jesus Cristo no deserto. 

Tais são as causas ordinárias das perversões ao Liberalismo; todas as outras saem dessas. Qualquer um que tenha alguma experiência do mundo e do coração humano pode facilmente traçar as outras.


Felix Sarda y Salvany, Liberalism Is A Sin*, Capítulo 25
original espanhol de 1899, tradução para o inglês por TAN Books, 1993.



Original aqui.



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Nota da tradutora:

* O Liberalismo é Pecado. Este livro foi traduzido para a língua portuguesa e está à venda no Mosteiro da Santa Cruz, por apenas R$30,00.

“Grande clássico da literatura antiliberal. Este livro era muito recomendado por Dom Lefebvre que insistia tanto na necessidade de estudar o liberalismo para melhor combatê-lo.”
Você pode comprar clicando aqui


terça-feira, maio 13, 2014

Viva Nossa Senhora de Fátima!



"A treze de maio na Cova da Iria, no Céu aparece a Virgem Maria"

Salve 13 de maio!

Viva Nossa Senhora de Fátima!

Nunca te arrependerás



Recebi por e-mail e compartilho:

Nunca te arrependerás:

De teres refreado a língua, quando pretendias dizer o que não convinha ou o que não era verdade.
De teres formando o melhor conceito sobre o proceder de outrem.
De teres perdoado aos que te fizeram mal.
De teres contribuído para o sustento da tua Igreja e obras de beneficência.
De teres cumprido pontualmente tuas promessas bem pensadas.
De teres suportado com paciência as faltas alheias.
De teres simpatizado com os oprimidos.
De teres pedido perdão por falta cometida.
De teres recusado ouvir anedotas inconvenientes e ler escritos da mesma natureza.
De teres escolhido, com prazer, pensamentos, discursos e leituras edificantes.
De teres pensado antes de falar.
De teres honrado a teus pais e superiores.
De teres sido cortes e honesto em tudo e com todos.


sábado, maio 10, 2014

Comentários Eleison: Novas Ordenações I

Comentários Eleison – por Dom Williamson
CCCXLVI (356) - (10 de maio de 2014): 

NOVAS ORDENAÇÕES I

            Deveriam os sacerdotes ordenados com o novo rito de Ordenação de 1972 ser condicionalmente reordenados com o antigo e seguramente válido rito de Ordenação? A doutrina católica sobre a validade dos sacramentos é clara, mas os ritos sacramentais da Neoigreja parecem ter sido formulados para que cheguem gradualmente à invalidez (ver CE 121 de 31 de outubro de 2009). O “gradualmente” é o problema. Em qualquer caso, quão avançado se estava nesse processo gradual na ocasião da ordenação? Talvez só Deus saiba com certeza. Mas vamos começar pela doutrina clara.

            Pode-se dizer que um sacramento católico envolve cinco elementos: o Ministro, a Intenção, a Matéria e a Forma, que são essenciais para a validade, e o Rito em torno da Forma, que pode ser importante para a validade por sua influência súbita ou gradual sobre a Intenção do Ministro. Para as Ordenações sacerdotais, o Ministro deve ser um bispo validamente consagrado; a Intenção é sua intenção sacramental (não moral) de ordenar, de fazer o que a Igreja faz; a Matéria é a imposição de suas duas mãos sobre a cabeça do homem que está a ser ordenado (as mulheres não podem ser validamente ordenadas para o sacerdócio de Cristo); a Forma é a fórmula crucial ou séries de palavras no rito que expressam a atribuição do sacerdócio; o Rito é todas as outras palavras em torno da Forma, e prescritos no rito cerimonial de Ordenação.     

            No novo rito de Ordenação, se ambas as mãos estão impostas sobre a cabeça, a Matéria não é problema. A nova Forma em latim tem, na verdade, mais força para a validade do que a antiga Forma em latim (devido ao “et” ao invés de um “ut”), mas as traduções vernáculas precisam ser verificadas para que se tenha certeza de que expressam claramente a graça do sacerdócio por ser conferido. A maioria delas certamente é. Os problemas reais de validade surgem com o Ministro e a Intenção, devido à erosão gradual da Intenção católica por causa dos novos Ritos acatólicos.

            Pois que, quanto à Intenção, qualquer bispo hoje, ao ordenar um sacerdote, corretamente intenciona fazer o que a Igreja atual faz, tudo bem; mas o que é isso em sua mente? O que é um sacerdote na Neoigreja? Não está o renovador de outrora do Sacrifício do Calvário pela Presença Real sendo de modo lento, mas também constante, substituído pelos coordenadores atuais dos piqueniques eucarísticos? Quão avançado estará esse processo em qualquer diocese do mundo? Teria esse ou aquele bispo em mente um sacrificador ou um “piqueniqueiro” a representar o que a Igreja faz? O comportamento exterior do bispo ordenante indicará sua Intenção, mas só Deus pode saber com segurança. Certamente, muitos dos novos Ritos de Missa se inclinam em direção ao “piqueniqueiro”, e o novo Rito de Ordenação em torno da Forma só poderá ajudar, pela severa diminuição de seu conteúdo católico, a minar gradualmente a Intenção sacramental de um bispo ordenante.

            E em relação ao Ministro, se o bispo ordenante foi ele mesmo consagrado bispo com o novo rito da Consagração, vamos assumir que a ambigüidade da nova Forma de consagração tenha sido suprimida pelas palavras imediatamente seguintes; não obstante, devem surgir dúvidas como as supramencionadas em relação à Intenção do bispo que consagra: ele considera, e assim tem como sua Intenção, que aqueles que a Igreja de hoje consagra são realizadores de Sacrifício ou de piqueniques? Tais questões carecem frequentemente de respostas claras.

Em suma, se eu fosse Papa, penso que pediria a todos os padres ou bispos ordenados ou consagrados com os ritos “renovados” que fossem condicionalmente reordenados ou reconsagrados, não porque eu acreditasse que nenhum deles fossem verdadeiros padres ou bispos, pelo contrário, mas porque quando se trata dos sacramentos, todas as dúvidas sérias devem ser removidas, e esse seria o modo mais simples de remover todas as dúvidas possíveis. A deterioração da Neoigreja em relação aos sacramentos não pode ser deixada de lado.

Kyrie eleison.

Precisaria um sacerdote da Neoigreja de uma reordenação?

Só uma resposta incerta se obtém da Neoigreja, por seu gradual estado de deterioração.

sexta-feira, maio 09, 2014

Mecenato Artístico para o Maestro Thiago Santos

Do blog A Boa Música:

Mecenato Artístico para o Maestro Thiago Santos


C. N.

O jovem Thiago Santos, de quem tenho a honra de ser amigo, é uma espécie de prodígio: seu talento artístico e musical, não só como regente mas como pianista e como cantor de peças religiosas corais, refulge em meio ao obscurecimento cultural tanto de nosso país como de todo o mundo. E tanto refulge não só aqui mas em qualquer lugar, que, como verão no fôlder publicado abaixo, foi o primeiro brasileiro a ser admitido como aluno do Royal Northen College of Music, de Manchester, Inglaterra; conquistou até bolsa parcial de estudos da importante instituição.
Como porém lerão no mesmo fôlder, Thiago ainda necessita de nossa ajuda para dar tão importante passo, que terminará, estou certo, por abrilhantar a própria música. E quando digo “nossa” refiro-me a todos quantos amamos a música, o belo, a verdadeira cultura.
Eis pois sua conta bancária:

Banco do Brasil
Agência: 3114-3
Conta corrente: 13531-3
Thiago Santos da Silva

A grande arte agradece-nos.

P.S.: Logo publicarei aqui vídeos e textos do nosso mesmo maestro.